Evento
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IV CIPA - IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA (AUTO)BIOGRÁFICA
http://www.ivcipa.fe.usp.br
Data: 26 A 29 de julho de 2010
Local: Universidade de São Paulo
Espaço (auto)biográfico: artes de viver, conhecer e formar é o tema proposto para o IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA (AUTO)BIOGRÁFICA. Quer-se mediante essa iniciativa fazer avançar as discussões e a produção de estudos que contemplem as várias instâncias de expressão (auto)biográfica e que constituem hoje, sem dúvida, um território de investimentos cognitivos no qual viver, conhecer e formar-se ganham novas dimensões ao se organizarem em relatos – objetos de investigação. Os encontros do CIPA vêm se consagrando pela sua contribuição à pesquisa em diversas áreas – notadamente a da formação – que buscam conhecer, explicitar e construir práticas (auto)biográficas mediante o intercâmbio entre pesquisadores de todo o país e de outras localidades. O IV CIPA prolonga a aventura (auto)biográfica, iniciada no primeiro encontro (Porto Alegre, 2004), e preserva o interesse pelos processos de construção dos sujeitos (individual e coletivamente), traduzido por diversas modalidades de invenções de si, na perspectiva do segundo congresso (Salvador, 2006). Formação, territórios e saberes, tal como se propôs no terceiro evento (Natal, 2008), constituiu-se em diretriz das análises acerca das formas de conhecimento possibilitadas pelas iniciativas (auto)biográficas. O CIPA de 2010 (São Paulo) tem como horizonte potencializar, simultaneamente, o exame do lugar instituído pelos estudos e perspectivas (auto)biográficas e pelo espaço de produção subjetivo e intelectual dos atos (auto)biográficos. Concebidas em suas dimensões sócio-histórico- psicológicas e estéticas, as artes do viver, conhecer e formar guiarão, portanto, o desenvolvimento dos estudos e trocas do IV CIPA. Eixos temáticos I. Modos de subjetivação: a invenção de si e a construção de identidades/representações II. O espaço (auto)biográfico: a vida como obra de arte (literatura, imagens, artes) III. Práticas de formação e pesquisas (auto)biográficas IV. Memória, dimensões sócio-históricas e espaços (auto)biográficos V. Gênero, geração, infância e família: perspectivas (auto)biográficas VI. Corpos, saúde e cuidados de si: narrativas e (auto) formação Modalidades de trabalho Comunicações: devem apresentar resultados de pesquisas concluídas. Pôsteres: podem conter resultados de pesquisas em andamento ou concluídas. Relatos de experiência de formação: devem apresentar narrativas de trabalhos de formação em andamento ou concluídos. Normas para submissão dos trabalhos a) As propostas de trabalho serão enviadas sob a forma de resumos expandidos. Os textos completos somente deverão ser remetidos após a aprovação dos respectivos resumos. b) Cada autor só poderá apresentar até 1 (uma) proposta de trabalho, para o conjunto das modalidades, seja individualmente ou em coautoria; c) Trabalhos em coautoria devem possuir o número máximo de 5 (cinco) autores, em qualquer das modalidades; d) Alunos de graduação só podem ser autores principais de propostas para a modalidade “Pôster”. Formato do resumo Texto sem parágrafos, com um mínimo de 400 e máximo de 500 palavras. A proposta deve apresentar, de forma clara, os objetivos, os referenciais teórico-metodológicos (incluindo as fontes utilizadas) e os resultados do trabalho. Vale lembrar que o resumo não deve incluir transcrições de texto, notas de rodapé e referências bibliográficas. Formato do texto completo Os autores dos trabalhos, cujos resumos forem aceitos, deverão encaminhar o texto completo dos