EDUCAÇÃO É HISTÓRIA
  

O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA VIII

Em dezembro de 1914 a ABE implantou o escotismo para mulheres em São Paulo, criando um Departamento Feminino que contava com a participação da Mrs. Kathen Crompton como instrutora chefe. Alguns grupos de escoteiros ligados à ABE passaram a organizar tropas femininas. Houve troca de correspondência com a Girl Guide Association de Londres, presidida pela senhora Baden Powell. A inglesa enviou para o Brasil o Manual das Girl Guides e outras publicações técnicas. A iniciativa fez muito sucesso, com a filiação de escoteiras em muitas cidades de São Paulo e também as Escoteiras do Alecrim, no Estado do Rio Grande do Norte.

A partir da apropriação que fizeram da proposta de Baden-Powell, as escoteiras de São Paulo organizaram cursos de prendas domésticas, costura, enfermagem e Educação física, dentre outras coisas. “A colaboração delas foi muito útil à Cruz Vermelha nos anos de 1914 a 1919” (Cf. ARAUJO, Daniela e CABRAL, Rosa. O escotismo vai além. Campo Grande, s. ed., 2004. p. 30). Logo depois foi criada a Organização Paulista das Escoteiras – OPE, que disputou o controle do movimento em São Paulo com a Federação Paulista das Bandeirantes, que representava a Federação das Bandeirantes do Brasil – FBB no Estado. As dirigentes da OPE consideravam os uniformes adotados pelas bandeirantes inadequados, “por serem impróprios para atividades no campo e, devido ao custo, inacessíveis a moças e meninas de recursos modestos. A FBB era freqüentada, em geral, por meninas e moças de classes mais abastadas, o que as diferenciava das escoteiras e dos escoteiros” (Cf. ZUQUIM, Judith e CYTRYNOWICZ, Roney. 60 anos de Escotismo e Judaísmo (1938-1998): A construção de um projeto para a juventude. Uma História do Grupo Escoteiro e Distrito Bandeirante Avanhandava. São Paulo, Congregação Israelita Paulista, 1999. p. 125). Dentre as muitas divergências entre os dois agrupamentos se colocava também o fato de que a OPE considerava indispensável manter a denominação que adotara originalmente: escoteiras, que se estabelecera desde 1917 quando foram iniciadas as atividades do escotismo feminino no Brasil.

O movimento bandeirante recebeu um impulso importante no Brasil em 1919, mudando de rumo e reformulando muito do que era pregado pela OPE. Naquele ano, a lady Baden-Powell enviou uma carta às mulheres brasileiras, pedindo que se interessassem pela causa. A mensagem foi levada ao Rio de Janeiro pelo empresário inglês Barclay, amigo da família Baden-Powell, que viajara para tratar de negócios no Brasil, e entregue ao Sir Henry Lynch. Ele e o irmão Edmund Lionel Lynch, com a colaboração da matriarca Adele Lynch promoveram uma reunião na residência da família, no dia 30 de maio, com a participação de autoridades e mulheres da elite carioca. Em 13 de agosto de 1919, no Rio de Janeiro, foi fundado oficialmente o movimento bandeirante do Brasil, sem vínculos institucionais com o movimento escoteiro. O processo de fundação da Federação das Bandeirantes do Brasil foi liderado por Jerônyma Mesquita e pela lady Mackenzie.

O movimento bandeirante, no Rio de Janeiro, ganhou muita legitimidade em face da sua ação para atender a infância pobre de alguns bairros, oferecendo colônias de férias. Ao ser criada, a Federação das Bandeirantes do Brasil tinha como finalidade “auxiliar a obra educadora da família e da escola” (Cf. MILLIET, Antonieta. “O bandeirantismo”. In: Educação Física. Rio de Janeiro, n. 87, jul./ago. 1945. p. 27). A Federação das Bandeirantes do Brasil é, desde a sua fundação, pertencente a World Association Girl Guides and Girl Scouts, a Associação Mundial de Bandeirantes, que reúne todas as Federações que existem no mundo e procuram atingir o mesmo ideal de oferecer Educação integral às meninas. Tal reconhecimento, contudo, foi oficializado em 1930, durante a realização da IV Conferência Mundial realizada em Foxlease, na Inglaterra, fazendo com que a União dos Escoteiros do Brasil fosse obrigada a reconhecer a FBB e não a Organização Paulista das Escoteiras. No Brasil, em pouco tempo, a Federação das Bandeirantes do Brasil conseguiu dirigir quase todo o movimento escoteiro de meninas e de moças.

Em São Paulo, no ano de 1923, foi fundada a Companhia de Guir Guides de São Paulo, filiada a British Girl Guides. Da Companhia participavam predominantemente meninas filhas de ingleses e norte-americanos juntamente com filhas de famílias paulistas tradicionais. Durante a Era Vargas, quando o Estado Novo regulamentou o funcionamento do esacotismo, a primeira dama do país, Darcy Vargas, exerceu a presidência de honra da Federação das Bandeirantes do Brasil.

(Continua).



Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h20
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ADIADO ENCONTRO QUE ANALISARÁ SOCIOLOGIA DA BIOGRAFIA

 


 

             Foi adiado para a data de 22 de dezembro o encontro inicialmente previsto para o dia 24 de novembro de 2006, a partir das 14:oo horas, dentro da programação do Seminário "O mundo de Gilberto Freyre, para debater a obra CONTRIBUIÇÃO PARA UMA SOCIOLOGIA DA BIOGRAFIA. A exposição do tema será feita por Samuel Barros de Medeiros Albuquerque (Professor do Departamento de História e aluno do Mestrado em Educação da UFS). Na mesma opórtunidade será discutido O AÇUCAR. Este texto será apresentado por Joaquim Tavares da Conceição (Aluno do Mestrado em Educação da UFS). As reuniões do Seminário ocorrem sempre no auditório do Arquivo do Poder Judiciário do Estado de Sergipe. O encontro do dia 22 de dezembro encerrará as atividades do Seminário.

           Sociologia da Medicina é o título da obra de Gilberto Freyre que esteve em debate no dia 27 de outubro de 2006. O tema foi apresentado pelo Prof. Dr. Jônatas Meneses, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da Universidade Federal de Sergipe. 

A obra de Gilberto Freyre é o ponto central de articulação do seminário "O mundo de Gilberto Freyre". O evento foi aberto no dia 24 de fevereiro com a conferência do Prof. Dr. Francisco José Alves, do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe, sobre o tema Casa Grande & Senzala. No dia 31 de março o Prof. Dr. Ulisses Rafael Neves, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da UFS, abordou o tema SOBRADOS E MUCAMBOS. No dia 05 de maio de 2006, o Prof. Dr. José Rodorval Ranmalho, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da UFS abordou o tema ORDEM E PROGRESSO. O Prof. Msc. Antônio Samarone de Santana, do Departamento de Medicina da UFS apresentou no dia 26 de maio o livro NORDESTE, de Gilberto Freyre. No dia 16 de junho de 2006 foi discutido o texto OS INGLESES NO BRASIL, apresentado pela Profa. Dra. Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento, da Universidade Tiradentes - Unit. A Profa. Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas apresentou a obra UM ENGENHEIRO FRANCÊS NO BRASIL, no dia 28 de julho de 2006. O livro NÓS E A EUROPA GERMÂNICA, foi apresentado no dia 25 de agosto de 2006 pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (Professor do Departamento de História e do Mestrado em Educação da UFS). No dia 29 de setembro de 2006 foi discutido o livro MODOS DE HOMEM E MODAS DE MULHER, em apresentação feita pela Profa. Cristiane Vitório de Souza (Mestra em Educação pela UFS). O seminário é organizado pelo Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe - GEPHE. Interessados devem entrar em contato através do e-mail jorge@ufs.br
















Categoria: Noticias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h09
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   SOBRE O BLOG EDUCAÇÃO É HISTÓRIA



Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos cientí­ficos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase aos estudos sobre História da Educação e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA completou um ano de atividades na rede Web no último dia 08 de dezembro. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 12 meses, o blog recebeu 21.717 visitas. Atualizado diariamente, o blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 76 outros importantes endereços da rede Web e publicou informações sobre 24 eventos. Também foram publicados, nesse mesmo período, 298 textos sob a a forma de artigo, 51 notícias e 14 resenhas bibliográficas



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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

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Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

COMISSÃO ORGANIZADORA INSTITUIÇÕES PROMOTORAS: Fórum de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Educação Norte e Nordeste associados à ANPED, composto pelos 14 (catorze) programas de pós-graduação Stricto Sensu em educação das seguintes instituições de ensino superior: Universidade Estadual da Bahia - UNEB (Coordenação do FORPRED-Norte/Nordeste) Coord. Nadia Hage Fialho - nadiahfialho@gmail.com, forpred-nne@yahoogrupos.com.br Universidade Estadual do Ceará - UECE Coord. José Albio Moreira de Sales - albio@uece.br Universidade Estadual do Pará - UEPA Coord. Ivanilde Apoluceno de Oliveira - nildeapoluceno@uol.com.br Universidade Federal de Alagoas - UFAL Coord. Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - ppge@cedu.ufal.br Universidade Federal do Amazonas - UFAM Coord. Maria das Graças Sá Peixoto Pinheiro - cppge@ufam.edu.br Universidade Federal da Bahia - UFBA Coord. Roberto Sidnei Macedo - rsmacedo@terra.com.br Universidade Federal do Ceará - UFC Coord. Herminio Borges Neto - herminio@ufc.br Universidade Federal do Maranhão - UFMA Coord. Mariza Borges Wall Barbosa de Carvalho - mariwall@uol.com.br Universidade Federal do Pará - UFPA Coord. Terezinha Fátima Andrade Monteiro dos Santos - tefam@ufpa.br Universidade Federal da Paraíba - UFPB Coord. Adelaide Alves Dias - adelaidedias@oi.com.br Universidade Federal de Pernambuco - UFPE Coord. Aida Maria Monteiro Silva - eduufpe@ufpe.br Universidade Federal do Piauí - UFPI Coord: Ivana Maria Lopes de Melo - Ibiapina - anavi@secrel.com.br Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Coord. Márcia Maria Gurgel Ribeiro - mgurgel@ufrn.br Universidade Federal de Sergipe - UFS Coord. Jorge Carvalho do Nascimento - jorge@ufs.br COMISSÃO ORGANIZADORA LOCAL: Instituição Organizadora: Programa de Pós-Graduação em Educação - Centro de Educação - Universidade Federal de Alagoas Coordenação Geral: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Coordenação Adjunta: Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Orçamento e Finanças: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Orçamento e Finanças: Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Anamelea de Campos Pinto - anamelea@gmail.com Neiza de Lourdes Frederico Fumes Maria das Graças Loiola Madeira Comissão de Tecnologia da Informação: Anamelea de Campos Pinto - anamelea@gmail.com Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Rui Alexandre Rodrigues Brandão Figueira - rui@nti.ufal.br Fabrício Farias dos Santos - paitoweb@gmail.com Comissão de Patrocínio e Vendas: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Mobilização e Divulgação: Adriana Almeida Sales de Melo



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h08
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

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Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

