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100.000 ACESSOS - 30 MESES - EDUCAÇÃO É HISTÓRIA
O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA já recebeu mais de 100 mil acessos desde a sua primeira publicação na rede Internet, no dia oito de dezembro de 2005. O centésimo milionésimo acesso foi registrado ontem, dia 13 de junho de 2008, depois de 30 meses e cinco dias de atividade. Este blog tem a pretensão de ser um espaço democrático destinado a publicação de textos, informações, artigos científicos, divulgação de eventos e comentários a respeito dos campos da Educação e da História, com ênfase nos estudos sobre História da Educação, História da Cultura e História da Ciência. O blog é coordenado pelo Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (jorge@ufs.br), a partir do trabalho que realiza o Grupo de Pesquisa em História da Educação da Universidade Federal de Sergipe. O primeiro texto publicado, em 08 de dezembro de 2005, foi um artigo escrito por Jorge Carvalho do Nascimento, tendo como título “A Colônia do Quissamã”. Durante os primeiros 24 meses, o blog recebeu 67.051 visitas, das quais 21.717 nos primeiros doze meses e 45.334 no seu segundo ano. Assim, no primeiro ano de funcionamento o blog recebia uma média de 1.809 visitas por dia, número que se elevou para 3.777 visitas diárias no segundo ano, superando o dobro de visitas diárias, que eram 60 no primeiro ano e passou para 123 no segundo ano de atividades. O blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA mantém link para 90 outros importantes endereços brasileiros e estrangeiros da rede Web e nestes 30 meses de atividade publicou informações sobre 60 eventos nacionais e internacionais. Também foram publicados, nesse mesmo período, 744 textos sob a forma de artigo, 127 notícias e 35 resenhas bibliográficas. São 25 novos artigos a cada mês, além de 4 novas notícias, dois novos eventos e uma resenha bibliográfica inédita a cada 30 dias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h51
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Encontro Sergipano de História - O Legado Intelectual de José Calasans
Data: 07 a 11 de julho de 2008
O Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe realiza bienalmente o Encontro Sergipano de História. O evento vem reunindo pesquisadores e estudantes sergipanos da UFS e de outras instituições interessados em discutir os sujeitos, as práticas e representações da cultura sergipana e nacional na historiografia. A proposta dos encontros visa em primeira mão, a preservação da memória sergipana e, com isso, se constitui como um importante foco de oportunidades de intercâmbio acadêmico ao propiciar a socialização de projetos científicos comuns que põem em relevo os processos de circulação da cultura e dos sujeitos da História.
Este ano, o tema do evento – "O Legado Intelectual de José Calasans" - propõe uma homenagem ao intelectual sergipano que ultrapassou as fronteiras geográficas e contribuiu, de forma significativa, para os estudos culturais brasileiros. Seus trabalhos, destacam o papel de Sergipe na constituição da cultura nacional. Para além do tema central, os eixos temáticos, refletem áreas de interesse que têm aglutinado os trabalhos da pesquisa histórica em nível nacional e nortearão a organização das sessões de comunicações e das mesas redondas.
COMISSÃO ORGANIZADORA
Prof. Dr. Fábio Maza
Profª. Msc. Evelyn de Almeida Orlando
Prof. Msc. Luiz Eduardo Pina Lima
Prof. Evilson Nunes
Prof. Dr. Marcos Silva
Prof. Msc. José Vieira da Cruz
Prof. Andrés Alberto Soto Tello
Prof.ª Priscilla da Silva Góis
Prof. Msc. Fábio Alves dos Santos
Charlisson Silva de Andrade (representante discente)
Rafael Maurício da Silva (representante discente)
COMISSÃO CIENTÍFICA
Prof. Dr. Fábio Maza
Profª. Msc. Evelyn de Almeida Orlando
Prof. Msc. Luiz Eduardo Pina Lima
Prof. Evilson Nunes.
07/07 - SEGUNDA-FEIRA
09h00 às 12h00 - Credenciamento e entrega de material (Hall da Reitoria)
19h00
- Abertura do Evento - Sessão solene -
(Auditório da Reitoria)
- Conferência de abertura: "O Legado Intelectual de José Calasans"
--Palestrante: Prof. Mestre Jairo Carvalho do Nascimento (UNEB-Caitité/BA). -----------------------------
--Coordenação: Prof. Dr. Fábio Maza (UFS)
(Auditório da Reitoria)
08/07 - TERÇA-FEIRA
09h00 às 12h00 - Sessões de comunicações.
19h00 - Mesa Redonda: " José Calasans e a historiografia sergipana" -
Palestrantes: Prof. Dr. Antônio Lindvaldo Souza (UFS)
------------------- -Prof. Dr. Itamar Freitas (UFS)
-Coordenação: Prof. Dr. Petrônio Domingues (UFS)
(Auditória da Reitoria)
09/07 - QUARTA-FEIRA
09h00 às 12h00 - Sessões de Comunicações
19h00
- Mesa Redonda "José Calasans e a contribuição para os institutos Histórico e Geográfico de Sergipe e Bahia".
--Palestrantes: Prof. Dr. Ibarê Dantas (IHGS)
-------------------- Prof. Drª Consuelo Pondé de Senna (IGHBA).
Coordenação: Prof. Drª. Terezinha Oliva (Museu do Homem Sergipano)
(Auditório da Reitoria)
10/07 - QUINTA-FEIRA
09h00 às 12h00 - Mesa redonda "José Calasan e os estudos em História da Educação"
--Palestrantes: Prof. Dr. Jorge Carvalho do Nascimento (UFS)
-------------------- Prof. Msc. Fábio Alves dos Santos (UFS)
--Coordenação: Prof. Dr. Marcos Silva. (UFS)
(Auditório da Reitoria)
19h00 Mini cursos
11/07- SEXTA-FEIRA
09h00 às 12h00
- Mesa redonda "José Calasans e a cultura popular"
Palestrantes: Prof. Ms. Beatriz Góis Dantas (UFS).