mesmos até o dia 30 de abril de 2009, com as seguintes características: título em maiúsculas e negrito, seguido do(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es), identificação institucional (Universidade ou instituição de ensino e/ou pesquisa), e-mail do(s) autor(es), três palavras-chave, mínimo de 4.000 e máximo de 5.000 palavras, em forma de artigo, com os objetivos, a metodologia, a problemática anunciada devidamente desenvolvida, os resultados da pesquisa e as referências bibliográficas. O texto deve ser digitado em formato A4, margens 2,5 cm, fonte Times New Roman, letra tamanho 12, espaço simples, justificado em ambas as margens. As citações a partir de 4 linhas devem conter espaço simples, recuo à esquerda de 4 centímetros e fonte 11, sem aspas. As notas devem estar no final do texto. Os autores devem observar as normas ABNT em vigor quanto às referências bibliográficas. Línguas oficiais do evento Português, francês, espanhol e inglês. Calendário Inscrições* Submissão de propostas: até 05/02/2010 Divulgação dos resultados: 05/04/2010 Envio dos trabalhos completos: até 30/04/2010 Participantes brasileiros Professores e pesquisadores: R$ 250,00 Alunos de pós-graduação: R$ 150,00 Alunos de graduação: R$ 80,00 Participantes de outros países Professores e pesquisadores: € 100,00 Alunos: € 70,00 *após 10/05/2010 Participantes brasileiros Professores e pesquisadores: R$ 300,00 Alunos de pós-graduação: R$ 180,00 Alunos de graduação: R$ 100,00 Participantes de outros países Professores e pesquisadores: € 150,00 Alunos: € 100,00 Comissão Organizadora Local Paula Perin Vicentini (FEUSP-Presidente); Bruno Bontempi Júnior (FEUSP); Denice Barbara Catani (FEUSP); Dislane Zerbinatti Moraes (FEUSP); Ecleide Cunico Furlanetto (UNICID); Joaquim Gonçalves Barbosa (UMESP); Julio Groppa Aquino (FEUSP); Mônica Appezzato Pinazza (FEUSP); Raquel Lazzari Leite Barbosa (UNESP – Assis); Rita de Cassia Gallego (FEUSP); Rosario Genta Lugli (UNIFESP); Vivian Batista da Silva (USF); Teresa Rego (FEUSP) Comissão Organizadora Nacional Ana Alcídia de Araújo Moraes (UFAM); Ana Chrystina Venancio Mignot (UERJ); Cynthia Pereira de Sousa (FEUSP); Elizeu Clementino de Souza (UNEB); Filomena Arruda Monteiro (UFMT – Cuiabá); Helena Chamlian (FEUSP); Jorge Luiz da Cunha (UFSM); Maria da Conceição Passeggi (UFRN); Maria Helena Menna Barreto Abrahão (PUC-RS); Paula Perin Vicentini (FEUSP); Rosa Lydia Teixeira (SBHE/PUC-PR); Vera Lúcia Gaspar da Silva (UDESC) Comissão Científica Annamaria Gonçalves Bueno de Freitas (UFS), Beatriz Fischer (UNISINOS), Christine Delory-Momberger (Université de Paris 13 – França), Christophe Niewiadomski (Université de Lille 3 – França), Cintya Ribeiro (FEUSP), Cynthia Pereira de Sousa (FEUSP), Daniel Suarez (Universidade de Buenos Aires – Argentina), Edla Eggert (UNISINOS), Elizeu Clementino de Souza (UNEB), Elydio dos Santos Neto (UMESP), Gaston Pineau (Université de Tours – França), Guilherme do Val Toledo Prado (UNICAMP), Helena Amaral da Fontoura (UERJ), Henning Salling Olesen (Roskilde University – Dinamarca), Iduína Mont’Alverne (UFF), Inês Bragança (UFF – São Gonçalo), Jaime Cordeiro (FEUSP), Jaqueline Monbaron (Université de Fribourg – Suiça), Jorge Ramos do Ó (Universidade de Lisboa – Portugal), José González Monteagudo (Universidad de Sevilla – Espanha), Julio Gomes Almeida (UNICID), Lúcia Maria Vaz Peres (UFPEL), Magali Castro (PUC-MG), Margaréte May Berkenbrik Rosito (UNICID), Maria da Conceição Passeggi (UFRN), Maria Helena Câmara Bastos (PUC-RS), Maria Stephanou (UFRGS), Maria Teresa Santos Cunha (UDESC), Marie-Christine Josso (Université de Genève – Suiça), Marília Claret Duran (UMESP), Marta Araújo (UFRN), Mônica