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MARIA THÉTIS NUNES
É com pesar que comunico a todos os meus amigos e aos colegas pesquisadores o falecimento, na madrugada deste domingo, 25 de outubro, no Hospital São Lucas, da historiadora Maria Thétis Nunes, aos 86 anos de idade. O corpo está sendo velado na Academia Sergipana de Letras, à rua Pacatuba, em Aracaju. O sepultamento será às 16:30 horas no cemitério Colinada Saudade.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 13h06
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AVISO
EM FACE DO PROCESSO DE APOSENTADORIA DO PROF. DR. JORGE CARVALHO DO NASCIMENTO, O GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO PRESTA OS SEGUINTES ESCLARECIMENTOS: 1 - A PROFA. DRA. ANAMARIA GONÇALVES BUENO DE FREITAS ESTÁ ASSUMINDO A COORDENAÇÃO DO GRUPO A PARTIR DO MÊS DE OUTUBRO DE 2009; 2 - FICAM SUSPENSAS AS ATIVIDADES DO SEMINÁRIO PIERRE BOURDIEU AINDA NÃO EXECUTADAS ATÉ A PRESENTE DATA; 3 - OS MEMBROS DO GRUPO E PARTICIPANTES DO SEMINÁRIO DEVEM AGUARDAR AS ORIENTAÇÕES QUE SERÃO TRANSMITIDAS PELA NOVA COORDENADORA DO GRUPO, PROFA. DRA ANAMARIA GONÇALVES BUENO DE FREITAS. CIDADE UNIVERSITÁRIA JOSÉ ALOÍSIO DE CAMPOS, EM 28 DE SETEMBRO DE 2009. PROF. DR. JORGE CARVALHO DO NASCIMENTO
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 14h09
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ACADEMIA DE LETRAS LANÇA LIVRO DE ABELARDO ROMERO 
Com o apoio cultural da Academia Brasileira de Letras, do Instituto Tobias Barreto, da Gráfica J Andrade e da Di Casa Interiores será lançado no dia 05 de outubro próximo, na sede da ASL, localizada na Rua Pacatuba, nº , ,em Aracaju, o livro LIMITES DEMOCRÁTICOS DO BRASIL, obra póstuma do escritor lagartense ABELARDO ROMERO, que morreu em 1979. Autor dos ensaios sociológicos “A ORIGEM DA IMORALIDADE NO BRASIL” e “HEROIS DE BATINA”, ROMERO dedicou-se intensamente ao estudo da história nacional, concluindo com LIMITES a sua trilogia. Com apresentação dos historiadores Luis Antonio Barreto e Claudefranklim Monteiro, o livro, escrito em 1975 e ainda inédito, analisa o comportamento da política e da sociedade no período colonial, concluindo que o mau exemplo, tanto dos dirigentes como das diversas camadas sociais, desmente as alegações de que somos tradicionalmente democráticos. Segundo o autor, os vexames políticos, as traições, a impunidade e a corrupção estragam a nossa auto-estima e roubam a nossa vontade de lutar por uma democracia plena e coerente com os seus princípios ideológicos. ABELARDO ROMERO, que na edição deste livro recebe uma homenagem do seu conterrâneo, o poeta lagartense Assuero Cardoso, com o poema “Visita a Abelardo”, é um dos representantes do modernismo literário sergipano. No Rio de Janeiro, onde residiu por mais de 40 anos, foi jornalista, professor, tradutor, poeta e escritor, tendo escrito 5 livros em prosa, incluindo este, e 9 obras poéticas, entre elas “Trem Noturno”, aclamado por Felipo Marinetti, o pai do modernismo. Como reconhecimento pelo conjunto de sua obra foi eleito Membro da Academia Sergipana de Letras em 1978.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 13h06
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REVISTA ANTÍTESES
A revista Antíteses convida interessados em apresentar contribuições para seu dossiê "Práticas culturais. Perspectivas da diversidade", coordenado pela Profa. Dra. Silvia Cristina Martins de Souza e Silva, correspondente ao v. 3, n. 5, jan.