-------------------- Prof. Dr. Sérgio Guerra (UCSAL)
-------------------- Prof. Dr. Antônio Fernando Araújo Sá (UFS)
Coordenação: Prof. Dr. Alfredo Julien (UFS)
(Auditório da Reitoria)
19h00 --Mini cursos
MINI CURSOS OFERTADOS
1. “Iniciação à pesquisa folclórica” - Prof. Dr. Francisco José Alves (UFS)
2. “Novas abordagens sobre os anos 20 em Sergipe” - Profª. Msc. Andreza S. Cruz Maynard (UFPE)
3. “A festa como objeto de pesquisa histórica no campo da religiosidade” - Prof. Msc. Claudefranklin Monteiro Santos (FIJAV)
4. “Literatura e impressos: Possibilidades de fontes para estudos em História da Educação” - Profª. Geane Corrêa dos Santos (UFS) e Profª. Sônia Pinto de Albuquerque Melo (FACE)
5. “Historiografia Africana: Encontros e desencontros diaspóricos” - Prof. Msc. Fernando José Ferreira Aguiar (UFS/FIJAV)
6. “História Ambiental: O ensino, a pesquisa e o papel da História no contexto da crise ambiental da atualidade” - Profª. Msc. Fernanda Cordeiro de Almeida (UFS) e Profª. Msc. Valeria Maria Santana Oliveira (UFS)
7. “Fontes para os Estudos Biográficos na História da Educação” - Profª. Msc. Jussara Maria Viana Silveira (UFS/UVA) e Profª. Msc. Maria do Socorro Lima (CEFET-SE)
8. “Técnicas de Ensino em História” - Prof. Anderson Pereira dos Santos (CEFET-SE)
9. “Voltaire e a História” - Prof. Msc. Vladimir de Oliva Mota (FACE)
10. “O Século XVIII e a Literatura” - Profª. Msc. Christine Arndt de Santana (FANESE)
11. “Música: uma estratégia no ensino de História” - Prof. Manuel Prado Neto (SEED-SE)
12. “Etnopesquisa: História Oral – Vozes que documentam” – Prof. Dr. Antônio José dos Santos Costa (UAB/UNEB).
NORMAS PARA COMUNICAÇÕES CIENTÍFICAS
Os trabalhos deverão respeitar os eixos temáticos. Todos os trabalhos deverão ser entreguem em uma via impressa e outra em CD (identificado) com dois arquivos: um com o resumo e o outro com o texto completo. O resumo deve ser digitado em espaço simples, fonte Times New Roman, tamanho 12, até 15 linhas, contendo título (em maiúsculas e negrito), abaixo o nome completo do(s) autor(es) (centralizado e em minúsculas) juntamente com a identificação institucional e na linha seguinte o e-mail do (s) autor (es) com a problemática anunciada e desenvolvida, seus objetivos, explicitando tratar-se de pesquisa concluída ou em andamento. O texto completo deverá ter a forma de artigo digitado em formato A4, fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento entre linhas 1,5 cm, justificado, com as páginas numeradas no canto direito inferior, com, no máximo 12 laudas, incluindo bibliografia e notas de rodapé, contendo título (em maiúsculas e negrito), abaixo o nome completo do(s) autor(es) (centralizado e em minúsculas) juntamente com a identificação institucional e na linha seguinte o eixo temático seguido do texto. Os trabalhos que não atenderem aos critérios estabelecidos não serão submetidos à avaliação. A revisão ortográfica e gramatical é de responsabilidade dos autores.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO.
OS SUJEITOS DA HISTÓRIA.
ENSINO DE HISTÓRIA.
HISTORIOGRAFIA SERGIPANA.
HISTÓRIA DAS RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES.
TEORIAS DA HISTÓRIA.
MOVIMENTOS SOCIAIS.
HISTÓRIA DAS IDÉIAS.
PERIODO DE INSCRIÇÃO:
Com apresentação de trabalhos: até 27/06/08.
Divulgação dos trabalhos aprovados: 30/06/08.
INFORMAÇÕES
* As inscrições, inclusive o pagamento, deverão ser realizados na secretaria do Departamento de História da UFS.
** Inscrições on-line só poderão ser realizadas pelos participantes oriundos de outros estados e deverão seguir os seguintes passos:
1) Preencha a ficha de inscrição online. Acesse Aqui a Ficha de Inscrição.
2) Efetue o Depósito Identificado do valor da inscrição na Conta 19.368-2 - Agência 2611-5 - Banco do Brasil.
3) Envie o comprovante de pagamento para o e-mail esergipano@uol.com.br juntamente com os arquivos dos trabalhos (resumo e texto completo).
VALOR DA INSCRIÇÃO:
Estudantes de graduação da UFS: R$ 15,00
Estudantes de Pós-Graduação: R$ 25,00
Professores: R$ 30,00
Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h50
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IX Congresso Iberoamericano de História da Educação Latinoamericana
Data: 2009
Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - Rio de Janeiro - Brasil
Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2007.
Ilmos. Srs. Integrantes do Congresso Iberoamericano de História da Educação Latinoamericana,
É com grande satisfação que, na qualidade de representante dos pesquisadores brasileiros, organizados na Sociedade Brasileira de História da Educação, comunico aos colegas participantes da organização dos Congressos Iberoamericanos de História da Educação Latinoamericana, que o Brasil acolherá o IX Congresso, a efetivar-se no ano de 2009, tendo a cidade do Rio de Janeiro como local de realização e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro como sede principal.
Esperamos contar com a presença de todos, comprometendo-nos a trabalhar pelo melhor resultado possível, visando a troca acadêmica e a divulgação científica.
Com as saudações dos historiadores brasileiros,
Profa. Dra. Claudia Alves
Presidente da Sociedade Brasileira de História da Educação
Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h30
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XI Simposio Internacional Proceso Civilizador “Civilización, cultura e instituciones”
Data: 1,2,3 y 4 de julio de 2008
Local: Universidad de Buenos Aires - Argentina – Biblioteca Nacional, Ciudad de Buenos Aires
Se trata de un evento científico liderado por un grupo de investigadores y académicos brasileros que se constituye año tras año en un espacio de encuentro inédito con intelectuales intérpretes del pensamiento de Norbert Elias. En esta ocasión, es la primera vez que la Argentina será sede de dicho simposio.
El Instituto de Investigaciones en Ciencias de la Educación, Facultad de Filosofìa y Letras de la Universidad de Buenos Aires por intermedio del proyecto de investigación “Las violencias en la escuela media: sentido, prácticas e instituciones” organiza el XI SIPC.
Los objetivos generales del XI SIPC son:
- Promover la profundización sobre las discusiones del enfoque histórico y sociológico de Elias y sus implicancias para la investigación educativa, específicamente en sus conexiones con las temáticas de la constitución de los sujetos, la producción de las instituciones y las transformaciones culturales.
- Generar un intercambio sistemático entre los grupos que trabajan alrededor de la obra de Norbert Elias, a través de la discusión y la producción de papers de investigadores, tesistas y becarios.
- Revalorizar la trayectoria intelectual de Norbert Elias en el campo socioeducativo argentino.
El XI SIPC se realizará en cuatro jornadas de trabajo, en función de la progrmación que se presenta a continuación.
DÍA 1
MARTES 1º DE JULIO DE 2008
14.00 a 15.00 hs.