Appezzato Pinazza (FEUSP), Pierre Dominicé (Université de Genève – Suiça), Ricardo Vieira (ESE-IPL/Leiria - Portugal), Rosa Maria Torres Hernández (Universidad Pedagogica Nacional - México), Selmo Haroldo de Resende (UFU), Selva Guimarães Fonseca (UFU), Silvia Nogueira Chaves (UFPA), Tatyana Mabel Nobre Barbosa (UFRN), Verbena M. Rocha Cordeiro (UNEB), Yara Dulce Bandeira de Athayde (UNEB), Zeila Demartini (UMESP) Organização Faculdade de Educação da USP - FEUSP Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica - BIOGRAPH Co-Organização PUC-RS, UDESC, UERJ, UFAM, UFMT, UFRN, UFPel, UFRGS, UFSM, UMESP, UNEB, UNESP–Assis/Marília, UNICID, UNIFESP, USF Apoios ANPEd - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação SBHE - Sociedade Brasileira de História da Educação ANNHIVIF - Associação Norte e Nordeste de História de Vida em Formação ASSIHVIF - Association Internationale des Histoires de Vie en Formation et de Recherche Biographique en Education
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h25
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IV CIPA - IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA (AUTO)BIOGRÁFICA
http://www.ivcipa.fe.usp.br
Data: 26 A 29 de julho de 2010
Local: Universidade de São Paulo
Espaço (auto)biográfico: artes de viver, conhecer
e formar é o tema proposto para o IV
CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA
(AUTO)BIOGRÁFICA. Quer-se mediante essa
iniciativa fazer avançar as discussões e a produção
de estudos que contemplem as várias
instâncias de expressão (auto)biográfica e que
constituem hoje, sem dúvida, um território de
investimentos cognitivos no qual viver, conhecer
e formar-se ganham novas dimensões ao se
organizarem em relatos – objetos de investigação.
Os encontros do CIPA vêm se consagrando
pela sua contribuição à pesquisa em diversas
áreas – notadamente a da formação – que
buscam conhecer, explicitar e construir práticas
(auto)biográficas mediante o intercâmbio
entre pesquisadores de todo o país e de outras
localidades.
O IV CIPA prolonga a aventura (auto)biográfica,
iniciada no primeiro encontro (Porto Alegre,
2004), e preserva o interesse pelos processos de
construção dos sujeitos (individual e coletivamente),
traduzido por diversas modalidades de
invenções de si, na perspectiva do segundo congresso
(Salvador, 2006). Formação, territórios e
saberes, tal como se propôs no terceiro evento
(Natal, 2008), constituiu-se em diretriz das análises
acerca das formas de conhecimento possibilitadas
pelas iniciativas (auto)biográficas. O
CIPA de 2010 (São Paulo) tem como horizonte
potencializar, simultaneamente, o exame do
lugar instituído pelos estudos e perspectivas
(auto)biográficas e pelo espaço de produção
subjetivo e intelectual dos atos (auto)biográficos.
Concebidas em suas dimensões sócio-histórico-
psicológicas e estéticas, as artes do viver,
conhecer e formar guiarão, portanto, o desenvolvimento
dos estudos e trocas do IV CIPA.
Eixos temáticos
I. Modos de subjetivação: a invenção de si e a construção
de identidades/representações
II. O espaço (auto)biográfico: a vida como obra de arte
(literatura, imagens, artes)
III. Práticas de formação e pesquisas (auto)biográficas
IV. Memória, dimensões sócio-históricas e espaços
(auto)biográficos
V. Gênero, geração, infância e família: perspectivas
(auto)biográficas
VI. Corpos, saúde e cuidados de si: narrativas e (auto)
formação
Modalidades de trabalho
Comunicações: devem apresentar resultados de pesquisas
concluídas.
Pôsteres: podem conter resultados de pesquisas em
andamento ou concluídas.
Relatos de experiência de formação: devem apresentar
narrativas de trabalhos de formação em andamento
ou concluídos.