TRABALHOS / NORMAS 1. Normas para Submissão de Trabalhos: (Fazer download em arquivo ".doc") 1.1 COMUNICAÇÃO ORAL a) Será considerada Comunicação Oral, ensaios, estudos e resultados de pesquisa abordando temáticas novas ou já estabelecidas na área da Educação, que evidenciem elaboração teórica e rigor conceitual na análise. b) O texto deverá ter formato de artigo, com problemática anunciada e desenvolvida, conclusões e referências bibliográficas, estruturado em torno de 8 (oito) a 12 (doze) páginas, excetuando-se as referências e os anexos. A digitação e a formatação do texto devem seguir as orientações abaixo. c) Fonte da letra: Times New Roman, tamanho 12. d) O resumo da Comunicação Oral deve conter no máximo 1.200 caracteres, incluindo os espaços, em espaço simples. Conter no final, de três a cinco palavras-chave. e) O texto deve ser inédito no Brasil até a sua apresentação no 18º EPENN. f) As citações e as notas devem seguir as normas da ABNT em vigor. g) As referências devem ficar localizadas ao final do texto, contendo exclusivamente as obras citadas. h) Os quadros, tabelas, gráficos, figuras (fotografias ou desenhos) devem vir após as referências, com indicação de fonte (quando for o caso). i) Digitação e Formatação das Comunicações Orais: Formato de arquivo: "doc", "pdf" ou "rtf"; Fonte: Times New Roman, tamanho 12; Papel tamanho A4; Margem superior e inferior com 2,5 cm; Margem esquerda e direita com 3 cm; Espaçamento entre linhas: 1,5 cm; Alinhamento: Justificado; Páginas numeradas a partir da segunda (no alto, à direita); Nome do arquivo com o texto a ser anexado na submissão, deve conter as primeiras palavras do título do texto; Título em maiúsculo/negrito com alinhamento centralizado; Observação: Os trabalhos que não atenderem às normas de formatação e da ABNT serão automaticamente eliminados. Atenção: O texto não pode conter em seu decorrer qualquer tipo de identificação, ou seja, qualquer referência explícita da autoria no corpo ou em rodapé e/ou nome de Projeto/Pesquisa, Grupo de Pesquisa, CPF dos autores, etc. Caso ocorra a identificação em forma ou local diferente do autorizado, o trabalho será excluído pela Comissão Avaliadora por quebra de anonimato. Considera-se quebra de anonimato: autocitação explícita do autor no corpo do texto ou nas referências do trabalho; marcas de revisão presentes no texto, oriundas de ferramentas de informática, que permitam a identificação da autoria. O material aceito para apresentação e/ou publicação será utilizado em sua versão original, ou seja, os arquivos enviados não são passíveis de substituição e/ou modificações posteriores. A revisão do(s) trabalho(s) é de responsabilidade do(s) autor(es); Exigir-se-á a presença de um dos autores do trabalho para a sua apresentação. Em caso de alunos de I.C., será exigida a presença do professor-orientador da pesquisa para a sua apresentação. Todos os trabalhos aceitos serão publicados. No caso de trabalhos recusados, o(s) autor(es) poderá(ão) solicitar revisão do parecer, dentro do prazo previsto no cronograma. Cada autor poderá inscrever até 3 (três) trabalhos (Comunicações Orais e/ou Pôsters), sendo 1 (um) individual e 2 (dois) em co-autoria ou 3 (três) em co-autoria. No caso de inscrição de trabalho para apresentação nas sessões de Comunicação Oral, o aluno de I.C. deverá cumprir a condição de co-autor, juntamente com orientador. A taxa de inscrição será cobrada individualmente por autor e co-autor(es), e não por trabalho. As Comunicações Orais só serão avaliadas após a confirmação do pagamento da inscrição do autor e de todos co-auores, sem exceção. As Comunicações orais serão publicadas no caderno de resumos e na íntegra em CD-ROM. 1.2 PÔSTER a) O objetivo do pôster é apresentar o resultado de estudos e pesquisas iniciados ou concluídos, de trabalhos realizados e experiências, devendo ter formato de artigo, de 6 e 8 páginas, incluídas as notas, as referências, os quadros ou tabelas, se for o caso; b) A apresentação gráfica do pôster selecionado deverá conter os seguintes itens: título, nome(s) do(s) expositor(es) e da(s) Instituição(ões), introdução, problema/questões, objetivos, metodologia, resultados e/ou conclusões. A medida proposta é de 1,20m de altura e 80cm de largura. O esquema gráfico do pôster deverá ser apresentado em folha tamanho A4 (média de 10 folhas A4); c) Recomenda-se, durante a apresentação, a distribuição de folderes ou panfletos com informações resumidas sobre o trabalho e formas de contato com o(s) autor(es); d) A digitação e a formatação do texto devem seguir as orientações abaixo. e) O resumo do Pôster deve conter no máximo 1.200 caracteres, incluindo os espaços, em espaço simples. Conter no final, de três a cinco palavras-chave. f) O texto deve ser inédito no Brasil até a sua apresentação no 18º EPENN. g) As citações e as notas devem seguir as normas da ABNT em vigor. h) As referências devem ficar localizadas ao final do texto, contendo exclusivamente as obras citadas. i) Os quadros, tabelas, gráficos, figuras (fotografias ou desenhos) devem vir após as referências, com indicação de fonte (quando for o caso); j) Digitação e Formatação do texto dos Pôsters: Formato de arquivo: "doc", "pdf" ou "rtf"; Fonte: Times New Roman, tamanho 12; Papel tamanho A4; Margem superior e inferior com 2,5 cm; Margem esquerda e direita com 3 cm; Espaçamento entre linhas: 1,5 cm; Alinhamento: Justificado; Páginas numeradas a partir da segunda (no alto, à direita); Nome do arquivo com o texto a ser anexado na submissão, deve conter as primeiras palavras do título do texto; Título em maiúsculo/negrito com alinhamento centralizado; Observação: Os trabalhos que não atenderem às normas de formatação e da ABNT serão automaticamente eliminados. Atenção: O texto não pode conter em seu decorrer qualquer tipo de identificação, ou seja, qualquer referência explícita da autoria no corpo ou em rodapé e/ou nome de Projeto/Pesquisa, Grupo de Pesquisa, CPF dos autores, etc. Caso ocorra a identificação em forma ou local diferente do autorizado, o trabalho será excluído pela Comissão Avaliadora por quebra de anonimato. Considera-se quebra de anonimato: autocitação explícita do autor no corpo do texto ou nas referências do trabalho; marcas de revisão presentes no texto, oriundas de ferramentas de informática, que permitam a identificação da autoria. O material aceito para apresentação e/ou publicação será utilizado em sua versão original, ou seja, os arquivos enviados não são passíveis de substituição e/ou modificações posteriores. A revisão do(s) trabalho(s) é de responsabilidade do(s) autor(es); Exigir-se-á a presença de um dos autores do trabalho para a sua apresentação.



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 08h26
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

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Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES COM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO 1) As inscrições com apresentação de trabalho em sessões de pôsters ou comunicações poderão ser realizadas até 16/01/2007. O pagamento das inscrições como participante não está vinculado à inscrição do trabalho. Ou seja, você pode usufruir das tarifas reduzidas e inscrever seu trabalho a posteriori, respeitando o prazo limite de submissão (16/01/07). Não haverá devolução das taxas de inscrições em nenhuma hipótese. OBS.: A divulgação dos resultados dos trabalhos selecionados será em 10 de março de 2007. O período para solicitação de recursos será de 11 a 25 de março de 2007. -------------------------------------------------------------------------------- 2) As taxas de inscrições para o evento serão cobradas individualmente por autor e co-autor(es), e não por trabalho. Observe alguns casos para que você possa realizar corretamente sua inscrição: Exemplo 1: No caso de um pôster produzido por 2 estudantes de iniciação científica e seu orientador, deverão ser realizadas inicialmente as 3 inscrições dos participantes. Em seguida, deverá ser feita a inscrição do trabalho, indicando o número do CPF de cada um dos seus autores. Exemplo 2: Uma comunicação oral de autoria de 1 mestrando e seu orientador, terá 2 inscrições. Em seguida, deverá ser feita a inscrição do trabalho, conforme exemplo anterior. OBS.: Em trabalhos com mais de um autor, a falta de pagamento de um dos participantes implicará na exclusão automática do trabalho, sem restituição de qualquer valor pago. Informamos ainda que o trabalho não será encaminhado à comissão avaliadora. -------------------------------------------------------------------------------- 3) As sessões de pôsters são constituídas de estudantes de graduação, de pós-graduação ou professores. Os autores deverão estar presentes, para discussão de seus trabalhos. Cada pôster disporá de um espaço de 1 m x 0,70 m, e o autor será responsável pelo material necessário para a sua montagem. -------------------------------------------------------------------------------- 4) As sessões coordenadas dos GT serão constituídas de, no máximo, oito (8) comunicações por sala. O tempo total de duração da sessão coordenada será de 2h30, com debates, conforme programação. Informamos que só serão disponibilizados retro-projetores para as apresentações. -------------------------------------------------------------------------------- 5) As inscrições no evento dão direito a participar de APENAS 01 (um) mini-curso, respeitando-se o limite de vagas. Os mini-cursos serão ministrados nos dias 02, 03 e 04 de julho de 2007, no horário de 8 h às 10 h. Ao preencher o formulário de inscrição do mini-curso, o participante poderá informar até 4 opções, por ordem de preferência. A relação dos mini-cursos e as vagas existentes em cada um, estarão disponíveis no site a partir do dia 12/03/07. O preenchimento das vagas atenderá a ordem das inscrições dos formulários dos mini-cursos (dentre aquelas com o pagamento já efetuado). O sistema alocará automaticamente a primeira das opções selecionadas que tenha vaga disponível. -------------------------------------------------------------------------------- 6) O pagamento, cujo valor varia de acordo com a categoria do candidato e o período de inscrição (conforme tabela abaixo), deverá ser feito mediante depósito bancário identificado (CPF do participante) no Banco do Brasil, conta corrente nº 18.920-0, agência 3057-0 - Campus Universitário. TAXAS DE INSCRIÇÃO: Categoria até 30/11/2006 de 01/12/2006 a 16/01/2007 de 17/01/2007 a 01/07/2007 Estudante R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 90,00 Professor / Pesquisador R$ 140,00 R$ 160,00 R$ 180,00 --------------------------------------------------------------------------------



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 08h22
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Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES SEM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO 1) As inscrições sem apresentação de trabalho poderão ser realizadas até 01/07/2007, início do evento. Não haverá devolução das taxas de inscrições pagas em nenhuma hipótese. -------------------------------------------------------------------------------- 2) As inscrições no evento dão direito a participar de APENAS 01 (um) mini-curso, respeitando-se o limite de vagas. Os mini-cursos serão ministrados nos dias 02, 03 e 04 de julho de 2007, no horário de 8 h às 10 h. Ao preencher o formulário de inscrição do mini-curso, o participante poderá informar até 4 opções, por ordem de preferência. A relação dos mini-cursos e as vagas existentes em cada um, estarão disponíveis no site a partir do dia 12/03/07. O preenchimento das vagas atenderá a ordem das inscrições dos formulários dos mini-cursos (dentre aquelas com o pagamento já efetuado). O sistema alocará automaticamente a primeira das opções selecionadas que tenha vaga disponível. -------------------------------------------------------------------------------- 3) O pagamento, cujo valor varia de acordo com a categoria do candidato e o período de inscrição (conforme tabela abaixo), deverá ser feito mediante depósito bancário identificado (CPF do participante) no Banco do Brasil, conta corrente nº 18.920-0, agência 3057-0 - Campus Universitário. TAXAS DE INSCRIÇÃO: Categoria até 30/11/2006 de 01/12/2006 a 16/01/2007 de 17/01/2007 a 01/07/2007 Estudante R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 90,00 Professor / Pesquisador R$ 140,00 R$ 160,00 R$ 180,00 --------------------------------------------------------------------------------



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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 08h13
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

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Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES Neste evento há possibilidade de se inscrever sem apresentação de trabalho(s) ou com apresentação. Clique abaixo na opção desejada para visualizar as suas respectivas instruções. (1) Inscrições sem apresentação (até 01/07/2007) (2) Inscrições com apresentação (até 16/01/2007)



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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 08h11
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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 02h37
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA VII

A Associação de Escoteiros Católicos do Brasil se fortaleceu bastante em 1921, depois que organizou um Jamboree intergrupos. Os seus estatutos foram aprovados em 11 de junho do mesmo ano pelo monsenhor Vigário-Geral do Rio de Janeiro, filiando-se logo após, à Organização Internacional dos Escoteiros, com sede em Londres. A Associação dos Escoteiros Católicos do Brasil foi assim, bem antes da União dos Escoteiros do Brasil – UEB, a primeira entidade escoteira brasileira a receber reconhecimento no exterior. Tal reconhecimento possibilitou que esta Associação fosse co-fundadora, em 1922, do Office Internacional des Scouts Catholique, sediado em Roma e presidido pelo conde Mário de Carpegna, que liderava o Escotismo católico internacional.