-jun. de 2010, chamada que se encerra no dia 31 de outubro deste ano. Também aceita, em fluxo contínuo, outras contribuições, como artigos, análises bibliográficas, resenhas, resenhas de clássicos, debates, traduções, notas de pesquisa e acervos e fontes. Antíteses é um periódico semestral eletrônico on-line em Open Access , no sistema ahead of print e volume fechado, do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Estadual de Londrina. Publica, após processo de avaliação entre pares, contribuições multidisciplinares inéditas a partir da perspectiva histórica nos idiomas português, espanhol e inglês. A mesma encontra-se indexada nas bases: e-Revist@s, GeoDados, Latindex, LivRe!, Maestroteca, OAHarvesters, OAIster, PIRATE, Researching Brazil Bibliographic Index, Sumários de Revistas Brasileiras e Ulrich´s Periodicals Directory. Catalogada em Latindex. Em processo de indexação em EBSCO Host (ingresso previsto para 2009). Seu último número teve como dossiê o tema "História e Ensino. A produção de conhecimento, coordenado pelo Prof. Dr. Cristiano Biasso Simon e o próximo, a ser lançado em dezembro, dedicado a "História e Defesa", coodenado pelo Prof. Dr. Celso Castro, diretor do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas. Sua página web é: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/antiteses e seu e-mail: antiteses@uel.br.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 16h20
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SEMINÁRIO PIERRE BOURDIEU
Foi alterada a ordem de discussão dos textos do Seminário Pierre Bourdieu. Assim, no dia 27 de março estará em discussão o texto A ECONOMIA DAS TROCAS SIMBÓLICAS, que deve ser lido por todos os participantes do Seminário.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h07
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Divulgação Concurso UFF História da Educação
| Estarão abertas, no período de 2 a 6 de março próximos, as inscrições para o concurso em História da Educação, com 1 (uma) vaga para Professor Adjunto, 40 h DE, na Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF). O Edital do Concurso será publicado nos próximos dias e estará disponível no endereço www.uff.br/copemag. |
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Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 21h49
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O QUALIS PERIÓDICOS E A RBHE
Sociedade Brasileira de História da Educação
Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2009. À Comunidade Científica. A Revista Brasileira de História da Educação, órgão de divulgação científica dessa área de pesquisa, é uma publicação da Sociedade Brasileira de História da Educação, entidade construída pelos historiadores da educação de nosso país. O empenho da entidade, por meio de suas diretorias, de seus pesquisadores e da Comissão Editorial desse periódico, transformou-o numa publicação de referência nacional e internacional, que atende, hoje, a todos os requisitos determinados pelos critérios Qualis da CAPES para periódicos A, ou seja, tem uma tiragem regular, quadrimestral, sem atrasos; está indexada em sete bases de dados, sendo três internacionais; os seus números estão todos liberados para acesso em versão digital na página da SBHE (www.sbhe.org.br); conta com a contribuição regular de pesquisadores estrangeiros, não só com artigos enviados individualmente, como também com textos inseridos em dossiês temáticos resultantes de projetos internacionais de pesquisa; é gerida por uma Comissão Editorial de alto nível, eleita em assembléia de sócios da entidade e, portanto, reconhecida por seus pares; a avaliação rigorosa empreendida por pareceristas ad hoc é reconhecida como uma marca dessa publicação. Por todos esses motivos, expressamos nosso total estranhamento e profundo desagrado, diante do resultado da avaliação que a classifica como B1. Reafirmamos que se trata de um coeficiente completamente incompatível com o nível do periódico e o reconhecimento de que goza na área da Educação como um todo, e o papel que desempenha na área de História da Educação, em particular. Acrescentaríamos, ainda, que a visão de conjunto do resultado da avaliação, para a área da Educação, desperta algumas outras preocupações: a) a área de História da Educação, salvo uma exceção, teve suas publicações excluídas da classificação nível A; b) a publicação da Sociedade Argentina de História da Educação, denominada Historia de la Educación Anuário, publicação correlata à brasileira, e que recebe parte importante da produção de nossos pesquisadores, foi classificada