Normas para submissão dos trabalhos
a) As propostas de trabalho serão enviadas sob a forma
de resumos expandidos. Os textos completos
somente deverão ser remetidos após a aprovação
dos respectivos resumos.
b) Cada autor só poderá apresentar até 1 (uma) proposta
de trabalho, para o conjunto das modalidades,
seja individualmente ou em coautoria;
c) Trabalhos em coautoria devem possuir o número
máximo de 5 (cinco) autores, em qualquer das modalidades;
d) Alunos de graduação só podem ser autores principais
de propostas para a modalidade “Pôster”.
Formato do resumo
Texto sem parágrafos, com um mínimo de 400 e máximo
de 500 palavras. A proposta deve apresentar, de
forma clara, os objetivos, os referenciais teórico-metodológicos
(incluindo as fontes utilizadas) e os resultados
do trabalho. Vale lembrar que o resumo não deve
incluir transcrições de texto, notas de rodapé e referências
bibliográficas.
Formato do texto completo
Os autores dos trabalhos, cujos resumos forem aceitos,
deverão encaminhar o texto completo dos mesmos
até o dia 30 de abril de 2009, com as seguintes características:
título em maiúsculas e negrito, seguido do(s)
nome(s) completo(s) do(s) autor(es), identificação institucional
(Universidade ou instituição de ensino e/ou
pesquisa), e-mail do(s) autor(es), três palavras-chave,
mínimo de 4.000 e máximo de 5.000 palavras, em forma
de artigo, com os objetivos, a metodologia, a problemática
anunciada devidamente desenvolvida, os
resultados da pesquisa e as referências bibliográficas.
O texto deve ser digitado em formato A4, margens 2,5
cm, fonte Times New Roman, letra tamanho 12, espaço
simples, justificado em ambas as margens. As citações a
partir de 4 linhas devem conter espaço simples, recuo à
esquerda de 4 centímetros e fonte 11, sem aspas. As notas
devem estar no final do texto. Os autores devem observar
as normas ABNT em vigor quanto às referências
bibliográficas.
Línguas oficiais do evento
Português, francês, espanhol e inglês.
Calendário
Inscrições*
Submissão de propostas: até 05/02/2010
Divulgação dos resultados: 05/04/2010
Envio dos trabalhos completos: até 30/04/2010
Participantes brasileiros
Professores e pesquisadores: R$ 250,00
Alunos de pós-graduação: R$ 150,00
Alunos de graduação: R$ 80,00
Participantes de outros países
Professores e pesquisadores: € 100,00
Alunos: € 70,00
*após 10/05/2010
Participantes brasileiros
Professores e pesquisadores: R$ 300,00
Alunos de pós-graduação: R$ 180,00
Alunos de graduação: R$ 100,00
Participantes de outros países
Professores e pesquisadores: € 150,00
Alunos: € 100,00
Comissão Organizadora Local
Paula Perin Vicentini (FEUSP-Presidente); Bruno Bontempi Júnior (FEUSP);
Denice Barbara Catani (FEUSP); Dislane Zerbinatti Moraes (FEUSP); Ecleide
Cunico Furlanetto (UNICID); Joaquim Gonçalves Barbosa (UMESP); Julio
Groppa Aquino (FEUSP); Mônica Appezzato Pinazza (FEUSP); Raquel Lazzari
Leite Barbosa (UNESP – Assis); Rita de Cassia Gallego (FEUSP); Rosario Genta
Lugli (UNIFESP); Vivian Batista da Silva (USF); Teresa Rego (FEUSP)
Comissão Organizadora Nacional
Ana Alcídia de Araújo Moraes (UFAM); Ana Chrystina Venancio Mignot (UERJ);
Cynthia Pereira de Sousa (FEUSP); Elizeu Clementino de Souza (UNEB); Filomena
Arruda Monteiro (UFMT – Cuiabá); Helena Chamlian (FEUSP); Jorge
Luiz da Cunha (UFSM); Maria da Conceição Passeggi (UFRN); Maria Helena
Menna Barreto Abrahão (PUC-RS); Paula Perin Vicentini (FEUSP); Rosa Lydia
Teixeira (SBHE/PUC-PR); Vera Lúcia Gaspar da Silva (UDESC)
Comissão Científica
Annamaria Gonçalves Bueno de Freitas (UFS), Beatriz Fischer (UNISINOS),