INSCRIPCIONES Y ACREDITACIÓN DE LOS PARTICIPANTES
15.00 a 15.30 hs.
PRESENTACIÓN DEL SIMPOSIO Y DE LOS PARTICIPANTES. EXPOSICIÓN DE LA MODALIDAD DE TRABAJO.
Miembros de la comisión organizadora y científica
15.30 a 16.00 hs (actividad abierta al público)
APERTURA OFICIAL A CARGO DE AUTORIDADES INSTITUCIONALES
Silvia Llomovatte- Secretaria de Planificación de la Universidad de Buenos Aires (UBA).
João Luiz Kovaleski- Vice Reitor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
José Antonio Castorina- Director del Instituto de Investigaciones en Ciencias de la Educación (IICE) de la FFyL-UBA.
Graciela Morgade- Directora del Departamento de Ciencias de la Educación de la FFyL-UBA.
Coordinación: Victoria Orce –Secretaria Académica del Instituto de Investigaciones en Ciencias de la Educación (IICE) de la FFyL-UBA.
16.00 a 18.00 hs. (actividad abierta al público)
PANEL: “CONTRIBUCIONES DE NORBERT ELIAS A LA TEORÍA SOCIAL”
Ademir Gebara (Brasil),
Emilio Tenti Fanfani (Argentina),
Vera Weiler (Colombia)
Coordinación: Carina Kaplan (Argentina)
18.00 a 19.00 hs. (actividad abierta al público)
PRESENTACIÓN DEL LIBRO
“LA CIVILIZACIÓN EN CUESTIÓN. ESCRITOS INSPIRADOS EN LA OBRA DE NORBERT ELIAS” Compilación de trabajos presentados en el X SIPC editado en argentina por Miño y Dávila editores.
Comentaristas invitados: Pedro Krotsch, Claudia Bracchi, Daniel Miguez.
Coordinación: Victoria Orce.
20.00 hs.
CENA DE CONFRATERNIZACIÓN
DÍA 2
MIERCOLES 2 DE JULIO DE 2008
10.00 a 12.30 hs
MESAS DE PRESENTACIÓN DE TRABAJOS
Mesa 1: Civilización, historia y educación
Coordinadores: Agustina Mutchinick y Tony Honorato
- Ponente: Alexandra Santos Pinheiro – “La educación femenina en pauta: imágenes de mujeres en periódicos ochocentistas”
- Ponente: Elías Sánchez Castaneda - “La Higienización en Bogotá y la relacion entre la enfermedade y sus causas, según las reflexones de la instrucción púlica 1886-1900”
- Ponente: Cynthia Greive Veiga - “Proceso civilizador: tensiones entre violencia y pacificación en las relaciones de alumnos y profesores no contexto de institucionalización de la escuela pública elementar, Brasil, siglo XIX”
- Ponente: Adrián Ascolani - “Ciencia y moral en la escuela primaria. Instrumentos psico-pedagógicos para el control de las emociones en Argentina (primera mitad del siglo XX”.
- Ponente: Magda Sarat - “A conspiração do silêncio: infancia, educação e sexualidade no processo civilizador”
Mesa 2: Civilización, descivilización y ciudadanía
Coordinadores: Sebastián García y Luiz Francisco A. Miranda
- Ponente: José Luis Simões - “Las manifestaciones de la violencia en Piracicaba – São Paulo (1889-1930)”
- Ponente: Lucia Cortes da Costa / Paulo César Busato – “Democracia en tiempos de incertidumbre”
- Ponente: Liliana Segnini - “Arte, políticas públicas e mercado de trabalho”.
- Ponente: João Luiz Kovaleski/ Sérgio Escorsim - “Liderato y descivilización en América Latina”.
- Ponente: Sebastián García: “Previsibilidad, civilidad y miedos. Un estudio en escuelas medias de cuatro ciudades Argentinas”.
Mesa 3: Civilización, instituciones, deporte y ocio
Coordinadores: Lucas Krotsch y Edilson Fernandes de Souza
- Ponente: Wanderley Marchi Jr. - "Mimetismo Social e Habitus Esportivo".
- Ponente: Jorge Ventura Morais / Túlio Velho Barreto - “A regra do impedimento e a dinâmica do futebol: uma análise a partir da sociología configuracional”
- Ponente: Ricardo Lucena – “La capoeira y el deporte: anotaciones a partir de la sociología figuracional de Norbert Elias”.
- Ponente: Marcelo Weishaupt Proni - “Contribución of Elias and Dunning to the study on leisure”
12.30 a 14.00 hs.
ALMUERZO
14.00 a 16.30 hs.
MESAS DE PRESENTACION DE TRABAJOS
Mesa 4: Norbert Elias, civilización y teorías
Coordinadores: Sebastián García y Marcelo Weishaupt Proni
- Ponente: Clara Bravin – “Contribuciones de La teoría de Norbert Elías a la sociología del cuerpo y las emociones”.
- Ponente: Edilson Fernandes de Souza- “Mozart el maníaco-depresivo en Viena: Un análisis sociológico de la depresión”.
- Ponente: Mario Carlos Zerbino. “Elias y las transformaciones contemporáneas”.
- Ponente: Luiz Francisco Albuquerque Miranda. “Volteire and the sociogenesis of the concept os civilization”.
- Ponente: Alonso Becerra Carvalho, “Ciudadanía y modernidad: una lectura a partir de Max Weber”
Mesa 5: Civilización, deporte y ocio
Coordinadores: Gabriel Brener y Ricardo F. Lucena
- Ponente: Marizabel Kowalski. “El deporte en la formación de la sociedade brasileña: Socio – Cultural”.
- Ponente: Luiz Alberto Pilatti - “Uma leitura figuracional da progênie dos esportes”.
- Ponente: Maria Beatriz Rocha Ferreira - “Juegos indifenas: figuraciones y mimesis em Norbert Elias“.
- Ponente: Joelma C. P. Hunter Alencar - “Women who play: first aproaches on the manifestations os process civilizador in the games of the aboriginal peoples”.
Mesa 6: Civilización, sujeto y educación
Coordinadores: Agustina Mutchinick y Magda Sarat
- Ponente: Margarida Henriques - “Teaching formation in a sociocultural ande intervenir perspectiva beyond school walls: in searcha of new practices”.
- Ponente: Victoria Orce - “Configuraciones socio-famliares e institución educativa en contextos de exclusión social: Algunas reflexiones sobre esta compleja relación”.
- Ponente: Márcia Rosa da Costa - “Cultural, childhood, education and processes: a study from Norbert Elias Figurational Sociology”.
- Ponente: Agustina Mutchinick - “Regulación de la conducta, incertidumbre y confianza en la escuela”.