Consolidada internacionalmente, a Associação dos Escoteiros Católicos do Brasil organizou um Congresso Escoteiro, no Rio de Janeiro, em 1922, e um outro em 1923. No mesmo período dos congressos, ocorreram Jamborees. Esses congressos foram registrados em anais (Livro dos Congressos Escoteiros do Brasil – 1922-1923. Primeiro e Segundo Jamboree Brasileiros. Theses e Relatórios).

Não apenas a Igreja Católica tomou iniciativas para organizar o movimento escoteiro e buscar reconhecimento internacional. A Igreja Metodista Americana do Rio de Janeiro fundou um grupo de escoteiros, em 1916, com o nome Union Church Boy Scouts que, em 1920, afastou-se da Igreja. Passou a funcionar de modo independente e, em 1921, adotou o nome de 1st Rio Baden Powell Boys Scouts, recebendo registro da Boy Scouts Association, de Londres. Seguia as normas do Escotismo inglês. Todas as suas publicações, uniformes e distintivos vinham diretamente da Inglaterra. Porém, aceitava não apenas jovens de nacionalidade inglesa, mas também brasileiros e de toda e qualquer nacionalidade, desde que falassem o idioma inglês. Um outro grupo com as mesmas características surgiu em Niterói: 1st Nictheroy Baden Powell Group. O funcionamento dos grupos sob tais condições foi permitido até o ano de 1942, quando foi decretada a nacionalização de todas as entidades estrangeiras.

Em 1914 começou a funcionar um grupo no Ginásio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre. O grupo foi organizado pela professora Camila Furtado Alves e pelo Tenente do Exército Tancredo Gomes Ribeiro.

Ainda em dezembro de 1914 ocorreu a instalação do Grêmio dos Bandeirantes Mineiros, na cidade de Rio Novo, distante 45 quilômetros de Juiz de Fora, fundado pelo professor Alípio de Araujo. O Grêmio era dirigido pelo Tenente Alípio Dias. Em Minas Gerais, na década de 20, várias outras instituições organizariam grupos de escoteiros conforme o modelo das associações voluntárias: Colégio Arnaldo, Escola Italiana Dante Alihieri, Escolas Reunidas Lúcio dos Santos, América Football Club. O grupo escoteiro que funcionou neste clube fora fundado em 1921, pelo médico Henrique Marques Lisboa e funcionou na sua residência, até ser transferido para a sede do clube, em 1924. A prática de criar grupos de escoteiros continuou a ser adotada. Em Belo Horizonte, na década de 30, várias instituições escolares mantinham grupos de escoteiros em funcionamento, como o Colégio Afonso Arinos, que patrocinava, na época, o Grupo Escoteiro Afonso Arinos.

Também importantes intelectuais da Educação que atuavam no Brasil, como Helena Antipoff, buscaram contribuir para com a organização e difusão do escotismo. Em 1934, ela convidou o chefe Azambuja Neves, para que este fosse a Minas Gerais dirigir um acampamento escola para chefes escoteiros.

No Estado do Espírito Santo, o Escotismo chegou em 14 de junho de 1915, com a Associação de Boys Scouts de Victória, fundada pela Missão Batista daquele Estado, sob a liderança do reverendo Loren Reno.

A expansão da quantidade de grupos escoteiros havia levado os militantes do movimento a dar início a organização de federações e entidades similares desde 1915, quando foram criadas a Associação Pernambucana de Escoteiros, a Associação de Boys Scouts de Vitória, a Comissão Regional de Escoteiros do Paraná, a Associação Paranaense de Escoteiros e a Legião Amazonense de Escoteiros. Em 1917 foi a vez da Associação Maranhense de Escoteiros. Naquele mesmo ano, quando exercia a presidência da Liga de Esportes Terrestres do Pará, Benjamin Sodré implantou uma seção escoteira na entidade, para organizar grupos de escoteiros naquele Estado. O primeiro grupo paraense a funcionar efetivamente foi o Grupo de Escoteiros de Belém, instalado em 1919, um ano antes da entrada em funcionamento dos grupos escoteiros do Instituto Lauro Sodré, uma escola técnica, e do Colégio Nogueira Travassos. No mesmo ano, funcionaram os grupos de Soure e Pinheiros, todos articulados em torno da Associação Paraense de Escoteiros.

Em alguns Estados, como o Mato Grosso do Sul, o movimento escoteiro chegou apenas na segunda metade do século XX. O primeiro grupo escoteiro do Estado “foi o Oswaldo Cruz, nome esse que quatro meses depois passou a se chamar Olavo Bilac/ SESI, fundado em 16 de julho de 1966, na época que o Estado era ainda Mato Grosso” (Cf. ARAUJO, Daniela e CABRAL, Rosa. O escotismo vai além. Campo Grande, s. ed., 2004. p. 33).

(Continua).



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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 02h35
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA VI

George Black participou do Festival de Ginástica de Munique, em 1913, como representante da Sociedade de Ginástica de Porto Alegre – a Sogipa. Na cidade alemã conheceu a organização, os métodos e a orientação do Grupo de Escoteiros da Sociedade de Ginástica de Munique. No mesmo ano, assim que retornou ao Brasil, fundou um grupo escoteiro na Sogipa.

A Associação Brasileira de Escoteiros foi criada por nomes de destaque da vida política e cultural de São Paulo, diretores de estabelecimentos de ensino como o Colégio Mackenzie, o Colégio Anglo Americano, a Escola Americana, o Ginásio São Bento, o Diretor da Faculdade de Medicina, os secretários de Justiça e de Segurança Pública do Estado. Alguns nomes já foram aqui citados como Mário Cardim. O papel que ele desempenhou nesse processo foi da maior importância, tomando as providências necessárias para a efetivação da ABE; convidando rapazes de 11 a 18 anos para imediato engajamento no movimento escoteiro, redigindo os ante-projetos de Estatuto e Regulamento da nova instituição. O movimento recebeu também o apoio de personalidades de expressão na sociedade civil de São Paulo, como o jornalista Júlio de Mesquita, diretor do jornal O Estado de São Paulo. A primeira reunião preparatória do processo de fundação da ABE foi realizada em 15 de agosto de 1914. Na solenidade de fundação da entidade, realizada dia 29 de novembro de 1914, no Skating  Palace, compareceram cerca de 600 escoteiros, além de representantes do Estado e do município, comandantes militares e diretores de escolas.

Quando da sua fundação, a Associação Brasileira de Escoteiros definiu aquilo que à época se compreendia, no Brasil, como os objetivos do escotismo:

 

 

1º- Eugenia, na parte referente à educação física, à saúde, ao vigor e à destreza das gerações novas, homens e mulheres;

2º- Civismo, não apenas reduzido a ensinamentos cívicos, mas o hábito de realizar os deveres cívicos, mercê das convicções adquiridas;

3º- Inteligência, isto é, o desenvolvimento de algumas das mais notáveis qualidades intelectuais, a urgência, a logicidade, a divisão pronta;

4º- Caráter, considerado como o hábito adquirido pela prática sistemática da bondade, em casos concretos, dia a dia, como o horror à mentira e correlato amor à verdade, à pontualidade.

 

 

Na primeira metade da década de 30 estava em funcionamento, na cidade de São Paulo, a Federação de Escoteiros da Light, sob a direção de Mr. J. C. Herlyck. Além da Light várias outras empresas colaboravam com a manutenção de grupos de escoteiros. Em 1937, a Congregação Israelita Paulista colocou em funcionamento o Grupo Escoteiro Avanhandava e em 1941, sob a liderança de Wilhelm Speyer, decidiu criar mais grupos de escoteiros na cidade de São Paulo, reunindo adeptos do escotismo no Bom Retiro, Vila Mariana, Cambuci, Ibirapuera, Mooca e Lapa. “Estes grupos se reuniam em casas ou sinagogas nos próprios bairros...” (Cf. ZUQUIM, Judith e CYTRYNOWICZ, Roney. 60 anos de Escotismo e Judaísmo (1938-1998): A construção de um projeto para a juventude. Uma História do Grupo Escoteiro e Distrito Bandeirante Avanhandava. São Paulo, Congregação Israelita Paulista, 1999. p. 65).

Em 1916, no Rio de Janeiro, um grupo de escoteiros foi organizado no Departamento Infanto-Juvenil do Botafogo Futebol e Regatas, por Benjamin Sodré. Tal grupo possibilitaria que, a partir de 1922, passasse a funcionar a seção escoteira do clube. Naquele mesmo ano de 1916, a cidade do Rio de Janeiro receberia o Grupo Escoteiro do Fluminense Football Club, criado por iniciativa de Jeronima Mesquita, Guilhermina Guinle, Arnaldo Guinle e Marco Pollo. No ano de 1922 entrou em funcionamento o Grupo de Escoteiros do Mar de Paquetá.

A primeira Tropa de Escoteiros Católicos do Brasil foi instalada em 15 de novembro de 1917, na Paróquia de São João Baptista da Lagoa, no Rio de Janeiro. Em 1919 apareceria a segunda Tropa de Escoteiros Católicos, na Escola Popular de São Bento. As duas tropas foram implantadas por iniciativa de Peixoto Fortuna, presidente da União Católica Brasileira e criador de uma Escola de Instrutores que se instalou em primeiro de agosto de 1919. A Escola obteve êxito nos seus objetivos e um ano depois já havia formado seis turmas e fundado a Associação de Escoteiros Católicos do Brasil.

(Continua).



Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h44
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA V

Os elementos pragmatistas presentes no discurso do lord Baden-Powell permitiram que este propusesse a interação da pessoa em seu meio ambiente. A Educação oferecida pelo movimento escoteiro, com o seu modo de ensinar, permite que tudo seja dirigido para o indivíduo, “para a competência, com o objetivo de formar homens e mulheres capazes de criar e fazer coisas e não apenas de repeti-las” (Cf. NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do. EDUCAR, CURAR, SALVAR: uma ilha de civilização no Brasil tropical. São Paulo: PUCSP, 2005. (Tese de Doutorado). p. 207).

O método concebido por Baden Powell é importante instrumento de orientação do jovem para sua auto-educação progressiva. Através do escotismo o jovem desenvolve capacidades, interesses e experiências, descobre novas aptidões e conhece melhor a si mesmo, compreendendo cada momento que vive, desenvolvendo auto-confiança e tornando-se uma pessoa solidária, responsável e comprometida dentro de um grupo de jovens com interesses semelhantes.