como “imprópria”, o que será motivo de grande constrangimento, além de ser um fato inexplicável; c) levando-se em conta que o parâmetro Qualis é base na avaliação dos programas de pós-graduação da área, torna-se urgente uma reflexão a respeito dos critérios que inseriram como A1 mais de 30 periódicos em língua inglesa, 3 em espanhol e somente 6 em português. Dos 16 periódicos classificados como A2 em língua portuguesa, 2 são publicações de Portugal. Também permanece a predominância da língua inglesa, com poucas publicações em espanhol (cerca de 10); d) importantes revistas nacionais das Ciências Humanas, por outro lado, classificadas como A1 em suas áreas, aparecem como B1 na Educação, apesar de se constituírem em veículos de publicação de nossos melhores pesquisadores; e) parece-nos ainda mais grave para a avaliação dos Programas o fato de que a grande maioria dos periódicos classificados como A1 e A2 possuem identidade predominante com outras áreas de estudo – a psicologia é a área mais contemplada –, ou com poucas sub-áreas da educação – há um claro privilégio da educação em ciências – ou, ainda, com temáticas específicas – estudos feministas, educação bilingüe, educação operária, educação para a paz, etc. – e vertentes teóricas – o behaviorismo, por exemplo. Consideramos que, dadas as repercussões dessa avaliação e seus resultados sobre a avaliação da área da Educação, no conjunto da pós-graduação no Brasil, e de seus pesquisadores, tendo em vista o peso que suas publicações adquirem na avaliação de seus pedidos nas agências de financiamento, o critério fundamental deve atender ao reconhecimento do campo, por meio da presença da pesquisa de boa qualidade realizada na área. Diante do baixo atendimento da demanda existente na Educação, seja na distribuição de bolsas de produtividade em pesquisa, seja em bolsas de mestrado e doutorado, seja em recursos para a realização de projetos de pesquisa e publicações, o privilégio concedido a publicações voltadas para um reduzido grupo de pesquisadores da área da Educação poderá trazer enormes prejuízos aos Programas de Pós-Graduação e seus quadros docentes e discentes. Ao expressarmos tais preocupações, temos a única intenção de colaborar com a equipe de colegas que penhorou esforços em realizar um trabalho árduo, que entendemos como necessário. Contamos com a sensibilidade de nossos representantes na consideração de nossas ponderações. Com os cumprimentos dos historiadores da educação, Profa. Dra. Claudia Alves Presidente da Sociedade Brasileira de História da Educação
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h27
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CONVOCATORIA REVISTA HISTORIA CARIBE
La proximidad de las fechas conmemorativas de los doscientos años de las independencias de la mayoría de las naciones hispanoamericanas ha estimulado la multiplicación de iniciativas académicas que continúan diversificando a través de foros virtuales, congresos, seminarios, películas y otros eventos. Teniendo en cuenta el interés académico por el Bicentenario la Revista Historia Caribe, publicación del Grupo de Investigaciones Históricas en educación e identidad nacional perteneciente al programa de Historia de la Universidad del Atlántico (Barranquilla-Colombia), quiere dedicar y conformar el dossier de sus dos próximos números al tema de las Independencias Hispano-Americanas. Las colaboraciones para estos dossier pueden plantear problemas relativos a los mismos procesos de Independencia durante los tres primeros decenios del siglo XIX, la construcción de la ciudadanía política, la soberanía de los pueblos y del pueblo, las elecciones, la participación de los sectores populares (artesanos, campesinos), las castas (negros, zambos, pardos, mulatos), los indígenas, la guerra de emancipación, el ejército patriota, la conformación del sistema republicano, el surgimiento de nuevas instituciones, sociabilidades políticas y espacios públicos, los lugares de memoria, las mujeres en medio del proceso independentista, las