Christine Delory-Momberger (Université de Paris 13 – França), Christophe
Niewiadomski (Université de Lille 3 – França), Cintya Ribeiro (FEUSP), Cynthia
Pereira de Sousa (FEUSP), Daniel Suarez (Universidade de Buenos Aires
– Argentina), Edla Eggert (UNISINOS), Elizeu Clementino de Souza (UNEB),
Elydio dos Santos Neto (UMESP), Gaston Pineau (Université de Tours – França),
Guilherme do Val Toledo Prado (UNICAMP), Helena Amaral da Fontoura
(UERJ), Henning Salling Olesen (Roskilde University – Dinamarca), Iduína
Mont’Alverne (UFF), Inês Bragança (UFF – São Gonçalo), Jaime Cordeiro
(FEUSP), Jaqueline Monbaron (Université de Fribourg – Suiça), Jorge Ramos
do Ó (Universidade de Lisboa – Portugal), José González Monteagudo (Universidad
de Sevilla – Espanha), Julio Gomes Almeida (UNICID), Lúcia Maria
Vaz Peres (UFPEL), Magali Castro (PUC-MG), Margaréte May Berkenbrik Rosito
(UNICID), Maria da Conceição Passeggi (UFRN), Maria Helena Câmara
Bastos (PUC-RS), Maria Stephanou (UFRGS), Maria Teresa Santos Cunha
(UDESC), Marie-Christine Josso (Université de Genève – Suiça), Marília Claret
Duran (UMESP), Marta Araújo (UFRN), Mônica Appezzato Pinazza (FEUSP),
Pierre Dominicé (Université de Genève – Suiça), Ricardo Vieira (ESE-IPL/Leiria
- Portugal), Rosa Maria Torres Hernández (Universidad Pedagogica Nacional
- México), Selmo Haroldo de Resende (UFU), Selva Guimarães Fonseca (UFU),
Silvia Nogueira Chaves (UFPA), Tatyana Mabel Nobre Barbosa (UFRN), Verbena
M. Rocha Cordeiro (UNEB), Yara Dulce Bandeira de Athayde (UNEB), Zeila
Demartini (UMESP)
Organização
Faculdade de Educação da USP - FEUSP
Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica - BIOGRAPH
Co-Organização
PUC-RS, UDESC, UERJ, UFAM, UFMT, UFRN, UFPel, UFRGS, UFSM, UMESP,
UNEB, UNESP–Assis/Marília, UNICID, UNIFESP, USF
Apoios
ANPEd - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
SBHE - Sociedade Brasileira de História da Educação
ANNHIVIF - Associação Norte e Nordeste de História de Vida em Formação
ASSIHVIF - Association Internationale des Histoires de Vie en Formation et de
Recherche Biographique en Education
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 19h13
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III Encontro Norte/Nordeste de História da Educação e X Colóquio de História da Educação na Bahia
http://www.3ennhe.uneb.br
Data: 22 a 24 de março de 2010
Local: UNEB / Salvador - BA
História da Educação: memória, arquivos e cultura escolar
O Encontro Norte e Nordeste de História da Educação – ENNHE - tem sua origem no movimento de consolidação da área, nas Regiões Norte e Nordeste do país, vinculando-se aos grupos de pesquisa dos diferentes Programas de Pós-Graduação em Educação. O diálogo propiciado pelas diferentes edições do encontro tem gerado férteis relações, aproximando os pesquisadores na constituição de redes e mapeamento de fontes, estudos comparados, constituição de acervos e de centros de memória.
A parceria entre o PMEB, GRAFHO e o Grupo de História da Educação da FACED/UFBA, intensifica-se na perspectiva de colaborar com as pesquisas na área e, mais especificamente, com as interfaces entre memória e cultura material escolar. O III ENNHE busca contribuir com a produção no campo da História da Educação das regiões, fortalecendo as pesquisas na área.
A escolha da temática para esta edição, História da Educação: memória, arquivos e cultura escolar, agrega-se aos eventos anteriores, intentando refletir sobre as relações entre memória, arquivos e cultura escolar, nos domínios da historiografia educacional, com destaque para a consolidação das pesquisas nas regiões.