O método de educação complementar proposto pelo lord Baden-Powell entusiasmou os militares brasileiros, principalmente depois que o sub-oficial Amélio Azevedo Marques matriculou o seu filho Aurélio Azevedo Marques em um dos vários grupos de escoteiros que existiam na Inglaterra. Isto fez de Aurélio, certamente, o primeiro brasileiro a integrar o movimento boy scout. Juntamente com o tenente Henrique Weaver e outros oficiais e praças da Marinha do Brasil, Amélio estava na Inglaterra acompanhando a construção dos novos navios encomendados pela esquadra brasileira.

Foi esse grupo de militares que desembarcou do Encouraçado Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em 17 de abril de 1910, trazendo na bagagem uniformes escoteiros, e menos de dois meses depois, no dia 14 de junho, durante uma reunião em uma casa na rua do Chichorro, no Catumbi, fundaram o Centro de Boys Scouts do Brasil. Não obstante haver sido organizado por militares da Marinha, neste primeiro momento o escotismo apareceu no Brasil como iniciativa da sociedade civil, sem qualquer tipo de tutela por parte do Estado.

Ao ser criado, em 1910, no Rio de Janeiro, o Centro de Boys Scouts do Brasil se apresentava como uma sociedade de instrução, diversões e esportes para meninos, semelhante em tudo que fosse possível a dos Boys Scouts da Inglaterra, “brilhante e poderoso fator de progresso, campeão de todas as idéias nobres”, solicitando o auxílio e a boa vontade da imprensa e das famílias, a fim de levar a todos os lares brasileiros “o conhecimento do quanto à Pátria pode ser útil a instrução dos Boys Scouts”. Por diversas razões, a existência do Centro de Boys Scouts do Brasil foi efêmera. Entre tais razões os fundadores do Centro assinalam que a falta de conhecimento dos pais sobre o alcance da instituição gerava alguns preconceitos em face das práticas do Escotismo. Esse tipo de dificuldade concorria para a freqüente ausência dos filhos às atividades escoteiras de campo. Por outro lado, há também o registro de que os dirigentes do Centro, pela sua condição de militares da Marinha do Brasil faziam muitas viagens e alguns deles eram transferidos para unidades fora do Rio de Janeiro, em face das necessidades do seu ofício. Já em 1914 não mais existia o Centro. No entanto, a semente lançada já frutificara. Ainda na primeira metade da década de 10, o escotismo havia se disseminado por quase todo o país.

Além do tenente Weaver e dos militares que juntamente com ele fundaram o Centro de Boys Scouts do Brasil, outros intelectuais brasileiros interessados em educação entraram em contato com o método de Baden Powell nas primeiras décadas do século XX. Há registros que apontam os nomes de Mário Sérgio Cardim, Jerônima Mesquita e George Black. Os três fizeram esforços para implantar grupos de escoteiros no Brasil, depois que retornaram ao país.

Cardim estava na Holanda, em 1910, quando entrou em contato com um grupo de escoteiros. De lá viajou a Londres e contatou pessoalmente o lord Baden Powell, aprofundando o seu conhecimento sobre o método. Ao regressar a São Paulo, em 1913, escreveu uma série de artigos sobre o Escotismo, publicados pelo jornal O Estado de São Paulo, e um ano depois integrou o grupo que fundou, em novembro de 1914, a Associação Brasileira de Escoteiros – ABE.

Residente em Paris, Jerônima Mesquita mandou imprimir, com recursos próprios, milhares de folhetos de propaganda do escotismo, tendo traduzido para a língua portuguesa a lei escoteira e a promessa. Além disso, traduziu vários textos de Baden-Powell e os encaminhou para o seu amigo Ascânio Cerqueira, em São Paulo, sugerindo que este fundasse uma associação de escoteiros na cidade. Ascânio e Cardim participaram da primeira diretoria da Associação Brasileira de Escoteiros.

(Continua).



Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h13
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   SOBRE O BLOG EDUCAÇÃO É HISTÓRIA




Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos cientí­ficos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase aos estudos sobre História da Educação e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA completou um ano de atividades na rede Web no último dia 08 de dezembro. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 12 meses, o blog recebeu 21.717 visitas. Atualizado diariamente, o blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 76 outros importantes endereços da rede Web e publicou informações sobre 24 eventos. Também foram publicados, nesse mesmo período, 298 textos sob a a forma de artigo, 51 notícias e 14 resenhas bibliográficas.




Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h24
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SEMINÁRIO INTERNACIONAL: A PESQUISA EM EDUCAÇÃO: DILEMAS E PERSPECTIVAS

Data: 18, 19, 20 e 21 de dezembro de 2006

Local: Cidade Universitária José Aloísio de Campos - São Cristóvão - SE

O Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação promoverá, nos dias 18, 19, 20 e 21 de dezembro o II Seminário Internacional com o tema “A pesquisa em educação – dilemas e perspectivas”. O grupo é coordenado pelo professor Dr. Jorge Carvalho do Nascimento e pela professora Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas, e é composto por alunos e demais professores dos cursos de graduação e pós- graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe e de outras instituições superiores de ensino. No ano de 2006, a abrangência do II Seminário Internacional envolverá temas relacionados às linhas de pesquisa: História, Sociedade e Educação, e Novas Tecnologias, Educação e Trabalho. Assim como na edição do ano passado, os principais objetivos do II Seminário Internacional são divulgar os estudos que têm sido desenvolvidos sobre essas temáticas no Brasil e, especialmente, em Sergipe, socializar procedimentos, métodos e técnicas de pesquisa sobre a história da educação e atrair a atenção de novos pesquisadores para os temas. Maiores informações podem ser obtidas através do e-mail: grupohistoriaufs@yahoo.com.br Os resumos dos minicursos e os trabalhos completos serão divulgados em CD-ROM. . PROGRAMAÇÃO: 18/12/2006 8 às 12 horas – Conferência de abertura: Prof. Dr. Elizeu Clementino (UNEB). Tema: “A pesquisa em Educação: dilemas e perspectivas”. 14 às 18 horas - Mesa-redonda: Perspectivas e fontes de pesquisa em História da Educação. Conferencistas: Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (UFS) Profa. Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas (UFS) Profa. Dra. Dilma Maria Andrade (UFS) Profa. Dra. Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento (UNIT) 18 horas – Lançamento de livros HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO NORDESTE DO BRASIL Organizadores: Jorge Carvalho do Nascimento e José Gerardo Vasconcelos Editora da Universidade Federal do Ceará TEMPOS NARRATIVAS E FICÇÕES: a invenção de si. Organizador: Elizeu Clementino de Souza. Editora da PUCRS/Editora da UNEB. AUTOBIOGRAFIA, HISTÓRIA DE VIDA E FORMAÇÃO: pesquisa e ensino. Organizadores: Elizeu Clementino de Souza e Maria Helena Menna Barreto de Abrahão. Editora PUCRS/EDUNEB. O CONHECIMENTO DE SI: estágio e narrativas de formação de professores. Elizeu Clementino de Souza. Editora DP&A/UNEB. 19/12/2006 8 às 12 horas - Minicursos 14 às 18 horas – Apresentação de comunicações. 20/12/2006 8 às 12 horas - Conferência: Profa. Dra. Denice Bárbara Catani USP. Tema: “MAPAS,ENSAIOS E INTERVENÇÕES: Questôes na produção e circulação dos estudos educacionais”. 14 às 18 horas - Mesa-redonda: Educação e trabalho: abordagens contemporâneas. Conferencistas: Prof. Dr. Bernard Charlot (Paris/UFS) Profa. Dra. Vera Lúcia Bueno Fartes (UFBA) Profa. Dra. Maria Helena Santana Cruz (UFS) 18 horas – Lançamento do livro A IDÉIA DE UNIVERSIDADE: RUMOS E DESAFIOS. Organizadores: Maria Abádia da Silva e Ronalda Barreto Silva. Editora: Líber Livro. 21/12/2006 8 às 12 horas – Apresentação de comunicações LOCAL DAS INSCRIÇÕES: Sala da Revista do Mestrado em Educação, bloco Departamental II- 1º. Andar, Cidade Universitária “Prof. Dr. José Aloísio de Campos”Jardim Roza Elze, s/n. São Cristóvão – Sergipe. Telefone: (0XX79) 3212-6759 ou pelo celular 8806 0927 Responsável: Profa. M.Sc. Vera Maria dos Santos. EIXOS TEMÁTICOS: 1. Intelectuais da Educação 2. Instituições e Práticas Escolares 3. Formação Docente 4. Educação e Trabalho 5. Novas Tecnologias em Educação MINICURSOS: (4 horas de duração) 1. As Humanidades na Ratio Studiorium. Prof. M.Sc. Vera Maria dos Santos e Prof. M.Sc. Raylane Andreza Dias Navarro Barreto 2. A literatura como fonte para a História da Educação. Prof. M.Sc. Ana Luzia Santos e Prof. M.Sc. Cristiane Vitório de Souza 3. A pesquisa em Instituições de ensino. Profa. M.Sc. Aristela Arestides de Lima 4. Formação do trabalhador – novas competências. Profa. Silmeri Alves Santos de Souza (MestrandaemEducação) 5. A história das medidas Profa. M. Sc. Marilene Santos



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h24
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"Liberalismo y educación del pueblo"

Pablo MONTESINO, "Liberalismo y educación del pueblo", edición de Bernat
Sureda García, Madrid, Editorial Biblioteca Nueva (Serie "Clásicos de la
Educación"), 2006, 329 pp. ISBN 84-9742-609-6.

Esta edición recoge una selección de los artículos que el pedagogo
español Pablo Montesino publicó en el "Boletín Oficial de Instrucción
Pública" entre 1841 y 1846. En ellos Montesino presenta sus ideas sobre
lo que debe ser la educación del pueblo, la función moralizadora de la
escuela, la importancia de las escuelas de párvulos, la necesidad de
formar adecuadamente a los maestros y los métodos de enseñanza. Pablo
Montesino (1781-1849) inspiró las primeras fases de la implantación del
sistema educativo liberal en España y contribuyó a crear el modelo de
escuela elemental contemporánea. Diputado liberal en las Cortes del
Trienio Constitucional, tuvo que exilarse en Inglaterra con la
restauración del absolutismo. A su regreso, después de la muerte de
Fernando VII, fue el primer director y profesor de Pedagogía de la
Escuela Normal de Madrid y director del "Boletín Oficial de Instrucción
Pública". Buen conocedor de la pedagogía europea de su época, divulgó en
España la labor de los más importantes pedagogos y los avances de la
instrucción en otros países. La importancia que concedió a la formación
de los maestros como pieza clave de cualquier reforma en educación dan a
su obra una gran actualidad y la convierten en un referente interesante
para cualquier planteamiento de modernización educativa.