construcciones míticas sobre los llamados precursores, próceres o héroes, aspectos de la vida cotidiana, la cultura, los mitos fundacionales, los nacionalismos, las fiestas durante el mismo proceso de independencia, las conmemoraciones durante el resto del siglo XIX y las celebraciones del Centenario, así como también artículos sobre balances y tendencias historiográficas relativos a los procesos de independencia en el Caribe y Latinoamérica, la educación y los procesos de independencia, la independencia en los manuales escolares y en la prensa, las ideas, lenguajes políticos e imaginarios culturales relativos al bicentenario, dinámicas y crisis económicas durante el proceso de independencia. Los artículos serán recibidos hasta el 22 de febrero de 2009 y los mismos serán sometidos a un proceso de arbitraje externo En fin, la convocatoria tendrá en cuenta artículos y ensayos que den cuenta de tos esos temas enumerados antes y otros que estén estrechamente relacionados con las Independencias hispanoamericanas. La Revista Historia Caribe se encuentra registrada en lo siguientes directorios y servicios de indexación: Latindex, Redalyc, Clase, Dialnet, Credi-OEI y en las bases de datos de las bibliotecas de la AECI, CSIC y en la Red de Bibliotecas Universitarias de España: REBIUN, así como también en las principales bibliotecas colombianas. Esta publicación puede ser consultada en su versión electrónica en http://www.uniatlantico.edu.co/ publicaciones. Para la presentación de los mismos se deben tener en cuenta las siguientes normas NORMAS PARA LA PRESENTACIÓN DE COLABORACIONES A LA REVISTA HISTORIA CARIBE Historia Caribe es una revista especializada en temas históricos que considera para su publicación trabajos que sean el resultado o avance de investigaciones originales y que constituyan un aporte relevante al conocimiento histórico regional, nacional e internacional. Para ser considerados y sometidos a evaluación los artículos deberán cumplir con las siguientes normas editoriales: · Los artículos deben ser originales e inéditos, con un máximo de 25 páginas y un mínimo de 20 a espacio y medio, tamaño carta. El tipo de letra deberá ser Times New Roman de 12 puntos (notas a pie de pagina 10 puntos) en con márgenes de 3 cm y con paginación corrida. · Los originales, en español, portugués o ingles, deberán ser enviados a la redacción de la revista vía Email como archivo adjunto a las siguientes direcciones: historiacaribe95@gmail.com, historiacaribe@uniatlantico.edu.co y luchoalarconmeneses@gmail.com · La publicación de originales en la revista HISTORIA CARIBE no da derecho a remuneración alguna. Los autores recibirán en forma gratuita, 3 separatas de su trabajo y dos ejemplares de la revista. · Desde el momento que el autor envía su artículo y este es aceptado y publicado en la Revista Historia Caribe, este acepta la cesión de derechos autorales, razón por la cual la revista puede publicar el articulo en formatos físicos y/o electrónicos, incluido Internet, bases de datos y otros sistemas de información. · El artículo irá precedido de una página donde figure: Nombre del autor o autores, dirección, teléfono, fax, E-mail, situación académica y nombre de la institución donde trabaja. Se debe incluir además un resumen en español e inglés. Este resumen no debe pasar de 60 palabras, que brinde toda la información necesaria para el conocimiento del contenido del artículo. Se incluirá también una relación de palabras claves en español e ingles. · Tanto las referencias bibliográficas como documentales se efectuaran como notas a pie de página en números arábigos y volados, en orden consecutivo. Estas referencias deberán registrarse de acuerdo a las normas de citación vigentes. Libros: apellidos (mayúscula) y nombre (minúscula) del autor o autores; año de la publicación; título en negrilla, - lugar; editorial y página de la que procede la cita.