- Ponente: Elisa Gonsalves/ Raúl Térren - “Biocentric education: a look through configuration sociology”
DÍA 3
JUEVES 3 DE JULIO DE 2008
10.00 a 12.30 hs.
MESAS DE PRESENTACION DE TRABAJOS
Mesa 7: Civilización, Educación y ciudadanía
Coordinadores: Sebastián García y José Luis Simões
- Ponente: Jones Dari Goettert - “Sobre o espaço”: elementos para uma leitura das transformações espaciais a partir do Processo Civilizador, de Norbert Elias”.
- Ponente: João Paulo Pooli – “Socialización, educación y procesos civilizadores”.
- Ponente: Andrea Leão - “Literatura, Lectura y Civilidad: Un diálogo entre Norbert Elías y N. Heinich”.
Mesa 8: Civilización, educación y bio
Coordinadores: Agustina Mutchinick y Maria Beatriz R. Ferreira
- Ponente: Hilda Patricia Jiménez González - “Y dios créo a los monos: aproximación a la enseñanza de la teoria de la evolución biológica en Colombia.”
- Ponente: Antonio Carlos Frasson/ Andréa Ribeiro Pietrochinski/ Clarice Schulmeister - “Auditory deficient people: his educative and social inclusión by Norbert Elias”
- Ponente: Antonio Carlos Sarti/ Bernadete C. Castro Oliveira - “Cultura, naturaleza y objeto artesanal”
- Ponente: Andrea Paula Santos - “Natural patrimony of the Campos Gerais in Paraná state, Br: the culture around the preservation and destruction of the natural and culture patrimony”
Mesa 9: Civilización, instituciones y educación
Coordinadores: Cynthia Greive Veiga y Inés Gabbai
- Ponente: María del Pilar Monroy Merchán - “La causalidade en la reforma educativa en Colombia a finalies del siglo XIX”.
- Ponente: Eloiza Ap. Silva A. Matos - “El progrma alianza para el progreso: el discurso civilizador de la prensa en la educación professional em Paraná – Brasil”
- Ponente: Tony Honorato - “Institución escolar y cultura en la civilización moderna”.
- Ponente: Ana Letícia Padeski Ferreira - “Análisis de la producción del Simposio Internacional Proceso Civilizador – 1996 al 2007”.
- Ponente: Marina Vinha -Nascimento, Adir C. Nascimento - “Educación Guarani y Kaiowá y los procesos civilizadores elisianos: ensayos de interlocución”.
12.30 a 14.00 hs
ALMUERZO
14.00 a 15.30 hs
RELATORÍA DE LAS CONCLUSIONES DE LAS MESAS DE PRESENTACIÓN DE TRABAJOS A CARGO DE LOS COORDINADORES.
15.30 a 17.30 hs.
PANEL: LA INVESTIGACION SOBRE LA SUBJETIVIDAD SOCIAL. CONTRIBUCIONES DE NORBERT ELIAS
José Antonio Castorina (Argentina)
Carlos da Fonseca Brandão (Brasil)
Carina Kaplan (Argentina)
Coordina: Andrea Leao (Brasil)
20.00 hs.
CENA DE CONFRATERNIZACIÓN
DÍA 4
VIERNES 4 DE JULIO DE 2008
10.00 A 13.00 hs.
FOROS DE PONENCIAS
Foro 1 – Civilización, Educación y relaciones sociales
Coordinador y comentarista: João Paulo Pooli y Carlos da Fonseca Brandão
- Ponente: Sinfronio Lima/ Verónica Toro – “IBF. Biodanza, school and emotion control”
- Ponente: Gisele F. de Lima Santos/ Thays N Diniz. “El juego y el control de la emociones: perspectiv infantil en control y autodominio”
- Ponente: Leoncio José de Almeida Reis. “La emoción en los juegos electrónicos”.
- Ponente: Catarina da Silva Souza - “Processo civilizador e educação: contribuição para o debate sobre agressividade”
- Ponente: Joana D’Arc de Sousa Lima - “Meio Artístico Local na Década de 80: o caso do Quarta Zona de Arte na Cidade de Recife”
- Ponente: Maria Cristina R. B. Oreilly - “Proyeto Veredas: la experiencia de formación a distancia propuesta per lo Gobierno de Minas Gerais como parte de las políticas actuales para la formación de los docentes en Brasil”
- Ponente: Regina Negri Pagni/ Ana Carolina Mendonça Pilatti de Paula/ Pablo Garcia - “Responsabilidad social: una visión cuánto a las compañias públicas y privas de la región de los Campos Gerais de Paraná, y de sus acciones dichas socialmente responsables”
- Ponente: Izabel Gomes Sena – “Sociedad, civilización y violencia: una mirada sobre la configuración de la comunidad del Coque/Recife-PE/Brasil”
- Ponente: Mauricio Antunes Tavares. “Elias y Mannheim iluminando los caminos de la investigación sobre juventudes y ruralidades en el Brasil del siglo XXI”
Foro 2 – Civilización: deporte, ocio y política
Coordinador y comentarista: Ricardo de F. Lucena y Wanderley Marchi Jr.
- Ponente: Aline B. Cheluchinak / Fernando R. Cavichiolli - “The quest for excitement: the human nature and behavior related to sports and leisure consumption”
- Ponente: Isabel Cristina Martines - “Una análisis de los juegos de los estudiantes del Paraná a partir de la sociología configuracional”
- Ponente: Ricardo João Sonoda Nune – “Las relaciones entre SESI y CSIT en el deporte: posibilidades de interpretación a partir del análisis de los modelos sociológicos de Bourdieu y Elias”.
- Ponente: Ranah Manezenco/ José Geraldo do Carmo Salles. “Política Nacional del Deporte: las representaciones colectivas del deporte civilizador”
- Ponente: Fernando Marinho Mezzadri/ Fernando Augusto Starepravo. “Analisis de los proyectos y eventos de deporte y entretenimiento en los Municipios del Estado de Paraná”
- Ponente: Laura Alice Rinaldi Camargo/ Marcos Ruiz da Silva. “Los clubes socialies y recreativas y el proceso civilizatório brasileño: una relación hábitos y constumbres”
- Ponente: José Tarcísio Grunennvaldt. “El deporte en la visión del maestro de las figuraciones”
- Ponente: Fernando César Borges. “Relaciones sociales entre el deporte y la violencia: posibilidades de análisis con Elias y Dunning”
Foro 3 - Civilización, fútbol y teoría
Coordinador y comentarista: Marcelo Weishaupt Proni y Jorge Ventura Morais
- Ponente: Heliany Pereira Santos. “Entre el grito del gol y el grito de la guerra: el análisis de la violencia del futebol nacional en la perspectiva del admiradores del “Leão do Sul”
- Ponente: Bruno Boschilia – “Las interdepedências en el futbol brasileño: lãs tenciones entre arbitragem y los médios de comunucación”
- Ponente: Fábio França, Lana Peres – “Soccer, emotin of cooperating”.