Inscrições
Com apresentação de trabalhos: 31/08 a 31/10/2009
Sem apresentação de trabalho: 31/08 a 10/02/2010
Modalidades de trabalhos:
- Sessão de Comunicação Coordenada
- comunicação individual
- Minicurso
- Pôster
Serão considerados textos que apresentem ensaios, estudos, projetos em desenvolvimento e resultados de pesquisa, no campo da História da Educação.
Comissão Organizadora III ENNHE
ennhe3@yahoo.com.br
55-71-3117-2479 ou 2481
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h06
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO
A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa o novo cronograma de encontros do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO.
A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo.
APRESENTADOR TEXTO DATA
Dinamara Feldens As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. 04/09
Vera Santos A nobreza do Estado. 25/09
Rodorval Ramalho O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. 30/10
Luiz Eduardo Oliveira Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. 27/11
Joaquim Tavares Homo academicus. 1984. 27/12
Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 10h47
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa aos participantes do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO que a sessão prevista para o dia 26 de junho fica suspensa, em face da celebração dos festejos juninos. Neste blog está publicada a reprogramação das sessões do seminário. A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 31/07 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h49
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa aos participantes do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO que a sessão prevista para o dia 26 de junho fica suspensa, em face da celebração dos festejos juninos. Neste blog está publicada a reprogramação das sessões do seminário. A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 31/07 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h49
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa aos participantes do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO que a sessão prevista para o dia 26 de junho fica suspensa, em face da celebração dos festejos juninos. Neste blog está publicada a reprogramação das sessões do seminário. A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 31/07 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h49
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa aos participantes do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO que a sessão prevista para o dia 26 de junho fica suspensa, em face da celebração dos festejos juninos. Neste blog está publicada a reprogramação das sessões do seminário. A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 31/07 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 23h58
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IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA
http://www.pph.uem.br/cih/
Data: 9 a 11 de setembro de 2009
Local: Maringá - Paraná - Brasil
A Universidade Estadual de Maringá,
através do Programa de Pós-Graduação em História e
do Departamento de História realizam o
IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA
O objetivo do evento, realizado a cada dois anos, é integrar historiadores, professores, alunos de pós-graduação e de graduação dos mais diversos países, promovendo atividades e debates sobre o atual estado da arte da produção historiográfica.
9 a 11 de setembro de 2009
Maringá - Paraná - Brasil
Mais informações: http://www.pph.uem.br/cih/
INSCRIÇÃO DE TRABALHOS - DATAS LIMITES:
Data limite para o envio dos resumos: até 19 de julho de 2009.
Envio do aceite para os autores que tiveram os trabalhos aprovados: até 27 de julho de 2009.
Data limite para o envio dos trabalhos completos: até 15 de agosto de 2009.
Inscrição de ouvintes: até 9 de setembro de 2009.
Contato
Contato: Programa de Pós-Graduação em História da UEM – PPH/UEM
Av. Colombo, 5.790 Bloco H-12, sala 16
Fone: 55-44-3261-4895 e-mail: cih@uem.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 07h14
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
AVISO A coordenação do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação: Intelectuais da Educação, Instituições Educacionais e Práticas Escolares informa aos participantes do Seminário PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO que a sessão prevista para o dia 26 de junho fica suspensa, em face da celebração dos festejos juninos. Neste blog está publicada a reprogramação das sessões do seminário. A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 31/07 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 07h50
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 26/06 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 31/07 Sociologia da Argélia. 1958. Samuel Albuquerque 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 09h14
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ISCHE 32 (2010, Amsterdam)
http://www.ichs2010.org/register.asp
Data: 2010, August 26-27
Local: Amsterdam, the
Call for Proposals
(extended deadline)
ISCHE invites you to participate in and to submit proposals for its
annual conference in 2010, August 26-27, in Amsterdam, the
Netherlands. This conference is part of the 21st International
Congress of Historical Sciences (ICHS), 2010, August 22-28, Amsterdam,
the Netherlands, of which ISCHE is an Affiliated International
Organisation. Because of ICHS
rules, the submission deadline for this ISCHE conference is June 1,
2009 (and not the regular December 31).