- Artículos de revista: Apellidos (mayúscula) y nombre (minúscula) del autor o autores; año de publicación; título entre comillas; nombre y volumen de la revista en negrilla, página inicial y final del artículo y página de la que procede la cita. Documentos: Incluirá el Archivo (mayúsculas, la sección(cursiva), el legajo o numeración y el tipo de documento con lugar y fecha. · Los artículos recibidos serán sometidos a un proceso de arbitraje externo por lo tanto su aceptación para ser publicados dependerá exclusivamente de la evaluación confidencial de dos especialistas anónimos. De acuerdo con ésta se podrán solicitar cambios al autor. Una vez aceptado el texto no podrá modificarse. · La redacción dará acuse de recibo antes de un mes después de recibir el manuscrito. El resultado del arbitraje se comunicará al autor en un plazo menor que dos meses. No se devolverán los originales. Se programará la aparición de los artículos de acuerdo con los números temáticos planificados, con base en ello se informará de su publicación a los autores.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 11h43
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O MUNDO DECARVALHO DÉDA - Por Luiz Antônio Barreto
| Carvalho Déda no batente do jornal |
| Foi em Simão Dias, em 8 de setembro de 1946, que apareceu um jornal de vida longa no interior, tendo no batente de sua redação e da ilustração, através de xilogravuras, José de Carvalho Déda |
| 05/12/2008 - 08:28 |
Basta uma simples leitura, uma conferência no Catálogo dos jornais, revistas e outras publicações periódicas, organizado por Armindo Guaraná, comemorativo do Centenário da Imprensa no Brasil, publicado pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, em 1908, para que tenha a mais exata idéia de como a imprensa floresceu em Sergipe. De 226 verbetes, cobrindo de 1832 a 1908, 140 indicavam jornais e revistas editadas em Aracaju, e 86 no interior, salientando-se que no interior os jornais eram: 36 de Estância, 16 de Laranjeiras, 10 de Maroim, 8 de Propriá e 7 de São Cristóvão. Os restantes 8 estavam distribuídos por Santo Amaro das Brotas, Neópolis, Rosário do Catete e Simão Dias.
Foi em Simão Dias, em 8 de setembro de 1946, que apareceu um jornal de vida longa no interior, tendo no batente de sua redação e da ilustração, através de xilogravuras, José de Carvalho Déda, advogado provisionado, político, intelectual, homem do seu tempo, com uma obra que serve de referência nos estudos da história e do folclore. Carvalho Déda encarnou o seu jornal, contando com uma colaboração constante do irmão Francino da Silveira Déda, e, mais tarde, do filho Carlos Alberto Déda, que viveu o cotidiano de A Semana e tornou-se, após a morte do pai, no curador de todo o acervo de 23 anos de sobrevivência.
Acostumado a redigir, Carvalho Déda fazia de tudo no seu semanário, inicialmente circulando no domingo e mais adiante saindo aos sábado, uma tribuna do povo de Simão Dias, sem contudo perder o contato com o Estado, com o País e com o mundo. Mesmo sem teletipos, telex, Internet e outras tecnologias, A Semana podia ser considerado um jornal moderno, com bom volume de informações, editado com graça, leveza e, ainda, com o humor predominante crítico do redator principal.
As atividades políticas de Carvalho Déda não impediram sua presença constante na redação do jornal. Sua experiência era tão reconhecida, que a UDN o convidou para redigir e dirigir o Correio de Aracaju, grande jornal sergipano, que contou em sua redação com Homero de Oliveira e com Edison Ribeiro, figuras que cuidaram do passado daquele prestigioso jornal. Carvalho Déda deu conta do recado e parecia fazer pouca diferença, entre editar e dirigir o Correio e a sua Semana.
A Semana teve, em seu tempo, a importância que teve A Razão, em Estância, O Laranjeirense e O Republicano, em Laranjeiras, e o Correio Sergipense, em São Cristóvão, que foi, sem dúvida, um dos melhores jornais de todo o século XIX. Quando os olhos dos pesquisadores forem lançados por todo o Estado, para formar um panorama da vida nas comunidades, tais jornais serão referências básicas, mantendo o tônus cultural animador da sociedade sergipana.