Categoria: Informação bibliográfica
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h22
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VIII CONGRESO IBEROAMERICANO DE HISTORIA DE LA EDUCACIÓN LATINOAMERICANA

Data: Entre el 30 de octubre y 2 de noviembre de 2007

Local: Ciudad de Buenos Aires (Argentina)

Contactos, cruces y luchas en la historia de la educación latinoamericana Primera Circular El VIII Congreso Iberoamericano de Historia de la Educación Latinoamericana se plantea comprender y analizar la historia de los contactos culturales y pedagógicos en América Latina. Para ello propone recuperar tanto los procesos de mezcla, fusión e hibridación como las tensiones entre tradiciones locales, nacionales, regionales y continentales que se manifestaron en las prácticas concretas, en las producciones intelectuales y en las políticas educativas que tuvieron lugar en la historia del Continente. Es claro que los contactos no fueron siempre armoniosos, sino que estuvieron signados por tensiones y conflictos. Por eso la educación latinoamericana fue un espacio de lucha donde distintos sujetos individuales y colectivos postularon visiones y tácticas disímiles marcadas por la asimetría y la desigualdad. En esos cruces emergieron propuestas restrictivas y propuestas democratizadoras que conllevaron estrategias de conocimiento y emprendimientos educativos de distinto alcance. El Congreso tiene como interés especial promover el análisis histórico sobre las múltiples relaciones entre sujetos, comunidades, instituciones y Estados, así como sobre las marcas ocasionadas por las fracturas que atraviesan la historia de la educación latinoamericana. LUGAR Y FECHA DE REALIZACION DEL CONGRESO El VIII Congreso Iberoamericano de Historia de la Educación Latinoamericana se llevará a cabo en la Ciudad de Buenos Aires (Argentina) entre el 30 de octubre y 2 de noviembre de 2007. INSTITUCION ORGANIZADORA Sociedad Argentina de Historia de la Educación OBJETIVOS El VIII Congreso Iberoamericano de Historia de la Educación Latinoamericana hace suyos los siguientes objetivos propuestos por el VII Congreso Iberoamericano de Historia de la Educación Latinoamericana realizado en Quito (Ecuador) en 2005: -Contribuir a la comprensión de las relaciones pasado-presente entre la educación, la cultura y la sociedad en América Latina, como soportes fundamentales de las condiciones y transformaciones de fondo de estas sociedades. -Reflexionar sobre los diferentes enfoques y metodologías de la investigación en el campo de la historia de la educación y valorar su desarrollo y avance científico. -Ampliar y consolidar redes de intercambio y cooperación académica de carácter individual o institucional para favorecer el estudio de la historia educativa regional. -Impulsar mecanismos de comunicación académica entre grupos especializados e interdisciplinarios que propicien el análisis histórico comparativo. -Analizar y debatir sobre los problemas contemporáneos del desarrollo de la educación en nuestros países, señalando las debilidades y fortalezas, las similitudes y diferencias en los grandes procesos de reformas educativas del siglo XX. Y agrega los siguientes: -Promover la discusión historiográfica sobre los estudios de historia de la educación en América Latina. -Propiciar la realización de balances históricos sobre el papel jugado por la educación en la construcción de la esfera pública en América Latina. -Estimular la ampliación de trabajos que investiguen sobre los distintos sujetos de la educación latinoamericana, recuperando la pluralidad y la heterogeneidad que los constituye. -Fortalecer la participación de las nuevas generaciones de historiadores de la educación y la cosolidaciòn de espacios de investigaciòn y docencia sobre la historia de la educaciòn latinoamericana TEMAS DEL CONGRESO 1. Historiografía de la educación 2. Historia del currículo y de los saberes escolares 3. Cultura política y educación en la historia de América Latina 4. Historia de la enseñanza de la lectura y escritura 5. Historia de las prácticas pedagógicas, escolares y educativas 6. Historia de la formación docente 7. Interculturalidad en la historia de la educación 8. Estudios de género en la historia de la educación 9. Historia del pensamiento pedagógico 10. Historia de los movimientos y las luchas sociales por educación 11. Historia de las Universidades y la formación de intelectuales 12. Historia de la Infancia y la juventud ORGANIZACIÓN DEL CONGRESO Como en ocasiones anteriores, el Congreso tiene como organización básica la construcción de paneles temáticos propuestos por Coordinadores o armados por la Comisión Organizadora. Ponencias Libres: serán enviadas por el o los autores (en un máximo de tres) a uno de los Temas del Congreso. La Comisión Organizadora las ubicará en paneles afines Paneles propuestos: serán enviados por sus Coordinadores a alguno los Temas del Congreso, y deberán contar con un mínimo de seis y un máximo de doce integrantes de distintos países. Deberán tener comentaristas, pudiendo serlo los mismos Coordinadores u otras personas sugeridas por estos. La propuesta debe contar de: -Titulo del Panel. -CV mínimo de los Coordinadores (máximo de dos) y de los Comentaristas (máximo de dos). -Resúmenes de las ponencias incluidas en el Panel. CRONOGRAMA Antes del 30 de abril: Presentación de propuestas de paneles y de resúmenes de ponencias libres 31 de mayo: Comunicación de su aceptación. Antes del 31 de agosto: Presentación de ponencias completas para su publicación electrónica COMITÉ CIENTIFICO ORGANIZADOR Pablo PINEAU (UBA) Teresa ARTIEDA (UNNE) Adrián ASCOLANI (UNR) Sandra CARLI (UBA) Delfina DOVAL (UNER) Inés DUSSEL (FLACSO) Cristina LINARES (UNLu) Laura MANOLAKIS (UNQ) Lidia RODRIGUEZ (UBA) Myriam SOUTHWELL (UNLP) Mirta TEOBALDO (UNComahue) COMITE CIENTIFICO ASESOR Rubén CUCUZZA (UNLu) Edgardo OSSANNA (UNER) Adriana PUIGGROS (UBA) SECRETARIA GENERAL Belen MERCADO (UBA) Los idiomas oficiales del Congreso son el español y el portugués. Por cualquier consulta, dirigirse a: cihela2007@yahoo.com.ar



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h20
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ADIADO ENCONTRO QUE ANALISARÁ SOCIOLOGIA DA BIOGRAFIA


 

             Foi adiado para a data de 22 de dezembro o encontro inicialmente previsto para o dia 24 de novembro de 2006, a partir das 14:oo horas, dentro da programação do Seminário "O mundo de Gilberto Freyre, para debater a obra CONTRIBUIÇÃO PARA UMA SOCIOLOGIA DA BIOGRAFIA. A exposição do tema será feita por Samuel Barros de Medeiros Albuquerque (Professor do Departamento de História e aluno do Mestrado em Educação da UFS). Na mesma opórtunidade será discutido O AÇUCAR. Este texto será apresentado por Joaquim Tavares da Conceição (Aluno do Mestrado em Educação da UFS). As reuniões do Seminário ocorrem sempre no auditório do Arquivo do Poder Judiciário do Estado de Sergipe. O encontro do dia 22 de dezembro encerrará as atividades do Seminário.

           Sociologia da Medicina é o título da obra de Gilberto Freyre que esteve em debate no dia 27 de outubro de 2006. O tema foi apresentado pelo Prof. Dr. Jônatas Meneses, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da Universidade Federal de Sergipe. 

A obra de Gilberto Freyre é o ponto central de articulação do seminário "O mundo de Gilberto Freyre". O evento foi aberto no dia 24 de fevereiro com a conferência do Prof. Dr. Francisco José Alves, do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe, sobre o tema Casa Grande & Senzala. No dia 31 de março o Prof. Dr. Ulisses Rafael Neves, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da UFS, abordou o tema SOBRADOS E MUCAMBOS. No dia 05 de maio de 2006, o Prof. Dr. José Rodorval Ranmalho, do Departamento de Ciências Sociais e do Mestrado em Sociologia da UFS abordou o tema ORDEM E PROGRESSO. O Prof. Msc. Antônio Samarone de Santana, do Departamento de Medicina da UFS apresentou no dia 26 de maio o livro NORDESTE, de Gilberto Freyre. No dia 16 de junho de 2006 foi discutido o texto OS INGLESES NO BRASIL, apresentado pela Profa. Dra. Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento, da Universidade Tiradentes - Unit. A Profa. Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas apresentou a obra UM ENGENHEIRO FRANCÊS NO BRASIL, no dia 28 de julho de 2006. O livro NÓS E A EUROPA GERMÂNICA, foi apresentado no dia 25 de agosto de 2006 pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (Professor do Departamento de História e do Mestrado em Educação da UFS). No dia 29 de setembro de 2006 foi discutido o livro MODOS DE HOMEM E MODAS DE MULHER, em apresentação feita pela Profa. Cristiane Vitório de Souza (Mestra em Educação pela UFS). O seminário é organizado pelo Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe - GEPHE. Interessados devem entrar em contato através do e-mail jorge@ufs.br















Categoria: Noticias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h16
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   SOBRE O BLOG EDUCAÇÃO É HISTÓRIA


Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos cientí­ficos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase aos estudos sobre História da Educação e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA completou um ano de atividades na rede Web no último dia 08 de dezembro. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 12 meses, o blog recebeu 21.717 visitas. Atualizado diariamente, o blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 76 outros importantes endereços da rede Web e publicou informações sobre 24 eventos. Também foram publicados, nesse mesmo período, 298 textos sob a a forma de artigo, 51 notícias e 14 resenhas bibliográficas.




Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h15
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

http://www.cedu.ufal.br/evento/epenn

Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

COMISSÃO ORGANIZADORA INSTITUIÇÕES PROMOTORAS: Fórum de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Educação Norte e Nordeste associados à ANPED, composto pelos 14 (catorze) programas de pós-graduação Stricto Sensu em educação das seguintes instituições de ensino superior: Universidade Estadual da Bahia - UNEB (Coordenação do FORPRED-Norte/Nordeste) Coord. Nadia Hage Fialho - nadiahfialho@gmail.com, forpred-nne@yahoogrupos.com.br Universidade Estadual do Ceará - UECE Coord. José Albio Moreira de Sales - albio@uece.br Universidade Estadual do Pará - UEPA Coord. Ivanilde Apoluceno de Oliveira - nildeapoluceno@uol.com.br Universidade Federal de Alagoas - UFAL Coord. Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - ppge@cedu.ufal.br Universidade Federal do Amazonas - UFAM Coord. Maria das Graças Sá Peixoto Pinheiro - cppge@ufam.edu.br Universidade Federal da Bahia - UFBA Coord. Roberto Sidnei Macedo - rsmacedo@terra.com.br Universidade Federal do Ceará - UFC Coord. Herminio Borges Neto - herminio@ufc.br Universidade Federal do Maranhão - UFMA Coord. Mariza Borges Wall Barbosa de Carvalho - mariwall@uol.com.br Universidade Federal do Pará - UFPA Coord. Terezinha Fátima Andrade Monteiro dos Santos - tefam@ufpa.br Universidade Federal da Paraíba - UFPB Coord. Adelaide Alves Dias - adelaidedias@oi.com.br Universidade Federal de Pernambuco - UFPE Coord. Aida Maria Monteiro Silva - eduufpe@ufpe.br Universidade Federal do Piauí - UFPI Coord: Ivana Maria Lopes de Melo - Ibiapina - anavi@secrel.com.br Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Coord. Márcia Maria Gurgel Ribeiro - mgurgel@ufrn.br Universidade Federal de Sergipe - UFS Coord. Jorge Carvalho do Nascimento - jorge@ufs.br COMISSÃO ORGANIZADORA LOCAL: Instituição Organizadora: Programa de Pós-Graduação em Educação - Centro de Educação - Universidade Federal de Alagoas Coordenação Geral: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Coordenação Adjunta: Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Orçamento e Finanças: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Orçamento e Finanças: Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Anamelea de Campos Pinto - anamelea@gmail.com Neiza de Lourdes Frederico Fumes Maria das Graças Loiola Madeira Comissão de Tecnologia da Informação: Anamelea de Campos Pinto - anamelea@gmail.com Laura Cristina Vieira Pizzi - lcvp@fapeal.br Rui Alexandre Rodrigues Brandão Figueira - rui@nti.ufal.br Fabrício Farias dos Santos - paitoweb@gmail.com Comissão de Patrocínio e Vendas: Maria Auxiliadora da Silva Cavalcante - masc@fapeal.br Luis Paulo Leopoldo Mercado - lpm@fapeal.br Comissão de Mobilização e Divulgação: Adriana Almeida Sales de Melo