- Ponente: Marizabel Kowalski (orientadora) – “Experiencias pedagógicas e de orientação com leituras de Norbert Elias”:
• “Pasión peligrosa: victoria y derrota”. (Autora Deyliane Almeida.)
• “El Brasil y la Argentina envolvimentos de los vecinos distantes en el campo del fútbol”. ( Autora: Elizângela Fernández Ferreira).
• “Elias, y la Escuela de Frankfort”. (Autor: Mário Alberto Pereira de Souza )
• “Teoría y principios para la investigación en la educación física: evidencia circunstancial de un paradigma indiciário”. (Autora: Myriam Marta Mello )
• “Educación física: establecida & outsider en la escuela” ( Autor: Edison Gomes da Silva)
13.00 a 14.00 hs.
CIERRE Y EVALUACIÓN DEL XI SIMPOSIO
REUNIÓN PARA
- Organizar el XII simposio en Recife;
- Dialogar sobre la Home Page y la Revista Electrónica.
Coordinan: Ademir Gebara / José Luis Simões
COMITÉ ACADÉMICO ORGANIZADOR
Dr. Ademir Gebara (UFPE/Brasil)
Lic. Agustina Mutchinick (UBA – Argentina)
Dra. Carina Kaplan (UBA – Argentina)
Dr. José Antonio Castorina (UBA – Argentina)
Lic. Sebastián García (UBA – Argentina)
Mg. Tony Honorato (UEL/UNESP/Brasil)
Lic. Victoria Orce (UBA – Argentina)
SUBCOMITÉ ORGANIZADOR DE APOYO (Argentina)
Rosalva D´Alotto / Coordinadora
Francisco Castorina
Agustina Perez Daddino
COMITÉ CIENTIFICO
Dr. Ademir Gebara (Brasil)
Lic. Agustina Mutchinick (Argentina)
Dra. Carina Kaplan (Argentina)
Mg. Claudia Bracchi (Argentina)
Prof. Gabriel Brener (Argentina)
Dr. José Antonio Castorina (Argentina)
Dr. Jose Luis Semões (Brasil)
Dr. Lucas Krotsch (Argentina)
Prof. Pedro Krotsch (Argentina)
Lic. Sebastián García (Argentina)
Mg. Silvia Llomovatte (Argentina)
Mg. Tony Honorato (Brasil)
Dra. Vera Weiler (Colombia)
Lic. Victoria Orce (Argentina)
Dr. Wanderley Marchi (Brasil)
E-mail: simposioelias2008@gmail.com / simposioelias2008@hotmail.com
Categoria: Evento
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h22
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O ENSINO SUPERIOR DE QUÍMICA EM SERGIPE III
Em Sergipe, depois de funcionar durante dois anos, o curso começou a apresentar problemas e em 1926 foi fechado por falta de alunos. Todavia a estrutura montada naquele momento foi fundamental para a instalação da Escola de Química de Sergipe, no ano de 1948. Archimedes indicava algumas dificuldades para a manutenção do curso de Química:
Já por precisão de uma base de humanidades suficiente, para a compreensão desses estudos, já por falta de boas disposições vocacionais em alguns matriculados, tornou-se possível até agora, apenas, a promoção de uma aluna para o segundo ano da Escola. (...) não tendo, por conseguinte, funcionado a Escola de Química no corrente ano, mesmo porque não houve concorrente algum às aulas da primeira série, apesar da propaganda feita nesse sentido e da extrema simplicidade dos programas de admissão.
As dificuldades para o ensino de Química no período eram não apenas do Estado de Sergipe. Em todo o país, era muito reduzido o prestígio social do ensino superior de Química e a carreira não era vista como uma área profissional que conferisse reconhecimento, capaz de colocar em posição destacada aqueles que a ela aderiam. Instalada em 1897, a Escola Politécnica da Bahia, por exemplo, somente ofereceria o ensino superior de Química em 1921, um ano antes de Maurício Graccho Cardoso, presidente de Sergipe, iniciar o ensino superior de Química no Estado. Chama a atenção o fato de o Instituto de Química Industrial de Sergipe ser implantado pelo governante estadual, enquanto o curso de Química Industrial da Escola Politécnica baiana funcionou por iniciativa do ministro da agricultura, Ildefonso Simões Lopes, que em 1920 destinou recursos para a criação do curso e firmou convênio com a Escola da Bahia para a sua implantação. Até 1921, a Escola Politécnica da Bahia oferecia os cursos destinados a formar engenheiros geógrafos, engenheiros civis e bacharéis em ciências físicas e matemáticas.
O encerramento do mandato de Maurício Graccho Cardoso e a posse de Cyro Franklin de Azevedo no Governo do Estado de Sergipe foram determinantes para a extinção do ensino superior de Química em Sergipe, no ano de 1927, enquanto na Bahia a extinção ocorreu cinco anos depois, em 1932, em face de um decreto presidencial do final do ano de 1930, que suspendeu as subvenções do Ministério da Agricultura para a Escola Politécnica baiana.
Quando Archimedes afastou-se do Instituto, em 1926, era significativo o acervo de contribuições deixadas por ele para o desenvolvimento do Estado de Sergipe. Nos três anos durante os quais atuou, ele coordenou pessoalmente os processos de análise da água das cidades de Laranjeiras, Rosário do Catete, Aracaju, Pedrinhas, Japaratuba, Maroim, Salgado, todas em Sergipe, e da água da cidade de Salvador, no Estado da Bahia, esta por solicitação do engenheiro Saturnino de Brito. Em Sergipe, a análise buscou, principalmente, identificar as principais fontes de água mineral existentes no Estado, por solicitação do médico Paulo Figueiredo Parreiras Horta. Archimedes também esteve debruçado sobre a análise de amostras de sal, vinagre, talco, cal, minério de ferro, cloreto de potássio e taninos da banana e do genipapo.
Durante os seus três primeiros anos de funcionamento, o Instituto forneceu 180 litros de oxigênio para os serviços médicos do Estado; realizou análises toxicológicas para a polícia; fez ensaios sobre o alvejamento do algodão; analisou as possibilidades de fabricação de espelhos em Sergipe; e, revelou centenas de fotografias.