A Semana é uma escola, no sentido de que ela ensina a fazer jornal e a tratar as páginas dos jornais com a dignidade da boa notícia, do comentário justo, da denúncia e da cobrança necessários e acima das questões locais. Mais que isto, A Semana tem arte em suas páginas, seja pelas charges, caricaturas, ou seja pelas ilustrações que fizeram de Carvalho Déda um artista, que aliou no batente do jornal muitas qualidades requeridas pelo jornalismo. A reunião dos jornais, a começar pela coleção 1946/1947, em CD ROM permite aos contemporâneos solver, com prazer, esse belo exemplo de cidadania cultural deixado por Carvalho Déda em A Semana.
Para evocar Carvalho Déda, nos exatos 110 anos de nascimento e 40 anos de morte, o BANESE CARD e a FUNCAJU promovem, no dia 9 de dezembro, uma Exposição comemorativa, na Galeria de Artes Álvaro Santos, focalizando em 50 painéis o cidadão, o político, o intelectual, o jornalista e o xilógrafo. Na Exposição será lançada uma caixa com o título O Mundo de Carvalho Déda, reunindo 4 livros: Brefáias e Burundangas do Folclore Sergipano, que ganha 3ª edição, Simão Dias - Fragmentos de sua história, em 2ª edição, o romance inédito Formigas de asas e a coletânea Carvalho Déda Vida & Obra, com textos inéditos, correspondências, ilustrado com fotos e xilogravuras.
Vai na caixa, também, um DVD com a vida e a obra do fundador de A Semana, e um CD ROM com a coleção do semanário simãodiense, dos anos de 1946 e 1947, como parte de um projeto que digitalizará toda a coleção, até 1969.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h32
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UMA CIDADE EM PÉ DE GUERRA - SARAMANDAIA X BOLE-BOLE
A Faculdade José Augusto Vieira e a Fundação José Augusto Vieira convidam a todos os sergipanos para o Lançamento do Livro "Uma Cidade em Pé de Guerra - Saramandaia x Bole-Bole". Organizado pelo Prof. Msc. Claudefranklin Monteiro Santos, de autoria dos Professores Alailson Pereira Modesto, Patrícia dos Santos Silva Monteiro e Raylane do Nascimento Santos, a obra conta a História de uma das maiores disputas políticas, entre grupos, do Estado de Sergipe, gestada em 1976: Saramandaia x Bole-Bole. Trata-se de uma obra de cunho científico-cultural, fruto de trabalhos monográficos apresentados à Universidade Federal de Sergipe no final dos anos 90. Contando com o apoio do Jornal Cinform, do Núcleo de Tecnologia Railton Faz, do Grupo Charles Brício, da Prefeitura Municipal de Lagarto, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e do Departamento de Cultura de Lagarto, o livro será lançado no Espaço Cultural Charles Brício (Lagarto-SE), as 20 horas do dia 17 de dezembro de 2008.