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h15
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

http://www.cedu.ufal.br/evento/epenn

Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

TRABALHOS / NORMAS 1. Normas para Submissão de Trabalhos: (Fazer download em arquivo ".doc") 1.1 COMUNICAÇÃO ORAL a) Será considerada Comunicação Oral, ensaios, estudos e resultados de pesquisa abordando temáticas novas ou já estabelecidas na área da Educação, que evidenciem elaboração teórica e rigor conceitual na análise. b) O texto deverá ter formato de artigo, com problemática anunciada e desenvolvida, conclusões e referências bibliográficas, estruturado em torno de 8 (oito) a 12 (doze) páginas, excetuando-se as referências e os anexos. A digitação e a formatação do texto devem seguir as orientações abaixo. c) Fonte da letra: Times New Roman, tamanho 12. d) O resumo da Comunicação Oral deve conter no máximo 1.200 caracteres, incluindo os espaços, em espaço simples. Conter no final, de três a cinco palavras-chave. e) O texto deve ser inédito no Brasil até a sua apresentação no 18º EPENN. f) As citações e as notas devem seguir as normas da ABNT em vigor. g) As referências devem ficar localizadas ao final do texto, contendo exclusivamente as obras citadas. h) Os quadros, tabelas, gráficos, figuras (fotografias ou desenhos) devem vir após as referências, com indicação de fonte (quando for o caso). i) Digitação e Formatação das Comunicações Orais: Formato de arquivo: "doc", "pdf" ou "rtf"; Fonte: Times New Roman, tamanho 12; Papel tamanho A4; Margem superior e inferior com 2,5 cm; Margem esquerda e direita com 3 cm; Espaçamento entre linhas: 1,5 cm; Alinhamento: Justificado; Páginas numeradas a partir da segunda (no alto, à direita); Nome do arquivo com o texto a ser anexado na submissão, deve conter as primeiras palavras do título do texto; Título em maiúsculo/negrito com alinhamento centralizado; Observação: Os trabalhos que não atenderem às normas de formatação e da ABNT serão automaticamente eliminados. Atenção: O texto não pode conter em seu decorrer qualquer tipo de identificação, ou seja, qualquer referência explícita da autoria no corpo ou em rodapé e/ou nome de Projeto/Pesquisa, Grupo de Pesquisa, CPF dos autores, etc. Caso ocorra a identificação em forma ou local diferente do autorizado, o trabalho será excluído pela Comissão Avaliadora por quebra de anonimato. Considera-se quebra de anonimato: autocitação explícita do autor no corpo do texto ou nas referências do trabalho; marcas de revisão presentes no texto, oriundas de ferramentas de informática, que permitam a identificação da autoria. O material aceito para apresentação e/ou publicação será utilizado em sua versão original, ou seja, os arquivos enviados não são passíveis de substituição e/ou modificações posteriores. A revisão do(s) trabalho(s) é de responsabilidade do(s) autor(es); Exigir-se-á a presença de um dos autores do trabalho para a sua apresentação. Em caso de alunos de I.C., será exigida a presença do professor-orientador da pesquisa para a sua apresentação. Todos os trabalhos aceitos serão publicados. No caso de trabalhos recusados, o(s) autor(es) poderá(ão) solicitar revisão do parecer, dentro do prazo previsto no cronograma. Cada autor poderá inscrever até 3 (três) trabalhos (Comunicações Orais e/ou Pôsters), sendo 1 (um) individual e 2 (dois) em co-autoria ou 3 (três) em co-autoria. No caso de inscrição de trabalho para apresentação nas sessões de Comunicação Oral, o aluno de I.C. deverá cumprir a condição de co-autor, juntamente com orientador. A taxa de inscrição será cobrada individualmente por autor e co-autor(es), e não por trabalho. As Comunicações Orais só serão avaliadas após a confirmação do pagamento da inscrição do autor e de todos co-auores, sem exceção. As Comunicações orais serão publicadas no caderno de resumos e na íntegra em CD-ROM. 1.2 PÔSTER a) O objetivo do pôster é apresentar o resultado de estudos e pesquisas iniciados ou concluídos, de trabalhos realizados e experiências, devendo ter formato de artigo, de 6 e 8 páginas, incluídas as notas, as referências, os quadros ou tabelas, se for o caso; b) A apresentação gráfica do pôster selecionado deverá conter os seguintes itens: título, nome(s) do(s) expositor(es) e da(s) Instituição(ões), introdução, problema/questões, objetivos, metodologia, resultados e/ou conclusões. A medida proposta é de 1,20m de altura e 80cm de largura. O esquema gráfico do pôster deverá ser apresentado em folha tamanho A4 (média de 10 folhas A4); c) Recomenda-se, durante a apresentação, a distribuição de folderes ou panfletos com informações resumidas sobre o trabalho e formas de contato com o(s) autor(es); d) A digitação e a formatação do texto devem seguir as orientações abaixo. e) O resumo do Pôster deve conter no máximo 1.200 caracteres, incluindo os espaços, em espaço simples. Conter no final, de três a cinco palavras-chave. f) O texto deve ser inédito no Brasil até a sua apresentação no 18º EPENN. g) As citações e as notas devem seguir as normas da ABNT em vigor. h) As referências devem ficar localizadas ao final do texto, contendo exclusivamente as obras citadas. i) Os quadros, tabelas, gráficos, figuras (fotografias ou desenhos) devem vir após as referências, com indicação de fonte (quando for o caso); j) Digitação e Formatação do texto dos Pôsters: Formato de arquivo: "doc", "pdf" ou "rtf"; Fonte: Times New Roman, tamanho 12; Papel tamanho A4; Margem superior e inferior com 2,5 cm; Margem esquerda e direita com 3 cm; Espaçamento entre linhas: 1,5 cm; Alinhamento: Justificado; Páginas numeradas a partir da segunda (no alto, à direita); Nome do arquivo com o texto a ser anexado na submissão, deve conter as primeiras palavras do título do texto; Título em maiúsculo/negrito com alinhamento centralizado; Observação: Os trabalhos que não atenderem às normas de formatação e da ABNT serão automaticamente eliminados. Atenção: O texto não pode conter em seu decorrer qualquer tipo de identificação, ou seja, qualquer referência explícita da autoria no corpo ou em rodapé e/ou nome de Projeto/Pesquisa, Grupo de Pesquisa, CPF dos autores, etc. Caso ocorra a identificação em forma ou local diferente do autorizado, o trabalho será excluído pela Comissão Avaliadora por quebra de anonimato. Considera-se quebra de anonimato: autocitação explícita do autor no corpo do texto ou nas referências do trabalho; marcas de revisão presentes no texto, oriundas de ferramentas de informática, que permitam a identificação da autoria. O material aceito para apresentação e/ou publicação será utilizado em sua versão original, ou seja, os arquivos enviados não são passíveis de substituição e/ou modificações posteriores. A revisão do(s) trabalho(s) é de responsabilidade do(s) autor(es); Exigir-se-á a presença de um dos autores do trabalho para a sua apresentação.



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h12
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

http://www.cedu.ufal.br/evento/epenn

Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES COM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO 1) As inscrições com apresentação de trabalho em sessões de pôsters ou comunicações poderão ser realizadas até 16/01/2007. O pagamento das inscrições como participante não está vinculado à inscrição do trabalho. Ou seja, você pode usufruir das tarifas reduzidas e inscrever seu trabalho a posteriori, respeitando o prazo limite de submissão (16/01/07). Não haverá devolução das taxas de inscrições em nenhuma hipótese. OBS.: A divulgação dos resultados dos trabalhos selecionados será em 10 de março de 2007. O período para solicitação de recursos será de 11 a 25 de março de 2007. -------------------------------------------------------------------------------- 2) As taxas de inscrições para o evento serão cobradas individualmente por autor e co-autor(es), e não por trabalho. Observe alguns casos para que você possa realizar corretamente sua inscrição: Exemplo 1: No caso de um pôster produzido por 2 estudantes de iniciação científica e seu orientador, deverão ser realizadas inicialmente as 3 inscrições dos participantes. Em seguida, deverá ser feita a inscrição do trabalho, indicando o número do CPF de cada um dos seus autores. Exemplo 2: Uma comunicação oral de autoria de 1 mestrando e seu orientador, terá 2 inscrições. Em seguida, deverá ser feita a inscrição do trabalho, conforme exemplo anterior. OBS.: Em trabalhos com mais de um autor, a falta de pagamento de um dos participantes implicará na exclusão automática do trabalho, sem restituição de qualquer valor pago. Informamos ainda que o trabalho não será encaminhado à comissão avaliadora. -------------------------------------------------------------------------------- 3) As sessões de pôsters são constituídas de estudantes de graduação, de pós-graduação ou professores. Os autores deverão estar presentes, para discussão de seus trabalhos. Cada pôster disporá de um espaço de 1 m x 0,70 m, e o autor será responsável pelo material necessário para a sua montagem. -------------------------------------------------------------------------------- 4) As sessões coordenadas dos GT serão constituídas de, no máximo, oito (8) comunicações por sala. O tempo total de duração da sessão coordenada será de 2h30, com debates, conforme programação. Informamos que só serão disponibilizados retro-projetores para as apresentações. -------------------------------------------------------------------------------- 5) As inscrições no evento dão direito a participar de APENAS 01 (um) mini-curso, respeitando-se o limite de vagas. Os mini-cursos serão ministrados nos dias 02, 03 e 04 de julho de 2007, no horário de 8 h às 10 h. Ao preencher o formulário de inscrição do mini-curso, o participante poderá informar até 4 opções, por ordem de preferência. A relação dos mini-cursos e as vagas existentes em cada um, estarão disponíveis no site a partir do dia 12/03/07. O preenchimento das vagas atenderá a ordem das inscrições dos formulários dos mini-cursos (dentre aquelas com o pagamento já efetuado). O sistema alocará automaticamente a primeira das opções selecionadas que tenha vaga disponível. -------------------------------------------------------------------------------- 6) O pagamento, cujo valor varia de acordo com a categoria do candidato e o período de inscrição (conforme tabela abaixo), deverá ser feito mediante depósito bancário identificado (CPF do participante) no Banco do Brasil, conta corrente nº 18.920-0, agência 3057-0 - Campus Universitário. TAXAS DE INSCRIÇÃO: Categoria até 30/11/2006 de 01/12/2006 a 16/01/2007 de 17/01/2007 a 01/07/2007 Estudante R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 90,00 Professor / Pesquisador R$ 140,00 R$ 160,00 R$ 180,00 --------------------------------------------------------------------------------



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h11
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

http://www.cedu.ufal.br/evento/epenn

Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES SEM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO 1) As inscrições sem apresentação de trabalho poderão ser realizadas até 01/07/2007, início do evento. Não haverá devolução das taxas de inscrições pagas em nenhuma hipótese. -------------------------------------------------------------------------------- 2) As inscrições no evento dão direito a participar de APENAS 01 (um) mini-curso, respeitando-se o limite de vagas. Os mini-cursos serão ministrados nos dias 02, 03 e 04 de julho de 2007, no horário de 8 h às 10 h. Ao preencher o formulário de inscrição do mini-curso, o participante poderá informar até 4 opções, por ordem de preferência. A relação dos mini-cursos e as vagas existentes em cada um, estarão disponíveis no site a partir do dia 12/03/07. O preenchimento das vagas atenderá a ordem das inscrições dos formulários dos mini-cursos (dentre aquelas com o pagamento já efetuado). O sistema alocará automaticamente a primeira das opções selecionadas que tenha vaga disponível. -------------------------------------------------------------------------------- 3) O pagamento, cujo valor varia de acordo com a categoria do candidato e o período de inscrição (conforme tabela abaixo), deverá ser feito mediante depósito bancário identificado (CPF do participante) no Banco do Brasil, conta corrente nº 18.920-0, agência 3057-0 - Campus Universitário. TAXAS DE INSCRIÇÃO: Categoria até 30/11/2006 de 01/12/2006 a 16/01/2007 de 17/01/2007 a 01/07/2007 Estudante R$ 70,00 R$ 80,00 R$ 90,00 Professor / Pesquisador R$ 140,00 R$ 160,00 R$ 180,00 --------------------------------------------------------------------------------