Important Dates
ISCHE 32 (2010) conference: August 26-27, 2010
ICHS 2010 conference: August 22-28, 2010
Submission Deadline for ISCHE conference: June 1, 2009
Registration: as soon as possible
Conference Theme: Discoveries of Childhood in History
Discovering childhood: that `eureka´ moment experienced all sorts of
people time and again in the course of history. From religious
moralists to educational practitioners, from scientific pedagogues to
philosophers, from poets to painters and other artists, from lawmakers
to children´s rights adherents, and each new generation of parents:
all discovered childhood. Indeed, people have discovered childhood
many times in history, and from
various angles, both inside and outside science. As a result, this
longterm phenomenon in the history of education shaped a major part of
educational theory and practice. Participants at this conference will
explore discoveries of childhood in history from multiple points of
view and from multiple practices. We suggest the following subthemes:
1: Child focused space: from learning environments to playgrounds and
amusement parks
2: The development of children´s rights and the interest of the child
3: Child focused child science: behavioural, medical, juridical
4: Child focused concepts and practices on childhood disabilities
5: Child focused economic and advertisement culture
6: The historiography of the discovery of childhood
Keynote Speakers at ISCHE 32 (2010)
Prof. dr. Willem Frijhoff, Vrije Universiteit (Free University),
Amsterdam
Prof. dr. Rita Hofstetter, Université de Genève
Venue
Buildings of the Universiteit van Amsterdam (University of Amsterdam)
in the historical centre of Amsterdam.
Provisional Programme
Thursday, August 26 (afternoon)
Registration
Opening Session
Plenary Lecture: Willem Frijhoff
Parallel Paper Sessions
Friday, August 27(morning)
Parallel Paper Sessions
ISCHE General Assembly
Friday, August 27(afternoon)
Parallel Paper Sessions
Plenary Lecture: Rita Hofstetter
Closing Session
Reception
Submission Procedure
All submissions should be sent by e-mail to dr. Bernard Kruithof,
president of the organising Committee of ISCHE 32 (b.kruithof@uva.nl).
Proposals of 300 words maximum can be submitted on the following
subthemes of the conference theme of Discoveries of Childhood:
1: Child focused space: from learning environments to playgrounds and
amusement parks
2: The development of children´s rights and the interest of the child
3: Child focused child science: behavioural, medical, juridical
4: Child focused concepts and practices on childhood disabilities
5: Child focused economic and advertisement culture
6: The historiography of the discovery of childhood
The closing date for submission will be 1 June 2009.
You will be informed about acceptation of your proposal by 15 June 2009.
Registration
As this ISCHE 32 conference is part of the 21st International Congress
of Historical Sciences (ICHS), you should register as soon as possible
as participant for ICHS 2010 (see website of ICHS: www.ichs2010.org/register.asp)
. Registration for ISCHE 32 will only be
possible at the beginning of the ISCHE conference on August, 26, 2010
(the ISCHE fee of 50 can be paid at the conference desk This
includes ISCHE membership, a conference programme booklet, and the
special issue of Paedagogica Historica 2012, nos. 1/2 with a selection
of the best papers of the conference.