Trata-se do resultado de três estudos monográficos do final dos anos 90 (UFS), de autoria dos professores Alailson Pereira Modesto, Patrícia dos Santos Silva Monteiro e Raylane do Nascimento Santos. Coube ao professor e historiador Claudefranklin Monteiro Santos o papel de sistematizar e organizar o livro, cujo intuito principal será o de informar a origem e discutir as questões histórico-sociais que envolvem um dos maiores fenômenos políticos da História de Lagarto. É também um convite à reflexão e à tomada de consciência identificatória de um povo marcado pela rivalidade partidária.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 09h53
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OS ESPANHÓIS EM SERGIPE DEL REY
É o título do livro do Robervan Barbosa de Santana, domrobervan@hotmail.com, do curso de Espanhol e já formado pela UFS em Geografia, que será lançado às 19h do dia 20 de novembro, na Livraria Escariz do Jardins. Aspectos LINGÜÍSTICOS como a pronúncia do oitcho, leitche, entonces, barrer, Oxente e Vixe Maria; RELIGIOSOS como a devoção à Divina Pastora, Virgem de Guadalupe, Santa Tereza D´Ávila e São Domingos de Gusmão; CULTURAIS como algumas manifestações folclóricas como Cavalhada, Chegança e o costume de definir pessoas aloiradas de galegas; GENEALÓGICOS em sobrenomes como Meneses, Lopez e Rodrigues podem ter explicação na própria história de Sergipe, que já se chamou Del Rey desde o domínio Espanhol em 1590. É por aí que navega o livro do Robervan. De quebra: O livro foi impresso em papel reciclado. O e-mail do Robervan já foi citado lá em cima, mas vamos repeti-lo cá embaixo: domrobervan@hotmail.com
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 08h48
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NORBERTO DALLABRIDA ANALISARÁ O CURSO CIENTÍFICO
O curso científico será objeto de debate, em Aracaju, durante o Quinto Congresso Brasileiro de História da Educação, que será realizado no período de nove a 12 de novembro de 2008. A discussão a respeito do curso científico acontecerá no Campus Farolândia da Universidade Tiradentes, sala 17 do bloco D, a partir das 13 horas e 30 minutos do dia 11 de novembro, durante uma sessão de comunicações individuais coordenada pelo pesquisador Norberto Dallabrida, que apresentará, juntamente com Estela Maris Sartori Martini, um trabalho intitulado “O curso científico em colégios de elite: cotejo de práticas educativas distintas em gênero”. A sessão reunirá 16 outros pesquisadores, que abordarão questões como fotografia na escola, cartografia escolar, menores abandonados e Educação e assistencialismo.
Dentre os trabalhos que os demais participantes da sessão irão apresentar, chamam a atenção: a pesquisa realizada por Rachel Duarte Abdala (“Eterna presença: a função e o papel da fotografia na escola”); o trabalho de Jacqueline de Fátima dos Santos Morais, Natasha Hermida Pereira Castro da Silva e Milena Gomes Coutinho Pereira (“História da alfabetização: pistas para uma cartografia escolar”); o estudo de Alessandra Barbosa Bispo (“Institucionalização dos menores abandonados e delinqüentes em Sergipe”); a pesquisa realizada por Julianna de Souza Lacerda Silva e Adlene Silva Arantes (“Métodos de ensino nas escolas primárias pernambucanas do século XIX: uma análise dos livros escolares”); o trabalho de Aline Choucair Vaz (“O perigo do estrangeiro: ações e práticas nacionalizantes no ensino primário durante o Estado Novo”); e, o estudo de Christiane Grace Guimarães da Silva (“O Colégio Americano de Taubaté e o debate na imprensa 1890/1894”).
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h32
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PESQUISADORES ANALISARÃO AS PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS DO SENAI
As escolas do Senai serão objeto de debate durante a realização, em Aracaju, do Quinto Congresso Brasileiro de História da Educação, que será realizado no período de nove a 12 de novembro de 2008. A discussão a respeito das escolas do Senai acontecerá no Campus Farolândia da Universidade Tiradentes, sala 71 do bloco D, a partir das 13 horas e 30 minutos do dia 11 de novembro, durante uma sessão de comunicações individuais coordenada pela pesquisadora Vera Regina Beltrão Marques, que apresentará um trabalho intitulado “Construindo corpos hígidos: as escolas paulistas do Senai (1942-1955)”. A sessão reunirá 13 outros pesquisadores, que abordarão questões como Educação Física, práticas corporais e escolas católicas femininas.
Dentre os trabalhos que os demais participantes da sessão irão apresentar, chamam a atenção: a pesquisa realizada por Silvana Micaroni e Moysés Khulman Junior (“A educação física nos parques infantis da cidade de São Paulo: 1947 a 1957”); o trabalho de José Claudio Sooma Silva e Maria Zélia Maia de Sousa (“Educar os corpos, afastar os perigos: as contribuições da ginástica escolar na remodelação urbana carioca”); o estudo de Priscila Gonçalves Soares e Carlos Fernando Ferreira da Cunha Junior (“As práticas corporais no contexto da modernidade em Juiz de Fora/MG – 1880/1930”); a pesquisa realizada por Maria Helena Câmara Lira (“Atividades físicas em escolas católicas femininas no início do século XX”); o trabalho de Hamilcar Silveira Dantas Junior (“Da escolarização do esporte à esportivização da escola: os jogos da primavera em Sergipe – 1964/1995”); e, o estudo de Shrileide Araújo Bezerra, Clara Rita Oliveira, Marcone Conceição de Oliveira e Verônica Fortuna Santos (“Educação física escolar: análise dos anos 70 à contemporaneidade”).