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h08
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XVIII Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste - EPENN

http://www.cedu.ufal.br/evento/epenn

Data: 01 a 04/07/2007

Local: Maceió-AL

INSCRIÇÕES Neste evento há possibilidade de se inscrever sem apresentação de trabalho(s) ou com apresentação. Clique abaixo na opção desejada para visualizar as suas respectivas instruções. (1) Inscrições sem apresentação (até 01/07/2007) (2) Inscrições com apresentação (até 16/01/2007)



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h07
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   SOBRE O BLOG EDUCAÇÃO É HISTÓRIA



Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos cientí­ficos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase aos estudos sobre História da Educação e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA completou um ano de atividades na rede Web no último dia 08 de dezembro. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 12 meses, o blog recebeu 21.717 visitas. Atualizado diariamente, o blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 76 outros importantes endereços da rede Web e publicou informações sobre 24 eventos. Também foram publicados, nesse mesmo período, 298 textos sob a a forma de artigo, 51 notícias e 14 resenhas bibliográficas



Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h05
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FORPREDO REPUDIA DEMISSÕES NA UNIMEP II

A Área da Educação se manifesta também para que os professores demitidos sumariamente, alguns após vencerem por quase unanimidade processos eleitorais que os colocavam em postos administrativos e de gestão acadêmica, sejam readmitidos, pela importância que cada um deles tem no cenário da educação brasileira. Destacamos, em particular, os seguintes professores, renomados pesquisadores do cenário educacional brasileiro:
Prof. Dr. Bruno Pucci – ex-diretor da Faculdade de Educação, há seis anos coordenador do PPGE/Unimep e atual Coordenador Regional do Fórum dos coordenadores de Pós-Graduação em Educação da ANPED ;
Prof. Dr. Júlio Romero Ferreira – atual membro da Comissão de Avaliação para a Área de Educação, da CAPES, ex-coordenador do Programa e ex-diretor do antigo centro de Ciências Humanas da Unimep; 
Profa. Dra. Maria Cecília Carareto Ferreira - ex-diretora do Centro de Ciências Humanas da Unimep ; e 
Profa Dra Roseli Pacheco Schnetzler – coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas de Formação de Professores do PPGE/Unimep.
O FORPRED coloca-se ao lado de todos os professores demitidos, e também da UNIMEP, que é uma das mais importantes instituições do país, solicitando de Vossa Magnificência que estes professores, que com sua convicção, determinação, competência política e reconhecida excelência acadêmica, ajudaram a tornar viável a instituição, pelo seu exaustivo trabalho e vida que aí depositaram, sejam reincorporados a esta instituição e novamente, por meio da gestão democrática, da estrutura colegiada e da vocação pública, características fundantes de sua história, equacionar e superar a séria crise que está vivendo. 
 

Com este abaixo-assinado manifestamos nossa certeza de que, mais uma vez, a Reitoria da Universidade Metodista de Piracicaba e a Igreja Metodista saberão encontrar soluções para a difícil situação da Universidade: soluções que não a descaracterizem e que garantam a continuidade e o aprimoramento de toda a universidade brasileira.

 
 
Assinado por 82 coordenadores de Pós-Graduação reunidos no FORPRED.



Categoria: Noticias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h03
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FORPRED REPUDIA DEMISSÕES NA UNIMEP

Ao Magnífico Reitor da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) e Presidente do Conselho Diretor do Instituto Educacional Piracicabano (IEP)
Prof. Dr. David Ferreira Barros                                                                       
 
O Fórum Nacional dos Coordenadores de Pós-Graduação em Educação (FORPRED), sócios institucionais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), vem por meio deste abaixo-assinado manifestar sua solidariedade aos professores – vários deles importantes pesquisadores do cenário educacional brasileiro – demitidos sumariamente por essa instituição, de maneira quase anônima e impessoal. Ao mesmo tempo, o Fórum solicita que estes processos sejam revertidos pois a UNIMEP faz parte da história significativa de civilidade, competência acadêmica e de caráter público que as instituições confessionais e comunitárias carregam.
Entendemos que a maneira pela qual as demissões foram realizadas rompe com as práticas de democracia, negociação e respeito aos processos eleitorais na gestão de uma universidade confessional, de caráter público, conquistadas não apenas pelos pesquisadores e professores dessa instituição, mas por todos aqueles que ao longo destes anos vêm se colocando na árdua luta cotidiana pela democratização e pela justiça social em nosso país.
Sabemos que o patrimônio, não só econômico, mas sobretudo acadêmico e de excelência foi construído por esses docentes, agora demitidos. Não é possível admitir que a UNIMEP tenha construído essa forma de gestão, como estratégia para a construção de seu patrimônio material, acadêmico-científico e que, em momentos de crise, abra mão da sua própria história duramente construída. Além do que, esta demissão significa uma grave ruptura de orientação e docência com os estudantes que arcaram financeiramente com a instituição.
Entendemos que a UNIMEP sempre se diferenciou das instituições de ensino superior de caráter eminentemente mercantil e lucrativo. Concordamos, também, que este processo de expansão acelerado de privatização e competição, que barateou o ensino superior, incidiu e contaminou de maneira dramática as instituições confessionais e comunitárias, que necessitaram se adequar financeiramente a esta nova ordem econômica de gestão de universidades; porém  é inadmissível que o enfrentamento desta crise seja levado a cabo sem aqueles que construíram sua história e seu patrimônio.
(Continua).



Categoria: Noticias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 12h02
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA IV

As designações escoteiro e escotismo foram utilizadas no Brasil, intensivamente, a partir de 1914, quando da fundação da Associação Brasileira de Escoteiros – ABE, em São Paulo. Até então, escoteiro era quem viajava livre, desembaraçado, sem comitiva, sem bagagem, enquanto escotismo era a doutrina de Escoto, teólogo da doutrina de Santo Thomaz de Aquino. Ao final da década de 10, sob a alegação de natureza semântica, foi também adotado o termo Escoteirismo, que caiu em desuso pouco mais tarde.

Quando se analisa a implantação do escotismo no Brasil, algumas vezes é costume tomar discursos referentes a formas de apropriação, confundindo-os com os fundamentos do escotismo. É necessário que os discursos acerca da implantação do Escotismo no Brasil considerem o ponto de vista historiográfico e analisem os seus caminhos, a sua circulação e a sua apropriação, repensando estratégias interpretativas.

O movimento escoteiro no Brasil consolidou-se por dois caminhos: o da criação de grupos de escoteiros, por iniciativa de organizações estatais e de instituições da sociedade civil, as mais variadas; e, também, o caminho do escotismo escolar, este quase sempre com financiamento público. Há registros, em vários Estados, dando conta de distintos gastos públicos com o financiamento das atividades escoteiras.

Fundamentalmente, a atividade do escotismo é trabalho voluntário. As atividades escoteiras não interrompem as horas habituais de trabalho que cada um desenvolve nos escritórios, oficinas, escolas. As práticas do Escotismo são exercitadas nas horas livres e o ingresso e a permanência no movimento são inteiramente voluntários. “Estes objetivos são conseguidos através da utilização de um sistema de vários métodos que somente quando utilizados concomitantemente compõem o Método Escoteiro, embora nem sempre num primeiro olhar para um grupo de escoteiros, perceba-se a presença de todos eles interagindo: vida em equipe; atividades progressivas e variadas; aprender fazendo; lei e promessa; desenvolvimento pessoal” (Cf. PEREIRA, Ana Paula Costa. Educação não-formal tendo como exemplo de modelo pedagógico o método escoteiro. Monografia de conclusão do curso de graduação como Bacharel em Pedagogia. Orientadora: Profª. Ana Paula Aquino. Rio de Janeiro, Univercidade, 2004. p. 23).

Pesquisadores como Carlos Roberto Jamil Cury apontam a forte presença do escotismo dentre as organizações sociais que existiram sob um Estado republicano de caráter popular, como foi a República de Weimar, na Alemanha, desde o final da guerra, em 1918. No capítulo destinado a Educação, a Constituição de Weimar garantia a liberdade do ensino, sob a proteção e o fomento do Estado. Dentre as muitas organizações livres de ensino que surgiram na República de Weimar, cresceu de modo significativo a adesão aos grupos de escoteiros.

As raízes do modelo de associação livre adotado por Baden Powell podem ser localizadas nas diversas associações voluntárias existentes na Inglaterra e em outros países do mundo. O aprendizado do auto-governo que o Escotismo procurou inculcar na juventude; a prática de reuniões nas quais se decidia coletivamente, sem contudo quebrar o princípio da autoridade e perder a perspectiva da obediência hierárquica; as práticas de responsabilidade moral. Todos esses elementos são constituidores da Pedagogia escoteira. Tais características revelam também ser o escotismo um veículo de ascensão social. Dentre outros objetivos, o movimento escoteiro contribuiu para difundir e manter o que Max Weber designou como “ethos econômico burguês e capitalista entre as amplas camadas das classes médias” (WEBER, 1971, p. 354).

O caráter de associação voluntária do movimento escoteiro pode também ser verificado a partir da constatação de que para ser membro do movimento escoteiro, o menino busca espontaneamente integrar-se a um grupo e tem liberdade de pedir desligamento do escotismo a qualquer momento que deseje. Da mesma maneira, ele aprende a decidir democraticamente pelo voto, dentro da sua patrulha, sobre todos os assuntos, e a escolher, pelo voto, os monitores, isto é, os chefes de patrulha. 

No sentido dado pela lei escoteira, a Pedagogia de Baden-Powell utiliza um método que controla e avalia permanentemente os valores que difunde e as práticas que estabelece, para que o escoteiro aprenda fazendo, viva em equipe, adote atividades que levem ao desenvolvimento pessoal. Essa crença está fundamentada por um sistema de relações entre governo e sociedade, obedecendo a padrões democráticos nos quais o governo exerce o poder, mas quem governa é o povo “através das associações de classe, agremiações, instituições, sociedade livres” (Cf. NASCIMENTO, Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do. EDUCAR, CURAR, SALVAR: uma ilha de civilização no Brasil tropical. São Paulo: PUCSP, 2005. (Tese de Doutorado). p. 205), atuando sobre a educação de forma direta e indireta.

(Continua).



Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h25
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   SOBRE O BLOG EDUCAÇÃO É HISTÓRIA



Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos cientí­ficos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase aos estudos sobre História da Educação e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA completou um ano de atividades na rede Web no último dia 08 de dezembro. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 12 meses, o blog recebeu 21.717 visitas. Atualizado diariamente, o blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 76 outros importantes endereços da rede Web e publicou informações sobre 24 eventos. Também foram publicados, nesse mesmo período, 298 textos sob a a forma de artigo, 51 notícias e 14 resenhas bibliográficas.




Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h29
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SEMINÁRIO INTERNACIONAL: A PESQUISA EM EDUCAÇÃO: DILEMAS E PERSPECTIVAS

Data: 18, 19, 20 e 21 de dezembro de 2006

Local: Cidade Universitária José Aloísio de Campos - São Cristóvão - SE

O Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação promoverá, nos dias 18, 19, 20 e 21 de dezembro o II Seminário Internacional com o tema “A pesquisa em educação – dilemas e perspectivas”. O grupo é coordenado pelo professor Dr. Jorge Carvalho do Nascimento e pela professora Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas, e é composto por alunos e demais professores dos cursos de graduação e pós- graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe e de outras instituições superiores de ensino. No ano de 2006, a abrangência do II Seminário Internacional envolverá temas relacionados às linhas de pesquisa: História, Sociedade e Educação, e Novas Tecnologias, Educação e Trabalho. Assim como na edição do ano passado, os principais objetivos do II Seminário Internacional são divulgar os estudos que têm sido desenvolvidos sobre essas temáticas no Brasil e, especialmente, em Sergipe, socializar procedimentos, métodos e técnicas de pesquisa sobre a história da educação e atrair a atenção de novos pesquisadores para os temas. Maiores informações podem ser obtidas através do e-mail: grupohistoriaufs@yahoo.com.br Os resumos dos minicursos e os trabalhos completos serão divulgados em CD-ROM. . PROGRAMAÇÃO: 18/12/2006 8 às 12 horas – Conferência de abertura: Prof. Dr. Elizeu Clementino (UNEB). Tema: “A pesquisa em Educação: dilemas e perspectivas”. 14 às 18 horas - Mesa-redonda: Perspectivas e fontes de pesquisa em História da Educação. Conferencistas: Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (UFS) Profa. Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas (UFS) Profa. Dra. Dilma Maria Andrade (UFS) Profa. Dra. Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento (UNIT) 18 horas – Lançamento de livros HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO NORDESTE DO BRASIL Organizadores: Jorge Carvalho do Nascimento e José Gerardo Vasconcelos Editora da Universidade Federal do Ceará TEMPOS NARRATIVAS E FICÇÕES: a invenção de si. Organizador: Elizeu Clementino de Souza. Editora da PUCRS/Editora da UNEB. AUTOBIOGRAFIA, HISTÓRIA DE VIDA E FORMAÇÃO: pesquisa e ensino. Organizadores: Elizeu Clementino de Souza e Maria Helena Menna Barreto de Abrahão. Editora PUCRS/EDUNEB. O CONHECIMENTO DE SI: estágio e narrativas de formação de professores. Elizeu Clementino de Souza. Editora DP&A/UNEB. 19/12/2006 8 às 12 horas - Minicursos 14 às 18 horas – Apresentação de comunicações. 20/12/2006 8 às 12 horas - Conferência: Profa. Dra. Denice Bárbara Catani USP. Tema: “MAPAS,ENSAIOS E INTERVENÇÕES: Questôes na produção e circulação dos estudos educacionais”. 14 às 18 horas - Mesa-redonda: Educação e trabalho: abordagens contemporâneas. Conferencistas: Prof. Dr. Bernard Charlot (Paris/UFS) Profa. Dra. Vera Lúcia Bueno Fartes (UFBA) Profa. Dra. Maria Helena Santana Cruz (UFS) 18 horas – Lançamento do livro A IDÉIA DE UNIVERSIDADE: RUMOS E DESAFIOS. Organizadores: Maria Abádia da Silva e Ronalda Barreto Silva. Editora: Líber Livro. 21/12/2006 8 às 12 horas – Apresentação de comunicações LOCAL DAS INSCRIÇÕES: Sala da Revista do Mestrado em Educação, bloco Departamental II- 1º. Andar, Cidade Universitária “Prof. Dr. José Aloísio de Campos”Jardim Roza Elze, s/n. São Cristóvão – Sergipe. Telefone: (0XX79) 3212-6759 ou pelo celular 8806 0927 Responsável: Profa. M.Sc. Vera Maria dos Santos. EIXOS TEMÁTICOS: 1. Intelectuais da Educação 2. Instituições e Práticas Escolares 3. Formação Docente 4. Educação e Trabalho 5. Novas Tecnologias em Educação MINICURSOS: (4 horas de duração) 1. As Humanidades na Ratio Studiorium. Prof. M.Sc. Vera Maria dos Santos e Prof. M.Sc. Raylane Andreza Dias Navarro Barreto 2. A literatura como fonte para a História da Educação. Prof. M.Sc. Ana Luzia Santos e Prof. M.Sc. Cristiane Vitório de Souza 3. A pesquisa em Instituições de ensino. Profa. M.Sc. Aristela Arestides de Lima 4. Formação do trabalhador – novas competências. Profa. Silmeri Alves Santos de Souza (MestrandaemEducação) 5. A história das medidas Profa. M. Sc. Marilene Santos



Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h27
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA III

O escotismo também está organizado em Modalidades, com o objetivo de satisfazer os desejos e interesses das crianças e dos jovens. Na Modalidade básica predominam as atividades em terra e em ambiente mateiro, praticadas por todos os Ramos ou Seções. Na Modalidade do Mar, as atividades predominantes são orientadas para o ambiente náutico e estão destinadas somente para os Ramos Escoteiro e Sênior. Na Modalidade do Ar estão as atividades orientadas para a aeronáutica, voltadas apenas para os Ramos Escoteiro e Sênior.

No ano de 1920, durante o I Jamboree Mundial, realizado na Inglaterra, estiveram presentes 20 mil jovens de 32 países, que deram a Baden Powell o título de Escoteiro-Chefe Mundial. É possível acompanhar o movimento escoteiro pelas representações que os diferentes países enviaram a esses Jamborees.

Tais eventos revelam que a vertiginosa expansão do movimento escoteiro durante as quatro primeiras décadas do século XX enfrentou problemas no final da década de 30, certamente em face da II Guerra Mundial, que perturbou a vida cotidiana em toda a Europa. Assim, de um total de 29 milhões de escoteiros atuando em 54 países, que estiveram representados no Jamboree da Holanda, em 1937, somente 24 milhões de escoteiros, de 38 países, tiveram representantes no Jamboree da França, em 1947. O número de escoteiros representados nesses conclaves continuou declinando, ao longo das décadas de 50, 60, 70 e 80, chegando ao Jamboree da Austrália, em 1988, com representantes de apenas 14,6 milhões de escoteiros. É verdade que o número de países participantes nos eventos mundiais cresceu, chegando a 105, nos Estados Unidos da América, em 1967. Em todo esse período, há uma exceção visível, no ano de 1957, quando se celebrou o centenário do nascimento do lord inglês e o cinqüentenário do acampamento da ilha de Brownsea.

(Continua).



Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h25
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O ESCOTISMO BRASILEIRO COMO ASSOCIAÇÃO VOLUNTÁRIA II

Segundo a União dos Escoteiros do Brasil, o projeto de Baden-Powell frutificou em 216 países e territórios. Contudo, destes, apenas 149 são reconhecidos pela World Organization of the Scout Movement – WOSM, (a Organização Mundial do Movimento Escoteiro). De acordo com tais registros, o Escotismo não é praticado em apenas sete países do mundo.

Atualmente, no Brasil, o movimento escoteiro conta com 65.235 participantes, distribuídos em mais de 1.200 grupos. Dentre os militantes do movimento, cerca de 25 mil são mulheres e 40 mil do sexo masculino. Desse total, quase 30% (18552) estão registrados no Estado de São Paulo.

Não obstante manifestar preocupação com o caráter de associação voluntária que deve ter o movimento escoteiro, Baden-Powell tomou a iniciativa de organizar The Boy Scouts Association por sugestão da Associação Cristã de Moços, em face da “necessidade de fiscalizar e disciplinar as Tropas com ou sem Chefe adulto, que se desviavam para a delinqüência, cujas rivalidades se transformavam em lutas de bandos, e também para evitar que essas tropas caíssem nas mãos de adultos com propósitos imorais” (SANTOS, João Ribeiro dos. Os dirigentes adultos no movimento escoteiro.  San José, Conselho Interamericano de Escotismo, 1983. p. 13).

Como organização internacional, o movimento escoteiro tem na Conferência Mundial de Escotismo a sua maior autoridade. A Conferência equivale a uma assembléia geral das associações escoteiras de todo o mundo, que se reúnem a cada três anos. A partir de 1922, com a criação da WOSM (Organização Mundial do Movimento Escoteiro), as atividades do movimento escoteiro no mundo foram submetidas ao controle de um organismo central. Além de exercer controle sobre o registro internacional de escoteiros, a WOSM foi criada para dar assistência às organizações nacionais do movimento escoteiro. A WOSM tem suas diretrizes definidas pela Conferência Mundial de Escotismo. A Organização Mundial do Movimento Escoteiro trabalha em conjunto com a UNICEF, a UNESCO, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a OMS – Organização Mundial da Saúde, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e também com organizações não governamentais como a Cruz Vermelha, o Crescente Vermelho e o Fundo Mundial pela Natureza. Além disso, mantém estreitas relações com a Associação Mundial das Girls Scouts.

O financiamento internacional das atividades escoteiras é gerenciado pela Fundação Escoteira Mundial, que fornece parte dos recursos financeiros necessários ao apoio e crescimento do Escotismo mundial. A Fundação tem como presidente  honorário o rei Carlos XVI, Gustaf, da Suécia, com a participação de líderes escoteiros de todos os continentes e vários países em sua direção executiva.

As atividades quotidianas do movimento são de responsabilidade do Comitê Mundial de Escotismo. O Comitê é composto por representantes de 12 países, eleitos pela Conferência Mundial, e representa a Conferência durante os intervalos entre as reuniões da Conferência. Tal Comitê é responsável pela organização do Escritório Escoteiro Mundial (World Scout Bureau), sediado em Genebra, na Suíça. O Escritório é um órgão executivo permanente composto por profissionais chefiados por um Secretário-Geral. O Escritório central coordena as atividades de cinco escritórios regionais: o da Região Européia,com sede na Suíça; o da Região Africana, no Quênia; o da Região Árabe, no Egito; o da Região Ásia-Pacífico, nas Filipinas; e, o da Região Interamericana, na Costa Rica.

Em cada país, o escotismo é dirigido pela sua entidade nacional. No Brasil, a UEB - União dos Escoteiros do Brasil é o órgão máximo do escotismo no país. Ela é uma sociedade civil de âmbito nacional que reúne todos os praticantes do escotismo. Seus órgãos dirigentes são a Assembléia Nacional (representada por todas as regiões escoteiras estaduais), a Diretoria Nacional, o Escritório Nacional (órgão executivo) e a Comissão Fiscal Nacional.

Em cada um dos Estados Brasileiros funciona uma Região Escoteira, representante da UEB. As Regiões Escoteiras, em alguns Estados, são divididas em Distritos, aos quais se vinculam os grupos de escoteiros. Quando o número de grupos escoteiros numa Região não é muito elevado, é dispensada a divisão distrital. O Grupo Escoteiro é a unidade na qual as práticas do Escotismo são exercitadas. Cada Grupo Escoteiro - GE possui uma assembléia de Grupo, que é o seu órgão máximo. A Diretoria do Grupo é eleita em assembléia, juntamente com a Comissão Fiscal.

É nas Seções (Ramos) dos Grupos Escoteiros que a prática da Pedagogia de Baden-Powell ganha visibilidade, onde acontece diretamente a aplicação do Método Escoteiro na Alcatéia (Ramo Lobinho, para crianças de sete a dez anos), na Tropa Escoteira (para jovens de onze a catorze anos), na Tropa Sênior (para jovens de quinze a dezessete anos) e no Clã Pioneiro (para jovens de dezoito a vinte e um anos). As Seções, portanto, estão divididas de acordo com as características físicas, psicológicas e com os interesses próprios de cada faixa etária.



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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h04
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