Organisational Committee
Dr. Bernard Kruithof (University of Amsterdam), chair
(b.kruithof@uva.nl)
Prof. dr. Jeroen J.H. Dekker (University of Groningen) (j.j.h.dekker@rug.nl
)
Dr. Bruno Vanobbergen (Ghent University) (bruno.vanobbergen@ugent.be)
Prof. dr. Frank Simon (Ghent University (frank.simon@ugent.be)
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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h29
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 26/06 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 31/07 Sociologia da Argélia. 1958. Samuel Albuquerque 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h23
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
http://jorge.carvalho.zip.net
Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 26/06 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 31/07 Sociologia da Argélia. 1958. Samuel Albuquerque 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h41
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SEMINÁRIO ANUAL 2009 - PIERRE BORDIEU E A PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
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Data: 27/02 a 27/12/2009
Local: AUDITÓRIO DO ARQUIVO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SERGIPE
A trajetória intelectual de Pierre Bourdieu foi marcante pela originalidade dos seus estudos acerca dos camponeses, dos artistas, da escola, dos clérigos, dos patrões, das classes sociais, contribuindo para os campos da Etnologia, da Sociologia, da Filosofia, da Sociolingüística, da Economia e da História. Desde a publicação do seu primeiro livro, Sociologia da Argélia, em 1958, de modo original ele demonstrou que a crise do campesinato não encontrava sua explicação apenas no debate sobre o capitalismo agrário, mas também nos mecanismos muito mais sutis que se relacionam com a sua própria reprodução, estabelecendo a partir de então o conceito de habitus. Com base neste ponto de partida, desenvolveu um acervo teórico que evidenciou o papel do capital cultural, aprofundou a noção de capital cultural e analisou as funções sociais das práticas culturais. Este tema Bourdieu retomariaquando já intelectual maduro, em 1992, publicou As regras da arte, propondo uma teoria geral dos campos e refletindo sobre a revolução simbólica ao tratar da função social dos intelectuais. A sua primeira análise mais densa sobre Educação aconteceu em 1970, quando publicou A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino, em parceria com Jean-Claude Passeron. Não obstante as críticas que o trabalho recebeu, ele foi fundamental para o aprofundamento da noção de violência simbólica, o que permitiu a Pierre Bourdieu desenvolver melhor as suas discussões acerca de idéias como a do mercado dos bens simbólicos, dando sentido a conceitos como campo de produção simbólica em sentido estrito. Para o autor, este é um espaço de produção erudita no qual os produtores têm por público, essencialmente, os outros produtores, seus concorrentes diretos. Neste debate, Bourdieu delimitou também a idéia de campo da grande produção cultural, explicitando os papeis que exercem o jornalismo e a indústria de bens culturais. Foi ainda estudando o campo de produção simbólica que o autor discutiu a especificidade do campo científico e as condições sociais do progresso da razão, observando tal campo de produção em sentido estrito e rompendo com a tradição dominante na Sociologia da Ciência, ao introduzir os conceitos de campo científico e capital científico e demonstrando a lógica do mercado científico, no qual os clientes mais importantes são os próprios concorrentes. Esgrimindo idéias originais, Bourdieu buscou, com o amadurecimento das suas reflexões, a incorporação de contribuições originárias da perspectiva neokantiana, como em A Distinção: crítica social do julgamento, que publicou em 1979, ara afirmar a sua teoria do conhecimento sociológico. O tema da Educação retornou fortemente às suas reflexões, sib tra perspectiva, em 1984, quando publicou Homo academicus, estudando o corpo docente e a instituição universitária da França, subinhando o academicismo, as lutas entre as disciplinas e a perspectiva escolástica. Tal análise ganhou maior aprofundamento em 1989, quando Bourdieu colocou em circulação o livro A nobreza do Estado, analisando as grandes escolas e o corporativismo. CRONOGRAMA DE DEBATES Data Texto Expositor 27/02 A Reprodução: Elementos para uma Teoria do Sistema de Ensino. Rio de Janeiro: Francisco Alves. 1970. Jorge Carvalho 27/03 A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1987. 2ª edição. Ester Fraga 24/04 A distinção: Crítica social do julgamento. 1979. Anamaria Bueno de Freitas 29/05 Os herdeiros. 1964. Jônatas Menezes 26/06 Homo academicus. 1984. Joaquim Tavares 31/07 Sociologia da Argélia. 1958. Samuel Albuquerque 28/08 A nobreza do Estado. 1989. Vera Santos 25/09 O Desencantamento do Mundo: Estruturas Econômicas e Estruturas Temporais. São Paulo: Perspectiva. Rodorval Ramalho 30/10 Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990. Luiz Eduardo Oliveira 27/11 As Regras da Arte: Gênese e Estrutura do Campo Literário. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. Dinamara Feldens 27/12 Razões Práticas sobre a Teoria da Ação. Campinas: Papirus, 1997. Antônio Samarone Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Inscrições: Enviar e-mail para jorge@ufs.br
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 00h03
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