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h30
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ARICLÊ VECHIA ANALISARÁ OS CADERNOS ESCOLARES
Os cadernos escolares serão objeto de debate durante a realização, em Aracaju, do Quinto Congresso Brasileiro de História da Educação, que será realizado no período de nove a 12 de novembro de 2008. A discussão a respeito dos cadernos escolares acontecerá no Campus Farolândia da Universidade Tiradentes, sala 72 do bloco D, a partir das 13 horas e 30 minutos do dia 11 de novembro, durante uma sessão de comunicações individuais coordenada pela pesquisadora Ariclê Vechia, que apresentará, juntamente com Antonio Gomes Ferreira, um trabalho intitulado “Cadernos escolares: revelando a doutrinação da infância brasileira pelo regime militar (1964-1985)”. A sessão reunirá 16 outros pesquisadores, que abordarão questões como cartilhas escolares, manuais técnicos, livros didáticos e livros infantis.
Dentre os trabalhos que os demais participantes da sessão irão apresentar, chamam a atenção: a pesquisa realizada por Ana Clara Bortoleto Nery (“Biblioteca da Escola Normal de Piracicaba: constituição do acervo e cultura pedagógica – 1911/1920”); o trabalho de Carlos Humberto Alves Corrêa e Lilian Lopes Martin da Silva (“Cartas de abc e cartilhas escolares: alfabetização nas escolas amazonenses - 1850/1900”); o estudo de Wojciech Andrzej Kulesza, Joseane Abilio de Sousa Ferreira e Vanderlucia Mamedo Bezerra (“Livro do aluno e do professor: manuais técnicos no ensino profissional”); a pesquisa realizada por Eliane Mimesse (“Livros didáticos de História: o discurso pedagógico renovado em contraponto às práticas dos professores”); o trabalho de José Carlos de Araújo Silva e Soraya Mendes Rodrigues Adorno (“Os livros provocam revoluções? A socialização das obras sediciosas realizadas pelo professor régio Francisco Moniz Barreto de Aragão durante a Conjuração dos Alfaiates, Bahia, 1798”); e, o estudo de Aline Danielle Batista Borges e Ilzani Valeira dos Santos (“A livraria Pedro Quaresma e o mercado de livros infantis: a constituição de um novo público leitor”).
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h29
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SCHELBAUER COLOCARÁ ENSINO INTUITIVO EM DEBATE
O ensino intuitivo é o tema que a pesquisadora Analete Regina Schelbauer colocará em debate durante o Quinto Congresso Brasileiro de História da Educação, que será realizado em Aracaju no período de nove a 12 de novembro de 2008. Na sessão de comunicação individual que acontecerá na sala 16 do bloco D do Campus Farolândia da Universidade Tiradentes, Analete apresentará o trabalho intitulado “Em exposição as coleções de objetos para o ensino intuitivo: a exposição pedagógica do Rio de Janeiro”. Da sessão coordenada por Schelbauer participarão também 12 outros pesquisadores, discutindo temas como religião e escolarização, delinqüência e Educação, livros de leitura, Pedagogia de internar e Educação corporal.
Analete Regina Schelbauer é doutora em Educação pela Universidade de São Paulo e professora da Universidade Estadual de Maringá. Dentre outros livros, é autora de Idéias que não se realizam. O debate sobre a Educação do povo no Brasil de 1870 a 1914, publicado em 1998.
Escrito por Jorge Carvalho do Nascimento às 01h13
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