Além de dirigir o Instituto de Química Industrial, Archimedes Guimarães foi professor da Faculdade de Odontologia e Farmácia de Sergipe Aníbal Freire, criada em dezembro de 1925 pelo presidente Maurício Graccho Cardoso. O regulamento da instituição foi aprovado em fevereiro de 1926 e no mês de abril foram iniciadas as aulas. A matrícula inicial nos dois cursos era de 22 alunos. Segundo o presidente de Sergipe, no discurso que proferiu durante a aula inaugural, era necessário livrar o Estado dos práticos de Farmácia e Odontologia existentes, fazendo com que todos os que exerciam essas atividades tivessem oportunidade de incorporar os saberes da Química, da Fisiologia, da Patologia Geral e da Higiene. Dirigida por Augusto Leite, a Faculdade tinha no seu corpo docente, além de Archimedes Guimarães, os seguintes profissionais: Josaphat Brandão, Oscar Nascimento, Antônio Tavares de Bragança, Ranulfo Prata, Lauro Hora, Américo de Miranda Ludolf e João Firpo Filho. A Faculdade deveria utilizar para o seu funcionamento a estrutura já existente no Instituto Parreiras Horta, no Instituto de Química Arthur Bernardes e no Hospital de Cirurgia. Porém, a instituição funcionou apenas durante o ano de 1926, encerrando suas atividades em novembro daquele mesmo ano. Igual destino teve a Faculdade de Direito que, inaugurada em 1925, também funcionou apenas durante um ano.
As aulas de Química Geral e Mineral do curso de Farmácia e de Metalurgia e Química do curso de Odontologia eram ministradas por Archimedes Pereira Guimarães no próprio Instituto de Química Industrial de Sergipe. O professor tinha como seu assistente também nessa atividade o farmacêutico Antônio Tavares de Bragança.
Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h14
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EL HECHO RELIGIOSO Y LA ENSEÑANZA LAICA
ESTIVALÈZES, Mireille, "El hecho religioso y la enseñanza laica. La experiencia francesa", Sevilla - Zamora, Comunicación Social Ediciones y Publicaciones, 2008, 282 p. ISBN: 978-84-96082-41-0. Traducción de María Roy Santos.
La misma editorial que en su día tradujo y publicó la "Historia de la idea laica en Francia en el siglo XIX" de Georges Weill, traduce y publica ahora este libro editado en el año 2005 por Presses Universitaires de France. El libro se estructura en cuatro partes y un capítulo de conclusiones sobre "Las paradojas de la enseñanza en el hecho religioso". La primera parte, titulada "El contexto sociohistórico del debate", versa sobre el laicismo y el debate en Francia sobre la enseñanza de las religiones y del hecho religioso en el medio escolar, los objetivos de esta enseñanza y los riesgos de su instrumentalización y las diferentes expectativas, ante dicha enseñanza, de los actores sociales implicados (alumnos, padres, profesores, opinión pública y los religiosos). En la segunda se analiza la presencia y el tratamiento del "hecho religioso en los programas de diferentes disciplinas y en los manuales escolares (mercado editorial, estatus del manual, crisis del manual). La tercera parte, dedicada a la "formación de los docentes", trata sobre la presencia y el tratamiento del hecho religioso en diversas titulaciones universitarias y en los Institutos Universitarios de Formación de Maestros (IUFM), así como en la formación continua del profesorado (cursos, actividades formativas, universidades de verano, etc.). Por último, en la cuarta y última parte, bajo el título de "Religiones y laicismo bajo el prisma de la enseñanza del hecho religioso", se dedica a analizar las prácticas docentes relativas a la enseñanza del mismo, la implicación en dicha enseñanza de diferentes disciplinas, las dificultades intrínsecas que ofrece, las diversas formas de entender el "laicismo escolar", su posible crisis, y "una comparación europea" con alusiones a los modelos de enseñanza confesionales, pluri-religiosos y culturales, así como a sus divergencias y problemas comunes.
Por Antonio Viñao Frago
Categoria: Informação bibliográfica
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 22h30
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IDEAS REFORMISTAS Y REFORMADORES EN LA ESPAÑA DEL SIGLO XIX
CARANTOÑA ÁLVAREZ, Franciso y AGUADO CABEZAS, Elena (Eds.)., "Ideas reformistas y reformadores en la España del siglo XIX. Los Sierra Pambley y su tiempo", Madrid, Biblioteca Nueva, Universidad de León y Fundación Sierra Pambley, 2008, 533 p. ISBN: 978-84-9742-822-4.
La obra, cuyo contenido prácticamente cubre todo el siglo XIX, e incluso las primeras décadas del siglo XX, se compone de 33 trabajos agrupados en tres partes ordenadas cronológica y temáticamente: "De la Ilustración al liberalismo. Las ideas ilustradas y el cambio liberal", "Krausismo, institucionismo y social liberalismo", y "Del reformismo republicano al primer socialismo. Pensamiento político e idea de España en el cambio de siglo". Por lo que respecta, de un modo estricto, a la historia de la educación, en dicha obra pueden verse trabajos sobre los Sierra Pambley, Fernando de Castro, las mujeres en la Institución Libre de Enseñanza, la reforma de la enseñanza primaria de Someruelos (1838) en Alicante y Francisco Giner de los Ríos, entre otros temas o personajes. Con independencia de ello, el libro, que reúne los trabajos presentados en un congreso sobre "Los Sierra Pambley y su tiempo", ofrece un amplio panorama, desde la perspectiva del tiempo largo, sobre las ideas y las prácticas liberales y reformistas en España desde la Ilustración y el primer liberalismo al liberal socialismo reformista.
Por Antonio Viñao Frago
Categoria: Informação bibliográfica
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 22h27
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O ENSINO SUPERIOR DE QUÍMICA EM SERGIPE II
É necessário observar este período de modo mais amplo e verificar que a década de 20 dos anos novecentos, em Sergipe, representou um momento importante para a difusão dos conhecimentos da Química, principalmente quando se considera que sucessivos governos investiram na criação de laboratórios destinados ao ensino dessa ciência, como o presidente Manoel Dantas, que exerceu a chefia do Poder Executivo sergipano entre os anos de 1927 e 1930. O ensino das Noções Gerais de Química estava presente no currículo das escolas secundárias de Sergipe desde o século XIX. No Liceu Sergipense, instalado em outubro de 1862, essa disciplina científica ocupava posição curricular destacada.
O processo de difusão das ciências que ocorreu no Brasil a partir das últimas décadas do século XIX e das primeiras décadas do século XX fez com que se expandisse não apenas a quantidade de escolas superiores, mas também redes de instituições científicas. A rede de escolas e de instituições de pesquisa aprofundou o conhecimento científico a respeito dos saberes com os quais operavam à medida que os químicos se empenhavam para constituir um discurso que, exacerbando o caráter científico e autônomo de sua atividade, lhes garantisse reconhecimento social e legitimidade intelectual. Na condição de escolas e institutos de tecnologia e de pesquisa científica essas instituições terminaram por oferecer aos próprios químicos as condições que o projeto de cientifização da sua atividade requeria. O estudo da História da pesquisa e do ensino de Química possibilita perceber um dos modos usado pelos profissionais com formação superior para a gestão científica do seu campo.
A partir de 1924 a equipe do professor Archimedes Guimarães começou a formar profissionais em análises químicas. Como o curso oferecido pela Escola Politécnica da Bahia, onde ele fora professor, o currículo concebido em Sergipe tinha a duração de três anos com as disciplinas distribuídas do seguinte modo:
QUADRO I: DISCIPLINAS DO CURSO DE QUÍMICOS ANALISTAS OFERECIDO PELO INSTITUTO DE QUÍMICA INDUSTRIAL DE SERGIPE - 1923
PRIMEIRO ANO |
SEGUNDO ANO |
TERCEIRO ANO |
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Física Experimental |
Química Inorgânica |
Química Orgânica e Análise e Síntese Orgânicas |
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História Natural (Zoologia, Botânica, Geologia e Mineralogia) |
Química Analítica Quantitativa |
Bioquímica e Análises Bioquímicas |
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Química Geral e Inorgânica |
Química Orgânica |
Química Industrial Geral e Especializada |
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Análise Qualitativa
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Noções de Físico Química, Eletroquímica e Química Coloidal
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Análises Industriais (Terras, Adubos, Inseticidas, Águas, Silicatos e Carbonatos, Cimentos, Óleos, Produtos animais, Couros, Laticínios, Taninos, Colorantes etc) |
Fonte: Exposição de motivos apresentada ao presidente do Estado, Maurício Graccho Cardoso, em 27 de junho de 1923, pelo diretor do Instituto de Química Industrial de Sergipe, Archimedes Pereira Guimarães.
Para admissão ao curso eram realizados exames preparatórios de Português, Francês, Geografia, Aritmética e Álgebra, Noções de Geometria e Desenho Geométrico Elementar, História do Brasil e Noções de História Universal. As aulas eram iniciadas no dia 15 de fevereiro e encerradas no dia 30 de outubro. O curso mantinha dois períodos de férias: o primeiro de quinze dias, no mês de junho, e um outro de noventa dias, que se iniciava no dia 15 de novembro, posto que a primeira quinzena deste mês, após o encerramento das aulas em outubro, era destinada a realização dos exames finais. As aulas teóricas do primeiro ano eram ministradas pelo próprio Archimedes Guimarães.
A idéia exposta por Archimedes era a de que ao final do curso o aluno estivesse dotado de uma formação geral que possibilitasse a sua escolha por uma das especialidades do campo da Química. Segundo ele, o currículo implantado em Sergipe procurava corrigir o que chamou de “erro dos atuais cursos federais”. Por isto, propôs que, além das quatro disciplinas que então eram oferecidas em todos os cursos existentes (Química Inorgânica, Química Analítica, Química Orgânica e Química Industrial), fossem incluídas na programação de estudos a Física Experimental, as Noções de Geologia, a Mineralogia, a Biologia, a Químico-Física, a Eletroquímica, a Química Coloidal, a Bioquímica e a Química Fisiológica.
Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 22h10
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O ENSINO SUPERIOR DE QUÍMICA EM SERGIPE
Maurício Graccho Cardoso governou Sergipe no período de 1923 a 1926. O Instituto de Química Industrial de Sergipe, atualmente Instituto de Tecnologia e Pesquisas, foi fundado por ele em julho de 1923, logo após a criação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, em São Paulo, e do Instituto Nacional de Tecnologia – INT, no Rio de Janeiro. Em certa medida, fora surpreendente o anúncio da criação do Instituto de Química Industrial de Sergipe, uma vez que naquele momento o Governo Federal havia acabado de anunciar que suprimiria a subvenção concedida às nove escolas de Química que foram criadas por lei em 1919.
O Instituto de Química industrial de Sergipe buscava contribuir para com o aperfeiçoamento da indústria do açúcar – principal fonte da riqueza no Estado nas primeiras décadas do século XX. A crença era de que o aumento da produção estava diretamente relacionado ao conhecimento da composição do solo, à melhoria do cultivo da planta e ao controle químico da produção em laboratório. No ano de 1923, eram muitas as evidências reveladoras de que a indústria açucareira do Brasil vinha perdendo espaço para os produtores de Cuba e do Havaí. A maior parte dos engenhos em funcionamento necessitava de modernização. Em Sergipe tal necessidade era vista como grave problema econômico.
O Instituto de Química Industrial oferecia um curso de três anos de nível superior destinado a preparação de técnicos para a indústria açucareira, a exploração do sal, a preparação do couro e o aproveitamento das plantas oleaginosas.
Quando o presidente do Estado de Sergipe, Maurício Graccho Cardoso, criou o Instituto de Química Industrial já estava consolidada a consciência de que a Química, ao lado da Biologia, da Física e da Matemática, constituía o campo disciplinar legitimador dos paradigmas e dos conceitos de outros campos da ciência, como a Medicina. Esta função, a Química adquirira ao mesmo tempo em que se legitimara, durante a segunda metade do século XIX, como ferramenta fundamental ao desenvolvimento da indústria. Por isto, se considerava importante formar “químicos analistas capazes de orientar (...) os laboratórios e as indústrias”. Assim é que o Instituto, ao ser implantado tinha dois grandes objetivos definidos: a manutenção de laboratórios para análises dos problemas químicos ligados aos produtos agrícolas e industriais; e, a formação de químicos analistas. O decreto do presidente do Estado, Maurício Graccho Cardoso, que criou a nova instituição afirmava que “a química é uma ciência que se prende a todos os ramos do saber universal, e como tal, dela dependem as indústrias de maior relevância para o homem”.
Quando da instalação do Instituto, o presidente Graccho Cardoso convidou o professor Archimedes Pereira Guimarães para implantá-lo, na condição de primeiro diretor. Ele era, então, Professor de Química Orgânica e Instrumental do Curso de Química Industrial da Escola Politécnica da Bahia e também professor da Faculdade de Medicina e Farmácia de Salvador. Archimedes Guimarães chegou apresentando, como seu auxiliar, Antônio Tavares de Bragança, sergipano, farmacêutico químico formado no mesmo ano de 1923, que fora seu aluno na Faculdade de Medicina e Farmácia baiana. Depois que Archimedes regressou para a Bahia, em 1926, foi Antônio Tavares de Bragança que o substituiu e deu continuidade ao seu trabalho.
Em Sergipe, Archimedes defendeu que o novo Instituto de Química Industrial deveria
exercer a missão superior e delicada que lhe seria destinada, e não deveria preocupar-se com todos os problemas agrícolas e industriais que poderiam vir a ser uma fonte de riqueza para o Estado, mas tão somente em incentivar a produção daquelas matérias primas já em exploração e comércio, melhorando-as quer no estado bruto, quer como produtos acabados, de acordo com os modernos ensinamentos científicos.
De acordo com o seu entendimento, o Instituto deveria priorizar a análise de produtos agrícolas e industriais que fossem já objeto de comércio, além da formação de novos profissionais dedicados à análise de produtos químicos. No que dizia respeito a indústria açucareira, Archimedes Guimarães defendia a necessidade de selecionar sementes para o plantio da cana.
A instituição foi instalada inicialmente em um edifício situado à rua Duque de Caxias, na cidade de Aracaju. O equipamento, o mobiliário e os insumos foram adquiridos em São Paulo, no Rio de Janeiro e importados da Europa e dos Estados Unidos da América.
O projeto implementado pelo professor Archimedes no Instituto de Química Industrial levou a instituição a desenvolver dois tipos de atividades laboratoriais: o primeiro manteve um laboratório completo para análises da cana-de-açúcar e do açúcar manufaturado em todas as suas fases de fabricação: um outro laboratório tinha em vista as “análises dos óleos vegetais e pesquisas sobre sua extração e exploração mais vantajosas, especialmente sobre o aproveitamento industrial dos cocos nuciferas, para análise de terras, adubos, inseticidas etc”. O laboratório para o açúcar foi concebido para manter relações estreitas com uma estação experimental de cana, nos mesmos moldes da existente em Campos, no Rio de Janeiro. Dentre os sonhos do professor Archimedes estava o propósito de conseguir, através da melhoria do cultivo da cana, a obtenção do álcool industrial como substituto da gasolina.
O professor Archimedes levou o Instituto a estudar também o tanino do mangue, abundante em toda a orla marítima e fluvial de Sergipe, de modo a aplicá-lo nos curtumes e tinturarias, sobre as féculas e a panificação, de modo a obter um tipo de pão misto de trigo e mandioca. Em torno da pesquisa do tanino havia também a expectativa da sua aplicação em materiais cerâmicos, bebidas e uma grande variedade de gêneros alimentícios.
O sal, os couros, as fibras, os laticínios, as águas, o álcool, os oleaginosos, preocuparão por sua vez, paulatinamente, a nossa atenção e, fontes que o são ou que o serão da riqueza do Estado, hão de constituir objeto de estudos particulares do nosso Instituto, que tendam a melhorar-lhes as condições de extração e refino, para mais pronta aceitação nos mercados consumidores. A fiscalização dos produtos comestíveis e bebidas, moldada pela que ora se executa no Rio de Janeiro e em São Paulo, é uma das flagrantes necessidades de uma capital que se preza, e, por isso, dessa providência cogitamos, antevendo para Aracaju senão para todo Sergipe, uma diminuição sensível nas moléstias do aparelho digestivo.
Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 14h21
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Jorge Carvalho lançará livro sobre escotismo
O professor Jorge Carvalho do Nascimento, do Departamento de História e do Núcleo de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Sergipe, autografará mais um livro no dia 10 de julho próximo, no Espaço Norcon-Decide, à Avenida Oviêdo Teixeira, bairro Jardins. O novo livro tem por título A Escola de Baden-Powell: Cultura Escoteira, associação voluntária e escotismo de Estado no Brasil. O autor é Doutor em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, atuou como pesquisador na Johan Wolfgang Göethe Universität de Frankfurt, na República Federal da Alemanha, coordena o Grupo de Pesquisa em História da Educação da UFS, e também é membro da Sociedade Brasileira de História da Educação. Ele foi Secretário Municipal de Educação e Secretário de Governo do Município de Aracaju, tendo também exercido o cargo de Superintendente de Turismo do Estado de Sergipe. Atualmente, é Secretário Adjunto de Turismo de Sergipe.
O livro chama a atenção para a característica mais importante do Escotismo que é a de ser o movimento fundado pelo lord Robert Baden-Powell uma Pedagogia Ativa, inserida no contexto das reformas educacionais que embalaram diferentes países europeus e americanos durante as primeiras décadas do século XX.
Segundo Jorge Carvalho o tema requer novos estudos que considerem outros aspectos distintos das análises que interpretam o escotismo apenas como um espaço de reprodução de uma cultura conservadora. Boa parte dos estudos a respeito do Escotismo colocou o movimento fundado pelo lord Baden-Powell no âmbito das interpretações que denunciaram os movimentos nacionalistas dos primeiros 50 anos do século XX e a escola capitalista durante as décadas de 60, 70 e 80 da mesma centúria. Ele entende que talvez seja necessário repor o debate sobre o Escotismo, tal como se fez nos anos 80 e 90 com o movimento da Escola Nova, para que, antes de qualquer coisa, sejamos capazes de compreender a Pedagogia escoteira, antes mesmo de denunciá-la. Há ainda muita informação sobre o assunto a ser analisada, a começar pelas práticas do movimento escoteiro. Talvez esteja na hora de atenuar as análises que centraram os seus argumentos, quase que exclusivamente sobre a denúncia de supostas relações promíscuas entre o movimento escoteiro e o Estado autoritário. Para Jorge Carvalho, a pesquisa histórica impõe que o Escotismo seja iluminado como uma cultura que levou a incorporação de valores, comportamentos e hábitos centrados na lógica do autogoverno.
Categoria: Noticias
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 14h11
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ARCHIMEDES GUIMARÃES E AS CIÊNCIAS HUMANAS VIII
PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE ARCHIMEDES PEREIRA GUIMARÃES (1917-1984) VIII
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ANO |
TÍTULO |
REFERÊNCIA |
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1981 |
Um mineiro ferroviário e historiador |
Belo Horizonte: s/ed. |
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1982 |
Cartas de um professor de Tupi: Plínio Marques da Silva Ayrosa |
Belo Horizonte: s/ed. |
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1982 |
Dois sertanejos baianos do século XX |
Salvador: Centro de Estudos Baianos. |
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1983 |
Orações de um octogenário: 1973 a 1975 |
1º volume. Belo Horizonte: s/ed. |
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1984 |
Relatório do presidente Archimedes Pereira Guimarães: 29.09.1971-31.03.1984 |
Belo Horizonte: Instituto Mineiro de Cultura Hispânica. |
Categoria: Artigos
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 14h07
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